Pessoas Pelo Concelho de Belmonte

Pessoas Pelo Concelho de Belmonte Página da Candidatura de Cidadãos Independentes aos Órgãos Autárquicos do Município de Belmonte

SOLIDARIEDADE institucional com TODOS os que defendem esta causa.
14/02/2021

SOLIDARIEDADE institucional com TODOS os que defendem esta causa.

Jornal Publico . 13 fev 2021

30/09/2017

UMA ETAPA QUE TERMINA...

Decorridos quatro anos, após o ato autárquico de 2013, é hora de nos despedir-mos, para agradecer a todos os cidadãos do Concelho de Belmonte que contribuíram para a nossa eleição, bem como, a confiança em nós depositada para o exercício de um mandato 2013-2017 que agora termina ao serviço da Cidadania.

Um público agradecimento aos nossos representantes eleitos, sobretudo aqueles que, de princípio a fim, souberam defender nos mais diferentes órgãos autárquicos, de forma abnegada e coerente, um projecto político para o Concelho de Belmonte, em defesa do desenvolvimento, progresso e bem-estar de TODOS, os naturais e residentes neste mui nobre Concelho, no âmbito e sob a bandeira da Cidadania activa.

É hoje, desconcertante perceber que o nosso projecto político, as nossas propostas, e o seu potencial para o desenvolvimento do Concelho de Belmonte, injustamente apelidados em 2013 como investimentos megalómanos, se tenham constituído, em boa parte, como prioridades do mandato que agora termina e se projectem para o futuro, sobretudo por aqueles que, não tendo projecto próprio os difamaram e não lhe reconheceram as suas elevadas potencialidades.

Para o futuro, e esse apenas a Deus pertence, f**a uma certeza, a de que a Democracia não se esgota nos partidos, até porque a cidadania activa o não permite, ou seja, é ignóbil pensar sob o ponto de vista democrático que em eleições autárquicas o voto de cada cidadão seja alienado a interpretações, nacionais ou locais abusivas e de cariz meramente partidário, porque em eleições autárquicas o importante são as PESSOAS.

Será bom reflectir, para o assumir, que a Cidadania está viva, e a comprová-lo está o crescente número de candidaturas independentes em todo o país.

ORGULHOSAMENTE, cumprimos o nosso dever de cidadania.

PROFUNDAMENTE RECONHECIDOS, agradecemos

BEM-HAJA

27/09/2017

INDULTO POLÍTICO

Foram ontem libertadas, das gaiolas do poder político, as pombas anunciadoras da paz, um pedido de indulto político aos nossos representantes na Assembleia Municipal, seguido de foto de família para a posteridade.

Apesar de as desculpas não se pedirem, porque eloquentes são aqueles que as evitam, CONCEDEMOS O INDULTO político àqueles que ao longo de um mandato mostraram não possuir cultura democrática.

PARA QUE CONSTE: O que nos distingue é que não somos feitos da mesma massa política, daqueles que ao longo de quatro anos representaram o poder.

27/04/2017

INTERVENÇÃO POLÍTICA NAS COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL...

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Municipal.
Exmo. Senhor Presidente da Câmara
Exmos. Senhores Vereadores
Exmos. Senhores Membros da Assembleia Municipal
Digníssimos representantes da Comunicação Social
Meus senhores e minhas senhoras.

