Bloco de Esquerda Castelo de Paiva

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Houve uma “união entre a maioria absoluta do Partido Socialista e a direita para permitir ajustes diretos muito acima do...
27/01/2023

Houve uma “união entre a maioria absoluta do Partido Socialista e a direita para permitir ajustes diretos muito acima dos limites, que estão muito acima para esta JMJ”.
“O que não tem nenhum sentido é decisões de milhões a serem tomadas por ajuste direto nas costas do país e a maioria absoluta que caucionou tudo isto estar calada até agora”.
Catarina Martins fez questão de “registar” que na quinta-feira tenham sido feitas três declarações “completamente contraditórias que criaram mais confusão do esclareceram: por parte da Igreja, do Presidente da Câmara de Lisboa e do Presidente da República”.
“E registo também o absoluto silêncio da maioria absoluta do PS que apoiou o projeto de trazer as jornadas, que apoiou este tipo de investimento e que até aumentou o limite aos ajustes diretos para permitir que acontecesse assim e que toda a gente depois f**asse muito espantada com números porque foram escondidos”.
Catarina Martins defendeu que os investimentos na JMJ deviam ser pagos, “como no resto do mundo, pela própria Igreja”, havendo outras questões, como aquelas que têm a ver com a requalif**ação do território onde a jornada se vai realizar que devia ser discutida “de forma democrática e de forma transparente”.
Sabe mais:
https://24.sapo.pt/.../jmj2023-catarina-martins-critica...

27/10/2022

O PS apresentou um orçamento "de esquerda"? Rejeitá-lo é uma traição à esquerda?
Ou, é esta uma proposta de orçamento que a direita poderia apresentar?
O Pedro Filipe Soares fez um exame à lupa. Vê se concordas com as conclusões a que chegou. ver aqui https://fb.watch/gqvxJRy9mx/

23/06/2022

A despesa do SNS com externalizações e contratualizações tem aumentado ano após ano. E de cada vez que aumenta o SNS f**a mais degradado. Na verdade, a receita liberal é que tem sido o problema do SNS. Recorre-se demais (e não de menos) ao setor privado.

Militantes e ativistas de esquerda de vários países juntam-se este ano em Aveiro nesta iniciativa da Transform Europe e ...
13/06/2022

Militantes e ativistas de esquerda de vários países juntam-se este ano em Aveiro nesta iniciativa da Transform Europe e do Partido da Esquerda Europeia (European Left). Seminários, workshops, debates e momentos culturais para pensar coletivamente o caminho de uma esquerda forte na Europa e no mundo!
Inscreve-te (até dia 10 de junho) em: https://docs.google.com/.../1t4gUQiEZZCwg9j-JWuRgxL.../edit
Conhece o programa aqui: https://www.european-left.org/cam.../summer-university-2022/

Celebramos hoje o Dia Internacional Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, data que assinala o dia em que a homossexu...
17/05/2022

Celebramos hoje o Dia Internacional Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, data que assinala o dia em que a homossexualidade foi retirada da Classif**ação de Doenças da Organização Mundial de Saúde.

Nesta data, saudamos as conquistas mais recentes das pessoas e comunidades LGBTI+ em Portugal, como a aprovação de quatro projectos de lei que proíbem a discriminação de pessoas Homosse***is ou Bisse***is na dádiva de sangue ou o direito à autodeterminação da Identidade de género e expressão de género e à proteção das características se***is de cada pessoa, mas não podemos esquecer os obstáculos à livre existência de pessoas LGBTI+ num ano em que Portugal desceu seis lugares (de 4 para 10) no Rainbow Map da ILGA Europa, que classif**a os países europeus de acordo com as suas leis e políticas LGBTQI+.

Recordamos que só em 1982 se conseguiu a descriminalização da homossexualidade em Portugal, hoje a igualdade em função da orientação sexual está consagrada na lei: no acesso ao casamento e à adoção, no direito à autodeterminação de género e no princípio constitucional da igualdade que garante tratamento igual e a proibição da discriminação. A realidade, hoje, é muito diferente da que se vivia na viragem para o século XXI, hoje existem centros de acolhimento LGBTI, existe mais informação, planos de ação para a inclusão, formação para a cidadania e igualdade, temos uma sociedade mais aberta e inclusiva.

No entanto, com a onda de reação de vários setores políticos mais conservadores que pretendem reverter os processos alcançados por estas lutas, devemos continuar atentas/os e mobilizadas/os.

