Somos Caldas - Hugo Oliveira 2025

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O Hospital Termal voltou a ser notícia nacional. E não pelas razões que todos desejaríamos.O Observador dá destaque às p...
01/09/2026

O Hospital Termal voltou a ser notícia nacional. E não pelas razões que todos desejaríamos.

O Observador dá destaque às perguntas que o PSD colocou e à proposta aprovada para ouvir a empresa responsável pela manutenção dos equipamentos termais.

Perante informações incompletas e sucessivas contradições, exigimos transparência, responsabilidades apuradas e respostas claras.

Defender o Hospital Termal é garantir que tudo será esclarecido e que uma situação desta gravidade não volta a repetir-se.

🔗 Leia a notícia completa no primeiro comentário

Foto: Observador

**HOSPITAL TERMAL | COMUNICADO**A situação do Hospital Termal preocupa-nos seriamente. Não apenas pelo encerramento, mas...
31/08/2026

**HOSPITAL TERMAL | COMUNICADO**

A situação do Hospital Termal preocupa-nos seriamente. Não apenas pelo encerramento, mas pela sucessão de informações que têm vindo a público e, sobretudo, pelas perguntas que continuam sem resposta.

Há duas semanas, o vereador do PSD Hugo Oliveira levantou este assunto em reunião de Câmara. Até então, nunca tinha sido comunicada aos vereadores qualquer situação anómala com esta gravidade.

Perante as questões colocadas, o presidente da Câmara referiu que vários dos problemas encontrados resultariam de trabalhos de manutenção indevidamente executados e informou que os trabalhos com a empresa responsável pela manutenção tinham sido suspensos.

Procurando apurar todos os factos relativos à situação atual do Hospital Termal, solicitámos a presença da Artecer, empresa responsável pela instalação e manutenção dos equipamentos termais, para que possa ser ouvida e sejam esclarecidas as intervenções realizadas, as anomalias verificadas e as eventuais responsabilidades técnicas.

Pedimos igualmente acesso às comunicações trocadas, desde outubro de 2025, entre a empresa e a Câmara Municipal e entre a empresa e a direção técnica das Termas.

Embora o presidente da Câmara considere que a audição da empresa já não faz sentido, por os serviços terem sido entretanto suspensos, entendemos que é indispensável apurar o que aconteceu nas intervenções realizadas ao longo dos últimos dois anos. Segundo o próprio presidente, algumas dessas intervenções terão causado danos à atividade termal e afetado a qualidade dos serviços prestados.

**A audição da Artecer foi aprovada hoje em reunião de Câmara, com quatro votos a favor, dos vereadores do PSD e do CHEGA, e três votos contra, dos vereadores do Vamos Mudar.**

Entretanto, foi tornada pública a deteção de *Pseudomonas*. É fundamental esclarecer, com rigor, em que equipamento ou componente do sistema foi identificada, em que data, através de que análise e quando essa informação foi transmitida ao Município.

Se a situação já era conhecida, importa também perceber por que motivo não foi comunicada aos vereadores quando questionámos o presidente na reunião anterior.

Foram igualmente ouvidos os serviços técnicos do Hospital Termal e solicitado um calendário das situações identificadas e dos equipamentos envolvidos.

O presidente da Câmara tem referido que as características da água termal das Caldas são propícias ao desenvolvimento de bactérias. Admitindo essa realidade, ela não pode servir de explicação para tudo o resto. Pelo contrário: **se o risco é conhecido, maior tem de ser a exigência na prevenção, na manutenção dos equipamentos e na monitorização permanente da água e dos circuitos.**

É necessário assegurar que existem planos de manutenção preventiva, procedimentos adequados, recursos técnicos e humanos suficientes e mecanismos de controlo capazes de identificar problemas antes de estes obrigarem ao encerramento.

Não basta realizar obras de embelezamento do edifício. É indispensável garantir que os sistemas que permitem ao Hospital funcionar estão operacionais e que a qualidade da água é permanentemente assegurada.

