Eleitos PS Aveiro

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PS Aveiro em São Jacinto Os eleitos do Partido Socialista, estiveram na passada segunda-feira em contacto com a populaçã...
06/08/2026

PS Aveiro em São Jacinto

Os eleitos do Partido Socialista, estiveram na passada segunda-feira em contacto com a população residente naquela que é a freguesia com maiores dificuldades de acesso à sede do Município.

A singularidade de São Jacinto faz daquela que é a nossa única praia um lugar recôndito. A sua beleza é inigualável, porém viver aqui, para quem estuda ou trabalha, está longe de ser um privilégio e poderá até ser uma provação.

A frequência, a incerteza e o preço dos transportes que ligam São Jacinto à cidade de Aveiro ajudam a explicar a perda de população desta freguesia, nas últimas décadas. É a freguesia mais envelhecida do Município. São Jacinto não é para os novos. Os que aqui vivem e estudam ou trabalham em Aveiro, enfrentam diariamente o desafio da mobilidade. A 12 km do centro da cidade, chegar até aí pode ser uma tarefa complexa. O Ferry não cumpre os horários estipulados. Os atrasos impedem as pessoas de chegarem atempadamente aos seus compromissos: laborais, académicos, sociais… As avarias são constantes.

Inaugurado em 2024, o Ferryboat elétrico continua a apresentar vários problemas que afetam quem depende diariamente desta ligação. Há falhas frequentes na bilheteira do Forte da Barra, os bilhetes não podem ser reutilizados noutro dia, não existem sanitários no cais, a substituição da antiga linha 13 pela atual ligação da Busway revelou-se um retrocesso e o passe mensal para quem precisa de transportar o carro custa 114,70€, um valor demasiado elevado. A realidade de São Jacinto exige mais do que a gestão do dia a dia: exige uma estratégia e investimento que melhorem a mobilidade, fixem população e devolvam dinamismo à freguesia.

Quem vive em São Jacinto sente, muitas vezes, que a freguesia foi relegada para segundo plano. E é precisamente essa forma de olhar para São Jacinto que precisa de mudar, sendo necessário descriminar positivamente este território
No imediato, é possível avançar com:
•⁠ ⁠Revalidação dos bilhetes, permitindo utilizar a viagem noutro dia, à semelhança do que acontece na CP e corrigir os erros da máquina de bilhetes do Forte da Barra
•⁠ ⁠Construção de sanitários no Forte da Barra. Os mesmos não existem.
•⁠ ⁠Estudar a reposição da linha direta 13 entre o Terminal Rodoviário de Aveiro e o Forte da Barra.
•⁠ ⁠Redução do passe mensal com viatura para 80€, sendo a diferença suportada pela Câmara (114,70€ – 80€). Um investimento de cerca de 47 mil euros por ano (fazendo as contas aos 113 passes vendidos em 2024 que consta no documento da Câmara) apenas 0,02% do orçamento municipal.

Os Eleitos do PS Aveiro visitaram a FARAV para conversar com artesãos e visitantes. A FARAV esteve suspensa durante 12 a...
02/08/2026

Os Eleitos do PS Aveiro visitaram a FARAV para conversar com artesãos e visitantes.
A FARAV esteve suspensa durante 12 anos, de 2013 a 2025.
O regresso da FARAV também era uma proposta eleitoral do Partido Socialista.

Da nossa visita e conversas também surgiram oportunidades importantes de melhorias:

Um Rossio demasiado quente. Confirmou-se aquilo que já tínhamos vindo a alertar: a Praça do Rossio tornou-se um espaço muito quente durante os meses de verão. Num evento realizado ao ar livre, sentiu-se claramente a falta de sombra. As lonas instaladas ajudaram a minimizar o problema, mas acabam por ser apenas um "penso rápido" para uma limitação do próprio projeto de requalif**ação. Ainda assim, vários espaços de exposição continuavam quentes e abafados, causando desconforto tanto aos expositores como aos visitantes.

Mais animação para atrair pessoas. A FARAV beneficiaria de uma programação cultural mais forte. Concertos, animação de rua ou outras atividades ao longo do dia ajudariam a atrair mais visitantes e a criar um ambiente mais dinâmico. Também nos parece que o palco, colocado numa zona pouco visível, poderia ter sido pensado de outra forma.