Invocar Abril, decorridos quarenta e três anos de regime democrático, é enaltecer a memória de um povo, é relembrar o inquestionável contributo das forças armadas, é algo que nos toca bem mais fundo que um simples discurso de circunstância ou a fragância de um cravo na lapela, é não ignorar a história deste Portugal, livre e democrático, um país que soube reconstruir-se a partir dos escombros de uma ditadura, para se abrir ao mundo como um cravo que Abril fez florir.
A história é um processo evolutivo e inapagável conduzido por desígnios nacionais.
Os desígnios de ontem, a Constituição da República Portuguesa, o sufrágio livre e universal, o pluralismo ideológico e partidário, a escolha livre dos cidadãos, atribuíram à nossa democracia o cunho da representatividade e da pluralidade, valores sempre presentes num quadro institucional de implantação do Constitucionalismo moderno.
O Constitucionalismo Moderno trouxe consigo uma espécie de “establishment” do pluralismo ideológico, diferentes ideologias em competição, diferentes perspetivas sobre o domínio do Estado, da Lei e da Governação mas, simultaneamente, um regime de tolerância que permite a convivência entre diferentes perspetivas políticas, no integral respeito pelas liberdades individuais de consciência e religião, direitos, liberdades e garantias.
As sociedades plurais, verdadeiro fundamento das sociedades autenticamente democráticas, registam na sua essência, a virtude do respeito na convivência entre opositores políticos, porque a condição humana tem alguma relação com a política, mas esta pluralidade é especif**amente a condição de toda a vida política.
Em democracia não é encantador comemorar Abril quando existem retrocessos democráticos que colocam em causa o respeito pelos contrários, se tenta condicionar a liberdade de opinião e expressão, nomeadamente, àqueles que tendo sido eleitos se encontram em representação política dos cidadãos que os elegeram.
O Movimento de cidadãos que orgulhosamente aqui represento, uma minoria política, goza contudo do privilégio de participar da vida política deste Concelho em representação dos seus eleitores, pelo que, se para alguns existe a ideia preconceituosa de que só aqueles que fazem parte do ”establishment” e integram o ”mainstream” politico-mediático podem participar da vida política, é hora de abandonar a zona de conforto e respeitar os cidadãos.
Em democracia, ao conforto das maiorias políticas não deverá corresponder o desconforto das minorias, porque os motivos que num determinado momento levam os eleitores a votar em um determinado candidato, nem sempre se postulam de igual forma em momento futuro, o que não permite às maiorias eternizar-se no poder ou predizer, com um grau considerável de acerto, qual a direção das escolhas futuras. O comportamento eleitoral, enquanto fenómeno social, está entre os fenómenos políticos mais difíceis de atribuir previsibilidade.
É num contexto de escolha e avaliação que o poder local democrático, talvez das maiores conquistas de Abril, se renova e reinventa de quatro em quatro anos, para poder permitir a escolha direta dos cidadãos. O ano de 2017 ser disso mesmo exemplo.
As autarquias locais, Freguesias e Municípios, por serem os órgãos de poder mais próximos dos eleitores, são também aqueles que mais facilmente permitem o escrutínio popular, uma avaliação de desempenho aos atores políticos, aos modelos de governação, ao desenvolvimento local e regional, ao investimento ou endividamento públicos, à qualidade de vida dos cidadãos.
A democracia de hoje vive sobre o efeito de um fenómeno comumente designado por “populismo”, um conceito com diversos entendimentos, quiçá uma leitura imediatista e superficial do interesse geral, algo pouco consentâneo com o rigor e ponderação que se impõe ao Estado e seus agentes para a condução dos negócios públicos, algo que a todos deve preocupar, porque mina os alicerces da democracia representativa e afasta os cidadãos de um debate sério em torno dos principais desígnios das políticas públicas, sejam elas nacionais ou locais.
As instâncias da representação não podem estar reféns de populismos eleitoralistas, exigem mais dos seus dirigentes, exigem uma gestão ponderada da tensão que sempre existe entre as legítimas aspirações de uns e os interesses legítimos de todos, porque os recursos são escassos e a equidade deve sempre estar presente na prossecução dos fins públicos em reforço da coesão social.
Os novos desígnios nacionais da Democracia são o de construir um país menos desigual, promotor de bem-estar e de oportunidade para todos, que resolva os problemas de crescimento económico, do desemprego estrutural, do desemprego jovem e, acima de tudo, da desigualdade social e económica, da pobreza e exclusão social.
A descrença que muitos cidadãos têm da política e dos políticos é resultado de uma quebra acentuada na esperança de um futuro melhor, para si e para as gerações vindouras, as mesmas raízes sociais que hoje explicam cientif**amente fenómenos como o terrorismo e os preocupantes radicalismos ideológicos, numa Europa cada vez menos coesa em reflexo de políticas fiscais e orçamentais penalizadoras dos cidadãos.
A Democracia portuguesa, não está imune aos novos desafios da União Europeia, é por isso necessário uma maior participação cívica dos cidadãos, é preciso manter bem vivos os desígnios nacionais de Abril e da cidadania ou seremos engolidos pelo vazio de uma democracia demasiado preenchida por mediatismos e populismos.
Não sou da geração que esteve presente nos acontecimentos de Abril de 1974, mas foi uma das destinarias de tao nobre desígnio. Foi na verdade uma revolução feita por jovens que pensavam como jovens.
Quarente e três anos depois, ainda hoje, essa juventude a quem se destinavam os ideiais de Abril, é apelidada de “rasca” e com o diluir das promessas e ilusões, passou a sentir-se “à rasca”.
Não mudando este paradigma, teremos sim jovens enrascados, encalhados e e excluídos, ainda que formados superiormente.
Pertenço à geração mais qualif**ada de sempre mas também à mais exigente, a qual pretende, anseia e reivindica.
A que quer e pretende que uma das maiores e importantes conquistas de Abril, o poder local, o seja na sua plenitude, pureza e sem tibiezas desconcertantes.
Temos de decidir sobre o país que queremos, a política que pretendemos ter e ensinar no alcance de um país melhor, mais próspero, mais humano, mais feliz, onde permaneça sempre a esperança, resistência e persistência.