Queremos, por isso, conhecer a sequência exata dos acontecimentos desde a identificação da anomalia no furo AC2: que intervenções foram efetuadas, quem as acompanhou e validou, quais os resultados das análises realizadas antes e depois dos trabalhos e que condições terão de estar reunidas para a reabertura.

Queremos igualmente esclarecer quantas vezes foi utilizada a captação JK1, furo de reserva usado em alternativa ao AC2, furo concessionado, desde outubro de 2025; por que motivos; durante quanto tempo; que critérios técnicos determinaram as mudanças entre furos; e se foram cumpridos todos os procedimentos e obtidas as autorizações necessárias.

**Foi, entretanto, clarificado que as alterações na utilização dos furos e os períodos de encerramento do Hospital Termal não tinham sido comunicados às entidades competentes, ao contrário do que o presidente da Câmara afirmara na reunião da semana passada.**

Após essa reunião, a equipa técnica reviu a situação e efetuou as comunicações devidas, facto hoje assumido pelo próprio presidente.

Apesar desta clarificação, continuam por ser entregues documentos e prestados vários dos esclarecimentos solicitados.

É esta insuficiência de respostas, perante a importância do que está em causa, que agrava a nossa preocupação.

**Não pretendemos criar alarmismo. Mas também não aceitamos que um assunto desta dimensão seja tratado através de informações parciais, corrigidas apenas à medida que surgem novas perguntas.**

A transparência é indispensável para proteger a confiança de quem procura as Termas por razões de saúde. E é igualmente necessária para garantir a salvaguarda e a sustentabilidade do próprio aquífero.

Antes de discutir um novo balneário ou qualquer outro investimento, é urgente conhecer com rigor a situação atual do aquífero: a sua qualidade, capacidade, regime de recarga, condições de exploração e vulnerabilidades.

**Não podemos avançar para novos planos sem demonstrarmos capacidade para gerir corretamente aquilo que já temos nas mãos.**

O futuro do termalismo das Caldas da Rainha não se constrói sobre dúvidas por esclarecer.

**PSD Caldas da Rainha**

28/08/2026

Há um detalhe que talvez lhe tenha passado despercebido.

Chegou o primeiro episódio de “Sabias que…?”, a nova rubrica do Somos Caldas, com Hugo Oliveira

Em menos de um minuto, um facto aparentemente simples conduz a uma pergunta que merece ser feita.

Veja até ao fim. A última pergunta não pode passar despercebida.

E você, já sabia?

27/08/2026

Uma nova forma de conhecer as Caldas em menos de um minuto...

Todas as semanas, Hugo Oliveira apresenta um novo “Sabias que…?”, a nova rubrica do Somos Caldas.

Em vídeos de 30 a 50 segundos, vamos descobrir factos, histórias e curiosidades sobre a política, a economia, a sociedade, a cultura, o lazer e o desporto do nosso concelho.

Curto, direto e feito para informar mas também para lançar a conversa.

O primeiro episódio chegará em breve.

23/07/2026

Estradas degradadas. Um problema que exige soluções.

Há estradas municipais e caminhos rurais que se degradam cada vez mais depressa. E isso não acontece por acaso.

A atividade florestal tem um papel importante na economia do nosso concelho e deve continuar a tê-lo. Ninguém coloca isso em causa.

Mas também é verdade que o intenso tráfego de veículos pesados associados ao transporte de madeira acelera o desgaste de muitas vias, algumas delas já bastante fragilizadas.

A questão, por isso, não é apontar o dedo aos madeireiros.

A questão é perceber que mecanismos existem para compatibilizar uma atividade económica essencial com a preservação das infraestruturas públicas.

Quem gere o território tem de antecipar estes impactos e criar soluções. Seja através da definição de percursos mais adequados, de regras de circulação, de programas de manutenção ou de modelos de comparticipação na reparação das vias quando o desgaste resulta de uma utilização particularmente intensiva. Existem exemplos, em vários municípios, de soluções que demonstram que este equilíbrio é possível.