Uma pequena zona para comida e bebida teria sido importante. Com as temperaturas elevadas que se fizeram sentir, seria importante existir um espaço dedicado à restauração, onde os visitantes pudessem beber, comer e descansar. Algumas mesas e bancos altos permitiriam que as pessoas permanecessem mais tempo na FARAV. Seria também uma excelente oportunidade para promover a gastronomia tradicional portuguesa, com petiscos, provas de vinho e espumante. Isto não deve ser só para momentos de inaugurações.

Um horário adaptado ao verão. Estamos em plena época de verão e sabemos que muitos aveirenses e turistas aproveitam as noites para passear pela cidade. Muitos visitantes, em especial os turistas espanhóis, jantam mais tarde, pelo que faria sentido prolongar o horário da FARAV até à meia-noite, em vez do encerramento às 22 horas.

As casas de banho do Rossio, cuja responsabilidade é da Câmara Municipal, continuam a apresentar problemas. Verificámos que existem sanitários condicionados e sem possibilidade de utilização, uma situação que não é compatível com um espaço que recebe um evento desta dimensão e centenas de visitantes diariamente.

Por fim, o reforço da divulgação do evento. A promoção da FARAV pode e deve ser mais forte e antecipada. Quer através de publicidade física pela cidade, quer através dos meios digitais. Percebemos, pelas conversas com os expositores, que durante vários períodos da semana houve uma afluência reduzida de visitantes.

Em suma, a FARAV merece o regresso, mas deve melhorar nas próximas edições. É um evento com enorme potencial para afirmar Aveiro e valorizar o artesanato.

Ao nível de vendas, segundo os artesãos, os turistas tiveram um peso importante.

Teve oportunidade de visitar a FARAV? Queríamos também saber qual foi a sua opinião?

O eleitos pelo PS Aveiro marcaram presença no 36° aniversário da Associação de Antigos Alunos da Universidade de Aveiro ...
28/07/2026

O eleitos pelo PS Aveiro marcaram presença no 36° aniversário da Associação de Antigos Alunos da Universidade de Aveiro

A cerimónia contou com a bela exposição alusiva a 35 anos de história, intitulada Alma Mater, com curadoria do Prof. Doutor Luís Almeida.

Porque a Universidade de Aveiro é feita de atuais e antigos alunos que, por este mundo fora, levam consigo o conhecimento, as experiências e os valores que aqui construíram. Esta exposição é também uma homenagem a todas as gerações que ajudaram a escrever a história da Universidade e a afirmar o seu prestígio dentro e fora de Portugal.

Parabéns a todos os que contribuíram para este percurso e por manterem viva a identidade e o legado da Universidade de Aveiro.

18/07/2026

O Partido Socialista de Aveiro reitera a sua posição inabalável quanto à relevância do Eixo Rodoviário Aveiro-Águeda. Consideramos esta infraestrutura absolutamente crucial para o desenvolvimento do nosso município e da região, razão pela qual o nosso sentido de voto foi, desde sempre, favorável. Contudo, é nosso dever alertar para a manifesta ineficiência na gestão processual desta obra, com particular enfoque no dossiê das expropriações:

Falta de diálogo: Ao contrário de Águeda , onde 80% dos processos decorreram por via da negociação bilateral, Aveiro demonstrou morosidade. Esta inércia forçou as aquisições compulsivas, através de expropriações por utilidade pública, preterindo a via do consenso.

Incerteza financeira: Manifestamos profunda preocupação face à sustentabilidade orçamental da empreitada. Como responderá a Câmara Municipal perante um eventual cenário de subfinanciamento que prejudique gravemente os munícipes afetados?

Exigimos garantias claras por parte do Governo de que a obra disporá da dotação orçamental necessária para a sua cabal conclusão. Paralelamente, exigimos da Câmara Municipal de Aveiro uma postura de total responsabilidade e proatividade.
O executivo camarário não pode continuar a arrastar processos e tem o dever imperativo de assumir a liderança deste dossiê acionando todas as diligências administrativas e políticas indispensáveis para garantir que este projeto vital se concretize com a eficácia que os aveirenses merecem.