Dizia então Ari dos Santos, em “O Futuro”:
" Isto vai meus amigos isto vai
um passo atrás são sempre dois em frente
e um povo verdadeiro não se trai
não quer gente mais gente que outra gente.

Isto vai meus amigos isto vai
o que é preciso é ter sempre presente
que o presente é um tempo que se vai
e o futuro é o tempo resistente.

Depois da tempestade há a bonança
que é verde como a cor que tem a esperança
quando a água de Abril sobre nós cai.

O que é preciso é termos confiança
se fizermos de Maio a nossa lança
isto vai meus amigos isto vai. "
Viva o 25 de Abril
Viva o Concelho de Belmonte
Viva Portugal

Pessoas pelo Concelho de Belmonte

23/02/2017

BELMONTE -NOVO EMPRÉSTIMO DE 500 MIL EUROS

DECLARAÇÃO DE VOTO

A bancada do MOVIMENTO INDEPENDENTE PESSOAS PELO CONCELHO DE BELMONTE, consciente da responsabilidade que assumiu perante os munícipes deste Concelho, coerente com os princípios que sempre defendeu, do rigor e da transparência na gestão da coisa pública, tem exercido o seu mandato em dissonância completa com a gestão despesista do atual executivo municipal, pelo que e mais uma vez, não se revê nos pressupostos e argumentos apresentados, manifestando desde logo a sua posição política de não concordância pela contratação do empréstimo de curto prazo.
Não podemos no entanto deixar de referir, para relembrar, que a nossa posição política sobre contração de empréstimos de curto, médio ou longo prazo, decorre sempre da avaliação ao desempenho do executivo municipal, designadamente, informação financeira, investimentos em curso ou realizados, assunção de compromissos e prazos de pagamento, ou ainda a transparência municipal, evidências de uma gestão que sendo assumidamente despesista é simultaneamente inconsequente e caótica.
Estamos certos que o caminho não é este e que água mole em pedra dura, tanto dá até que fura.
Assim, importa pois deixar claro e justif**ado o voto da bancada independente, aliás como sempre o fizemos até à presente data, sob pena de não nos apontarem o exercício do mandato assente na pura oposição.
Ainda assim, e mesmo considerando que todo o processo esteja legalmente traçado em cumprimento com o disposto com o artigo 49º da Lei nº 73/2003 de 3 de Setembro, nomeadamente:
* Que os municípios podem contrair empréstimos, incluindo aberturas de crédito junto de quaisquer instituições autorizadas pela lei a conceder crédito (…);
* Os empréstimos são obrigatoriamente denominados em euros e podem ser de curto prazo (…);
* O pedido de autorização à assembleia municipal para a contracção de empréstimos é obrigatoriamente acompanhado de informação sobre as condições praticadas em, pelo menos, três instituições autorizadas por lei a conceder crédito (…);

A contração deste empréstimo, sendo de curto prazo, está legalmente confinado a suprir dificuldades temporárias de tesouraria, no entanto, a informação financeira do executivo apresenta um super ávite de aproximadamente 306 mil euros entre a Receita Global e a Despesa Global, razão pela qual se questiona coerentemente da necessidade da contração deste empréstimo para fazer face a despesas e compromissos correntes, pelo que, a sua necessidade apenas encontra eco numa deficiente planif**ação orçamental, associado a um despesismo constante e desregrado, que aliás vem sendo prática deste executivo socialista.
Esse não é o caminho certo, o caminho correto é o da eficiência dos recursos.
Não temos dúvidas quanto à legalidade desta decisão, porém entendemo-la como uma medida de gestão do actual executivo, pelo que nos dissociamos de tal necessidade face ao facto de não concordarmos com a forma como os destinos do concelho têm sido geridos. De qualquer modo, estamos certos que obterão o voto favorável da bancada socialista e mais uma vez o futuro nos confirmará qual o destino a dar a este dinheiro.
Assumindo que cabe a todos nós arcar com as decisões conscientemente tomadas, a bancada do MOVIMENTO INDEPENDENTE MOVIMENTO INDEPENDENTE PESSOAS PELO CONCELHO DE BELMONTE, assente na exposição anteriormente traçada, e pela coerência que responsavelmente sempre assumimos na defesa da gestão dos dinheiros públicos, outra posição não nos é permitida que não seja o voto CONTRA a contracção deste empréstimo de curto prazo.