Não podemos continuar a assistir à degradação das estradas e limitar-nos a intervir apenas quando o problema já está instalado.

Gerir o território é também garantir que o desenvolvimento económico acontece de forma responsável e sustentável.

Porque apoiar a atividade económica não pode significar ignorar os custos que ela gera para toda a comunidade. Esses custos também têm de ser assumidos, planeados e geridos por quem tem a responsabilidade de governar o território.

Hugo Oliveira, Jorge Varela e Dora Mendes, vereadores do PSD Caldas da Rainha

E se invertêssemos a lógica?Sempre que se fala do Plano Diretor Municipal, a discussão vai quase sempre para a mesma per...
21/07/2026

E se invertêssemos a lógica?

Sempre que se fala do Plano Diretor Municipal, a discussão vai quase sempre para a mesma pergunta: o que é que o PDM permite ou não permite fazer?

Mas talvez a pergunta devesse ser outra:

Que futuro quer cada freguesia construir e como pode o PDM ajudar a concretizá-lo?

A estratégia de promoção territorial apresentada por Alvorninha mostra bem como este exercício pode ser feito.

A freguesia definiu um conjunto de projetos e prioridades para reforçar a sua identidade e potenciar o seu desenvolvimento: a valorização do Mercado de Santana, da cebola de Alvorninha, da Barragem, da vila histórica, das rotas patrimoniais e de natureza, entre outras iniciativas que procuram afirmar aquilo que distingue este território.

Não devia ser este o ponto de partida da revisão do PDM?

Em vez de perguntar apenas onde se pode construir, talvez devêssemos começar por perguntar que futuro pretende cada território construir para si.

Quais são as suas maiores potencialidades? Que desafios tem pela frente? E que papel quer desempenhar no futuro do concelho?

No caso de Alvorninha, a reflexão impõe-se. Se a freguesia aposta na valorização da sua identidade, como contribui o PDM para o sucesso dessa visão?

De que forma esta nova proposta do PDM reflete e assegura condições para fixar população, para criar emprego, para apoiar a agricultura, serviços ou garantir mobilidade?

Estas perguntas não são apenas sobre Alvorninha. São sobre todas as freguesias do concelho.

Porque Caldas da Rainha não é feita de territórios iguais. Cada freguesia tem identidade, desafios e potencialidades próprias. E é dessa diversidade que deve nascer uma estratégia comum.

E um bom PDM não serve para tratar tudo por igual. Serve para dar a cada território as condições de que precisa para crescer.

Hugo Oliveira, Jorge Varela e Dora Mendes,
Vereadores do PSD Caldas da Rainha

O PDM ainda não está decidido. E é importante que todos saibam disso.Um bom Plano Diretor Municipal constrói-se com part...
12/07/2026

O PDM ainda não está decidido. E é importante que todos saibam disso.

Um bom Plano Diretor Municipal constrói-se com participação. Mas também com transparência.

O PDM vai definir o futuro de Caldas da Rainha durante muitos anos. Por isso, quanto maior for a participação da população, melhor será o resultado final.

O PSD defende uma participação pública ampla, informada e responsável. Mas participar também significa saber em que fase do processo estamos.

Neste momento, a revisão do PDM continua em elaboração. Faltam pareceres de entidades competentes. O documento ainda não foi apreciado nem votado pela Câmara Municipal. Ainda não existe uma proposta formalmente avaliada pelo executivo, nem as forças políticas tiveram oportunidade de se pronunciar sobre ela.

O PSD está a acompanhar o processo e a analisar a documentação disponível. A nossa posição será assumida no momento próprio, quando a proposta for formalmente submetida à Câmara.

As sessões agora anunciadas podem ser uma oportunidade importante para ouvir a população e esclarecer dúvidas. Mas é preciso ter consciência de que o processo ainda está em curso.

Essa clareza protege todos.