14/07/2026

Aterro de Eirol: Defendemos o seu encerramento e não aumento

Na última Reunião de Câmara, o Vereador do Partido Socialista, Leonardo Oliveira Costa, manifestou preocupação com as recentes declarações do Presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, que afastou a hipótese de encerramento do aterro de Eirol e admitiu o aumento da sua capacidade para receber mais resíduos.

Em vez de se discutir o encerramento de uma infraestrutura que já atingiu o limite da sua capacidade, está agora em cima da mesa a possibilidade da sua expansão.

Aveiro recebe, há muitos anos, os resíduos do concelho e de mais de 30 municípios da Região Centro. Primeiro através do aterro da Taboeira e, desde 2012, através da Unidade de Tratamento Mecânico e Biológico (UTMB) de Eirol e do aterro associado.

São os aveirenses, em particular a população de Eirol, que convivem diariamente com o tráfego pesado, os odores, o impacto paisagístico, a utilização intensiva do território e os potenciais impactos ambientais desta infraestrutura.

Se, como afirmou o Presidente da APA, outros municípios recusam acolher novos aterros, então torna-se ainda mais evidente a necessidade de uma repartição mais justa dos encargos. Aveiro já assumiu a sua responsabilidade durante décadas.

Entretanto, o Governo tem vindo a apontar a futura unidade de valorização energética da Região Centro, prevista para Tondela, como parte da solução para reduzir a deposição de resíduos em aterro. É fundamental que esse processo avance.

A mensagem é clara: a lixeira não está nos outros municípios. Está em Aveiro. E, por isso, o Município deve ser exigente na defesa dos interesses dos aveirenses e da qualidade de vida de quem vive junto ao Aterro.

10/07/2026

O Partido Socialista votou favoravelmente a autorização da decisão de contratar e a realização da despesa relativa à empreitada «Construção do Eixo Rodoviário Aveiro Águeda»; a aprovação da escolha do procedimento de Concurso Público com publicação internacional; a aprovação das peças do procedimento, designadamente o anúncio, o programa do procedimento e o caderno de encargos; a aprovação da constituição do júri do procedimento e a delegação das competências necessárias à condução do mesmo; assim como a aprovação das demais condições de realização do procedimento.
Não poderia votar de outra forma. O Eixo Rodoviário Aveiro-Águeda servirá dois municípios entre os quais se realizam diariamente milhares de deslocações pendulares por motivos laborais, académicos, sanitários.
Não deixamos, porém, de questionar qual é a fonte de financiamento que permitirá a execução da obra.
Lançamos um concurso público internacional. Haverá empresas a prepararem as suas candidaturas, na expectativa de as mesmas virem a ser escolhidas para a execução da empreitada, sem sabermos qual será a sua fonte de financiamento.
Questionámos ainda se, em última instância, esta despesa poderá ser acomodada nos orçamentos das Câmaras Municipais de Aveiro e de Águeda?

07/07/2026

O comércio tradicional histórico de Aveiro e a atividade económica local tem sofrido recentemente uma vaga de encerramentos, contribuindo para o desaparecimento de uma parte da identidade da cidade e de dinâmicas de proximidade. Não falamos apenas de negócios que fecham, mas também de postos de trabalho e economia local, diversidade da oferta com valor acrescentado diferenciado e de espaços que fazem parte da memória coletiva da cidade.

As razões apresentadas são recorrentes: menos habitantes a viver no centro, pressão imobiliária, aumento das rendas e uma concorrência crescente de grandes cadeias e modelos de consumo cada vez mais uniformizados e estandardizados. As consequências estão à vista e perdemos todos. Perdem os comerciantes, perdem os moradores, que deixam de encontrar serviços de proximidade, e perde também o turismo, porque uma cidade onde predominam lojas iguais às de qualquer outro destino perde autenticidade e capacidade de se diferenciar.

O comércio de rua não esgota na atividade económica, é também um fator de coesão social, de vitalidade urbana e de identidade. Por isso, muitas cidades portuguesas e europeias criaram programas específicos para proteger e promover o comércio histórico e tradicional. Os vereadores do Partido Socialista entendem que Aveiro não pode continuar a assistir passivamente a este processo. Nos próximos meses apresentaremos uma proposta para a criação de um programa municipal de proteção e promoção do comércio histórico e do comércio de rua.