LEI ELEITORAL AUTÁRQUICA A DEBATENo âmbito da candidatura autárquica INDEPENDENTE que concretizámos no passado ano de 20...
18/10/2016

LEI ELEITORAL AUTÁRQUICA A DEBATE

No âmbito da candidatura autárquica INDEPENDENTE que concretizámos no passado ano de 2013 através do Movimento Pessoas pelo Concelho de Belmonte, não poderíamos f**ar indiferentes às propostas de alteração legislativa à LEA (Lei Eleitoral Autárquica) em matéria de candidaturas por grupos de cidadãos eleitores, atento o fato de o debate parlamentar estar agendado para o próximo dia 21 de Outubro 2016, próxima sexta-feira.

Apesar de considerarmos as diferentes alterações propostas pelo BE, CDS, PS como pequenas e cirúrgicas mudanças na lei, a excepção ou resistência à mudança vem mesmo do PSD que inicialmente se propôs remeter ao silêncio, até ao debate parlamentar, mas que em declarações mais recentes fechou a porta a alterações à lei autárquica, à semelhança do P*P que se recusa a entrar no “jogo” porque em seu entendimento “não há razões que justifiquem a abertura de um processo de alteração da lei eleitoral”. A realidade é que a serem aprovadas, tais alterações poderão ser consideradas como um pequeno mas signif**ativo avanço dos valores da cidadania no contexto da representação política, de proximidade entre eleitos e eleitores, que gradual e tendencialmente vai aproximando os direitos da cidadania aos direitos instalados da partidocracia.

Assim sendo e pelo impacto político que as propostas conhecidas poderão vir a ter no desenho futuro do próximo ato autárquico, facilitadoras na concretização de candidaturas independentes, desde a possibilidade de substituição até um quarto dos candidatos efectivos em caso de morte, desistência ou inelegibilidade, passando pelo número exigível de assinaturas de eleitores proponentes que independentemente da dimensão do círculo autárquico uniformiza a regra em apenas 1,5% dos eleitores inscritos, ou ainda a possibilidade de as candidaturas poderem usar símbolo próprio nos boletins de voto, matérias que é nosso dever comunicar para assinalar os principais Projetos de Lei (alterações) propostos a debate parlamentar:

25/08/2016

OS NÚMEROS NÃO ENGANAM

INVESTIMENTOS SUÍÇOS NO CONCELHO DE BELMONTE:

270 ALUNOS – Seria o número mágico de alunos que já deveria estar a povoar o Concelho de Belmonte, mais concretamente as Freguesias de Belmonte e Caria, após o anúncio público realizado pelo presidente da Câmara, na reunião do executivo efectuada a 23 de Junho de 2015, distribuídos da seguinte forma:

• SWISS SCHOOL of ECONOMICS – 120 ALUNOS POR ANO, o que equivale a dizer, 60 alunos por semestre.

• ESCOLA SUPERIOR DE HOTELARIA – 150 ALUNOS POR ANO.

Fonte:
http://www.cm-belmonte.com/sites/default/files//custom/attach/rc/acta_da_reuniao_de_23_de_junho_de_2015.pdf

PRAZO MÉDIO DE PAGAMENTO A FORNECEDORES:

289 DIAS – Será o prazo médio de pagamento a fornecedores, apurado em 30/6/2016 com base nos dados reportados pelas autarquias locais, através do Sistema Integrado de Informação das Autarquias Locais (SIIAL) extraídos a 20/7/2016, tal como bem refere o jornal “O Interior” na sua edição de 18/8/2016, por comparação com outros municípios da região.