Protege os cidadãos, evitando expectativas sobre um documento que ainda pode mudar.

Protege a transparência, permitindo que todos saibam exatamente sobre o que estão a participar.

Protege o próprio debate democrático, respeitando o papel dos órgãos municipais que ainda vão analisar, discutir e deliberar.

Vamos continuar a acompanhar a revisão do PDM, a ouvir a população e a apresentar, com responsabilidade, as preocupações e propostas que consideramos importantes para o futuro de Caldas da Rainha.

Porque um bom PDM constrói-se com a participação de todos mas também com rigor, transparência e confiança.

Hugo Oliveira, Jorge Varela e Dora Mendes
Vereadores do PSD Caldas da Rainha

09/07/2026

8 milhões de euros de empréstimo. E mais de metade não é para as intempéries.

A Câmara pediu um empréstimo de 8 milhões de euros apresentado como resposta excecional aos danos das tempestades. O que, naturalmente, compreendemos.

O que não se compreende é que mais de metade desse dinheiro vai financiar obras que já estavam previstas há anos. Obras que podiam ter tido financiamento por fundos comunitários. E não tiveram.

Porquê?

A biblioteca. A creche dos Carreiros. A requalificação de uma escola. São investimentos importantes, ninguém diz que não. Mas investimentos que deviam estar no planeamento normal da Câmara, não a ser pagos com juros bancários pelos caldenses.

Empréstimos extraordinários existem para situações extraordinárias. Não para compensar oportunidades perdidas nem falhas de planeamento.

Essa explicação está por dar. E os caldenses merecem ouvi-la.

Hugo Oliveira, Jorge Varela, Dora Mendes,
Vereadores do PSD Caldas da Rainha e Deputados Municipais do PSD - António Cipriano

Em defesa do nosso HospitalHoje foi anunciado o arranque do estudo sobre a localização do novo Hospital do Oeste.Já no m...
06/07/2026

Em defesa do nosso Hospital

Hoje foi anunciado o arranque do estudo sobre a localização do novo Hospital do Oeste.

Já no mandato passado, e há vários meses, o PSD defendeu que este estudo fosse encomendado pela Câmara Municipal para que Caldas da Rainha pudesse preparar, com tempo e com argumentos técnicos, a defesa dos seus interesses. A proposta foi aprovada por unanimidade. É positivo ver que começa agora a ganhar forma.

Numa matéria desta importância, não basta confiar que outros defenderão Caldas da Rainha. O concelho tem de fazer ouvir a sua voz. E se a OesteCIM não refletir essa voz nas suas posições, então terá de se questionar seriamente se faz sentido continuar a estar representado por quem não defende os interesses do Oeste e em particular de Caldas da Rainha.

O Hospital continua em disputa e persistem movimentos que defendem a sua localização noutro concelho. O estudo agora anunciado tem de ser apenas o primeiro passo e não o único.

É tempo de ação. Câmara Municipal, Assembleia Municipal, instituições, associações e população têm de se unir numa posição firme e mais musculada na defesa de um equipamento essencial para o Oeste.

Caldas da Rainha não pode perder este hospital. E não vai perder se lutar por ele.

Hugo Oliveira, Jorge Varela e Dora Mendes
Vereadores do PSD Caldas da Rainha

04/07/2026

A Festa Branca pode voltar à Foz do Arelho.

Durante anos foi um dos eventos mais emblemáticos do concelho. Milhares de pessoas. Comércio, restauração e turismo a respirar fundo. Uma noite que ficou na memória de quem lá esteve.

A vereadora em regime de substituição Oleksandra Umanets fez hoje a proposta em reunião de Câmara para que este evento regresse.

Quem tem saudades da Festa Branca?
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Hugo Oliveira, Jorge Varela, Dora Mendes e Oleksandra Umanets (em regime de substituição) Vereadores do PSD Caldas da Rainha

Endereço

Praça Da República
Caldas Da Rainha
2500-798

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