No entanto, importanta também recordar que o Município de Aveiro recebeu cerca de um milhão de euros do PRR para o projeto do Bairro Comercial Digital, precisamente destinado à dinamização do comércio urbano. Entre as ações previstas encontrava-se a contratação de um gestor de bairro comercial, cuja missão era apoiar os comerciantes, dinamizar a rede e preparar uma estratégia com soluções tecnológicas, permitindo potenciar o comércio de rua.

À pergunta sobre o que foi implementado e que resultados concretos produziu este investimento no valor de 1 milhão de euros, financiado pela EU, o executivo do PSD, CDS-PP e Chega não respondeu, remetendo explicações sobre a sua execução para mais tarde.

No passado dia 26 de junho estivemos presentes no aniversário da AAUAv e na tomada de posse dos núcleos de estudantes. O...
06/07/2026

No passado dia 26 de junho estivemos presentes no aniversário da AAUAv e na tomada de posse dos núcleos de estudantes.

Os vereadores, deputados municipais do PS e a Junta de Freguesia da Glória e Vera-Cruz desejam muito sucesso e bom trabalho a todos os eleitos.

03/07/2026

São Jacinto merece mais atenção.

Na última Reunião de Câmara chamámos a atenção para três questões importantes que continuam sem resposta.

A Avenida Marginal apresenta um estado de degradação que exige uma intervenção. As festas vão passar, mas o espaço público f**a. Quem vive em São Jacinto merece uma marginal cuidada e segura.

Questionámos também quando vão finalmente abrir as piscinas de São Jacinto. O verão já começou e os atrasos repetem-se. No ano passado, abriram apenas a 30 de agosto. Este ano não pode acontecer o mesmo.

Levantámos ainda a situação do parque de campismo, que não estará disponível este verão e continua sem uma previsão clara para o início das obras. Trata-se de um equipamento importante para a freguesia.

O Partido Socialista continuará a acompanhar estas questões e a defender todas as freguesias do concelho. São Jacinto faz parte de Aveiro e não será esquecida.

30/06/2026

PS, na sessão ordinária da Assembleia Municipal de junho, saudou a atribuição de habitação municipal a 12 famílias, conforme referido no Relatório de Atividades do Município.

No entanto, importa esclarecer que esta não representa um aumento da capacidade de resposta do Município na área da habitação. Trata-se da atribuição de habitações resultantes de um concurso lançado em 2024, para casas que f**aram disponíveis, tendo estas famílias esperado quase dois anos pela sua entrega.

Existiam mais de 1000 pedidos de habitação social.
Concorreram 618 famílias aveirenses a esse concurso.

Atualmente, existem 25 habitações municipais devolutas que, após reabilitação, poderiam acolher mais 25 famílias. Estas habitações distribuem-se por:
- 1 na Urbanização de Cacia;
- 1 no Bairro Social da Bela Vista;
- 5 na Urbanização de Mataduços;
- 3 na Urbanização de Taboeira;
- 3 na Urbanização de Eixo;
- 1 no Bairro Social de Santiago;
- 11 na Urbanização de Santiago.

Perante esta realidade, o Partido Socialista questiona:
- O que pretende fazer a maioria PSD, que governa a Câmara Municipal há 20 anos?
- Já estão em desenvolvimento os projetos de arquitetura que permitam lançar a empreitada de reabilitação destas habitações?

O PS defende que estas 25 casas devem estar prontas para serem entregues às famílias até 2027. É uma resposta urgente e necessária para Aveiro.

Após duas décadas de governação PSD, continua por concretizar uma verdadeira política municipal de habitação. Em 20 anos, esta maioria nunca lançou um concurso para construir nova habitação municipal.

Por isso, continuamos a perguntar:
- Qual é o plano para responder às mais de 1.000 famílias que aguardam uma solução habitacional?
- Que estratégia existe para apoiar a classe média no acesso à habitação numa cidade onde os preços são cada vez mais inacessíveis?
- Em que ponto está o desenvolvimento do programa Habitação Mais, que foi prometido nas GOP?

A habitação exige respostas concretas. Aveiro não pode continuar à espera.

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