Convém recordar que no final do anterior mandato, em 2013, o prazo médio de pagamento a fornecedores era de 103 DIAS, a que corresponde a seguinte evolução:

ANO DE 2013 – 103 DIAS
ANO DE 2014 – 252 DIAS
ANO DE 2015 – 254 DIAS
ANO DE 2016 – 289 DIAS (dados a 30/6/2016)

Fontes:
https://www.portalmunicipal.pt/home?locale=pt
http://www.ointerior.pt/noticia.asp?idEdicao=876&id=52065&idSeccao=12558&Action=noticia

RENTRÉE POLÍTICAApós uma deliberada paragem para "banhos", escolhemos o dia de hoje para a rentrée política, não por uma...
22/08/2016

RENTRÉE POLÍTICA

Após uma deliberada paragem para "banhos", escolhemos o dia de hoje para a rentrée política, não por uma questão de calendário mas sim porque o dia de hoje vai marcar o início de uma "nova" e acutilante agenda política.

A escolha desta célebre frase de Mark Twain, não é ocasional, é o assumir do ingrato, mas simultaneamente estimulante, estatuto de oposição responsável, ou seja, o reconhecimento da dificuldade que sempre existe, em separar o embuste da verdade.

Inalteráveis no nosso propósito,continuaremos a ser a voz activa da cidadania, que incomoda porque informa, compara e denuncia.

RECOLHA E TRANSPORTE DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOSA viatura da foto, que TODOS CONHECEMOS por “CAMIÃO DO LIXO” é parte int...
08/06/2016

RECOLHA E TRANSPORTE DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS

A viatura da foto, que TODOS CONHECEMOS por “CAMIÃO DO LIXO” é parte integrante de um contrato “leonino” celebrado entre o Município de Belmonte e a LUREC – LIMPEZA URBANA e RECICLAGEM, S.A. (506 423 212) cujas condições contratuais se transcrevem:
CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS:
_____”Que a execução desta prestação de serviços obedece às seguintes condições: a) O serviço irá ser executado na forma e nas condições estipuladas no Caderno de Encargos e Anexo II, que neste contrato se dão como reproduzidos; b) O presente contrato terá a duração de 6 meses com início no dia 01 de março de 2016 c) O segundo outorgante toma de aluguer a viatura 31-04-TV, pelo montante mensal de 1.250€, propriedade do Município, sendo da sua responsabilidade exclusiva os custos de INSPEÇÃO, MANUTENÇÃO, FUNCIONAMENTO e SEGUROS;” entre outras, designadamente o AJUSTE DIRETO, por um período de 180 dias, pelo valor contratual de 36.000€, acrescido de IVA à taxa legal em vigor.

BOAS PRÁTICAS…
Fonte: base.gov.pt

Em 03-07-2015 foi lançado na base.gov um PRIMEIRO contrato (documento 12 ADJ-RSU-CCP. pdf) celebrado em 5-06-2015, pelo período de 180 dias, com início a 15-06-2015 e términus a 15-12-2015, pelo valor de 36.000€, acrescido de IVA à taxa legal em vigor.
• Código: 90511100-3 – serviço de recolha de resíduos sólidos urbanos.

DUPLICAÇÃO DE CONTRATOS E VALORES PAGOS em período de TEMPO COINCIDENTE

Em 01-04-2016 - Lançado na base.gov um SEGUNDO contrato (documento 1-ADJ-AS-RSU-CCP.pdf) celebrado em 01-03-2016, pelo período de 180 dias, com início a 01-03-2016 e términus a 01-09-2016, pelo valor de 36.000€, acrescido de IVA à taxa legal em vigor.
• Código: 90510000-5 – tratamento e eliminação de resíduos (A)

Em 12-04-2016 - Lançado na base.gov um TERCEIRO contrato (documento 1-ADJ-AS-RSU-CCP.pdf) celebrado em 01-03-2016, pelo período de 180 dias, com início a 01-03-2016 e términus a 01-09-2016, pelo valor de 36.000€, acrescido de IVA à taxa legal em vigor.
• Código: 90511100-3 – serviço de recolha de resíduos sólidos urbanos.

(A) – Atividade REGULADA pelo Decreto-Lei nº 73/2011 de 17 de Junho, DIFERENTE DA REGULAMENTAÇÃO EXIGIDA para o serviço de recolha e transporte de resíduos sólidos urbanos e DIFERENTE DO OBJETO DO CONTRATO.

Endereço

Belmonte
6250

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