Reforçamos que no caminho para uma sociedade mais livre e inclusiva devem ser criadas políticas públicas que combatam as situações de discriminação que subsistem no dia a dia das pessoas LGBT+, que incluem o bullying homo e transfóbico, e as práticas de conversão sexual proibidas

DN corrige editorial
02/03/2022

DN corrige editorial

Direito de respostaA opção de uma subdiretora pela ficçãoNo editorial do Diário de Notícias desta terça-feira, a subdire...
02/03/2022

Direito de resposta
A opção de uma subdiretora pela ficção
No editorial do Diário de Notícias desta terça-feira, a subdiretora Joana Petiz critica a posição do Bloco de Esquerda face à guerra na Ucrânia. Essas considerações baseiam-se em três mentiras.
1. Escreve Joana Petiz que “o Bloco e o P*P rejeitaram participar em protestos contra a invasão russa”. O Bloco apelou publicamente à participação na manifestação em frente à embaixada da Federação Russa, na qual Catarina Martins esteve presente para afirmar que “é importante que em todo o mundo os povos se levantem a dizer não à guerra, a dizer que a invasão russa à Ucrânia tem de parar e que é inaceitável”. Estas declarações foram citadas por diversos órgãos de comunicação social. Não era sequer necessário que a subdiretora do Diário de Notícias tivesse questionado o Bloco sobre a sua posição, bastava que lesse os jornais.
2. Escreve também Joana Petiz que a recusa de participar nesta manifestação se baseia na “aparente desculpabilização do impulso russo”. O Bloco condenou desde o primeiro momento a intervenção de Vladimir Putin. Num comunicado público e enviado ao Diário de Notícias a 23 de Fevereiro, a Comissão Política do Bloco de Esquerda referia que “Portugal deve condenar a aventura militar de Putin” e que “o governo português deve, no quadro da União Europeia, insistir na via diplomática para definir termos de cessar fogo no Donbass e para a convivência na região”. No dia seguinte, o líder parlamentar do Bloco de Esquerda afirmou no Parlamento que “o Bloco de Esquerda condena, sem reserva, o ataque que está em curso e a ocupação do território de um país soberano”. Não há equívoco que justifique a referência da subdiretora do Diário de Notícias: o Bloco de Esquerda condenou em todos os momentos a invasão imperialista russa.
3. Por fim, escreve Joana Petiz que esta terça-feira “o Bloco de Esquerda absteve-se” na votação em que o Parlamento Europeu condenou a invasão russa da Ucrânia. Ao contrário do que escreve, os dois eurodeputados do Bloco votaram a favor da condenação da Rússia. De tal forma é errada a referência de Joana Petiz que um outro texto do Diário de Notícias, publicado pela jornalista Susana Salvador, foi corrigido com a seguinte nota: “Uma primeira versão dizia, erradamente, que os dois eurodeputados do Bloco de Esquerda tinham optado pela abstenção na votação no Parlamento Europeu, quando na realidade votaram a favor.” Na declaração de voto que entregaram - e que está publicada - os eurodeputados do Bloco dizem explicitamente: “Votámos a favor da resolução no seu conjunto, apesar das divergências manifestadas, porque o seu fundamental garante um quadro de ações e sanções que enfraquecem a capacidade económica da Rússia para prosseguir a invasão da Ucrânia”.
Joana Petiz tem funções de responsabilidade no Diário de Notícias e não pode atribuir tamanhos erros a mera negligência no momento de se informar. A subdiretora do DN tinha uma opinião para dar sobre a posição do Bloco. Como a realidade não viabilizava a sua opinião, optou pela ficção.

23 anos de Bloco de EsquerdaO que nos propomos é deixar a retórica da esquerda para o PS e agrupar à esquerda as forças ...
28/02/2022

23 anos de Bloco de Esquerda
O que nos propomos é deixar a retórica da esquerda para o PS e agrupar à esquerda as forças que querem passar da retórica à prática. Fernando Rosas definia assim ao que o Bloco se propunha.
Podes consultar o Manifesto Fundador "Começar de Novo" aqui:https://www.bloco.org/media/comecardenovo.pdf

Há 15 anos, o "SIM" venceu o referendo sobre a despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez.Até então as mulhere...
11/02/2022

Há 15 anos, o "SIM" venceu o referendo sobre a despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez.

Até então as mulheres eram perseguidas, humilhadas e condenadas por uma decisão sobre o seu próprio corpo.Após anos de luta de tantas mulheres, organizações e profissionais de saúde foi possível acabar com uma lei sem sentido que criminalizava as mulheres, violando os seus direitos. A despenalização resultou no fim das mortes por abortos clandestinos, no decréscimo das interrupções, numa maior consciencialização e investimento no planeamento familiar. A IVG passou finalmente a ser vista como uma questão de saúde pública e não como um crime pelas quais as mulheres podiam ser obrigadas a cumprir pena de prisão.

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