Chaves - Junta Freguesia de Santa Maria Maior

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06/09/2026

XXIII DOMINGO DO TEMPO COMUM
Igreja Matriz de Chaves

NOSSA SENHORA DAS BROTAS | UMA DEVOÇÃO SECULAR EM CHAVESEntre as muralhas do Forte de São Neutel, permanece viva uma das...
05/09/2026

NOSSA SENHORA DAS BROTAS | UMA DEVOÇÃO SECULAR EM CHAVES

Entre as muralhas do Forte de São Neutel, permanece viva uma das tradições religiosas mais marcantes da nossa freguesia: a devoção a Nossa Senhora das Brotas.

A sua história começa longe de Chaves.

O culto a Nossa Senhora das Brotas tem origem no Alentejo, na atual freguesia de Brotas, concelho de Mora, e remonta ao século XV.

Segundo a antiga tradição, um pastor viu a sua vaca cair num barranco e morrer. Desesperado por perder aquele que era um dos principais sustentos da família, invocou a proteção da Virgem. Nossa Senhora ter-lhe-á aparecido e pedido que chamasse os habitantes das proximidades para ali erguerem uma capela.

Quando regressou ao local, encontrou o animal novamente vivo.

É deste episódio, transmitido ao longo de séculos pela tradição popular, que nasce a devoção a Nossa Senhora das Brotas.

Mas como chegou esta devoção até Chaves, a centenas de quilómetros do seu lugar de origem?

É precisamente aqui que a história flaviense ganha uma identidade própria.

No local onde hoje se ergue o Forte de São Neutel já existia uma pequena capela antes da construção da fortificação em pedra, iniciada por volta de 1664, durante a Guerra da Restauração. O Forte foi construído preservando essa capela no seu interior, associada a São Neutel ou Santo Eleutério.

É nesse espaço que encontramos também a presença de Nossa Senhora das Brotas.

Os estudos existentes apontam para uma forte ligação entre esta devoção e o meio militar instalado em Chaves. A tradição é associada ao período do general Francisco Freire de Andrade e Sousa, ligado à construção do Forte e com passagem militar pelo Alentejo. Contudo, não existe documentação conhecida que permita afirmar, com absoluta certeza, quem trouxe pela primeira vez o culto de Nossa Senhora das Brotas para Chaves.

Sabemos, porém, que a devoção criou raízes.

Ao longo dos séculos, deixou de estar circunscrita às muralhas e aos militares.

Passou para o povo.

Para as famílias que viviam junto ao Forte.
Para gerações de militares que serviram em Chaves.
Para aqueles que partiam e regressavam.
Para todos os que encontravam nesta devoção um símbolo de proteção, fé e esperança.

Nasceu assim uma ligação profunda entre Nossa Senhora das Brotas, o Bairro dos Fortes, o Forte de São Neutel e a cidade de Chaves.

Uma ligação que chegou aos nossos dias.

Todos os anos, no tempo da Pascoela, a tradição volta a cumprir-se. A imagem de Nossa Senhora das Brotas parte do Nicho do Bairro dos Fortes, segue em procissão, passa pelo Regimento de Infantaria n.º 19 e dirige-se à capela no interior do Forte de São Neutel.

Os militares continuam a ter um papel particular nesta tradição, transportando o andor e mantendo uma ligação que atravessou gerações.

Mais do que uma festa religiosa, Nossa Senhora das Brotas tornou-se parte da memória coletiva das gentes de Chaves.

Uma devoção nascida no sul de Portugal que encontrou, séculos atrás, uma nova casa no extremo norte.

Uma pequena capela que permaneceu de pé mesmo quando à sua volta se ergueu uma fortaleza.

Uma tradição que passou dos militares para o povo e que o povo soube conservar.

E é talvez aí que reside a verdadeira força desta história:

séculos passam, gerações sucedem-se, mas há tradições que continuam a brotar.

Nossa Senhora das Brotas é uma delas.

Uma história de fé.
Uma história de memória.
Uma história que também é nossa.

03/09/2026

Santo Amaro
Chaves Freguesia de Santa Maria Maior

01/09/2026

Termas de Chaves, Fonte do Povo,
Chaves - Freguesia de Santa Maria Maior

SANTA MARIA MAIOR MAGAZINECASTELO DE CHAVESUma fortaleza, uma cidade, muitos séculos de históriaHá lugares que guardam m...
30/08/2026

SANTA MARIA MAIOR MAGAZINE
CASTELO DE CHAVES

Uma fortaleza, uma cidade, muitos séculos de história
Há lugares que guardam memória.
E há lugares que parecem ter sido construídos pela própria História.
No coração de Chaves, sobre a cidade e junto ao vale do Tâmega, ergue-se a Torre de Menagem — último grande testemunho de um castelo medieval que, durante séculos, foi muito mais do que uma torre.
Foi casa de poder.
Foi lugar de vigilância.
Foi refúgio.
Foi símbolo da autoridade régia.
E foi uma das peças fundamentais da defesa da fronteira portuguesa.
Hoje vemos a torre. Mas, durante a Idade Média, era preciso imaginar muito mais.

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UMA CIDADE DENTRO DE MURALHAS
A fortificação medieval de Chaves não se resumia à Torre de Menagem.
A torre fazia parte de um recinto fortificado e de uma cerca urbana, destinada a proteger a população que vivia na vila. As muralhas definiam os limites de uma Chaves medieval muito diferente daquela que conhecemos atualmente.
Dentro delas encontravam-se ruas estreitas, casas, espaços de armazenamento, áreas de circulação e estruturas ligadas à defesa e à administração.
A muralha não era apenas pedra.
Era a fronteira entre o mundo protegido e o mundo exterior.
Quando os portões se fechavam, ao cair da noite, a cidade transformava-se num espaço fechado e controlado. Durante períodos de ameaça, a população podia procurar proteção junto da fortificação.
E por detrás dessas muralhas viviam pessoas muito diferentes entre si: homens de armas, oficiais, artesãos, comerciantes, agricultores, clérigos e famílias que dependiam da vida económica da vila.
O castelo era, portanto, uma peça central de uma comunidade inteira.

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A GRANDE TRANSFORMAÇÃO DE D. AFONSO III E D. DINIS
A fortificação que hoje associamos ao castelo medieval começou a ganhar a sua forma gótica sobretudo a partir do século XIII.
Em 1258, D. Afonso III concedeu foral a Chaves, reforçando a importância política e administrativa da vila. É também a este período que se associa o início do grande programa defensivo medieval.
As obras continuariam durante o reinado de D. Dinis, um dos monarcas portugueses que mais investiu na organização militar das zonas fronteiriças.
A Torre de Menagem foi construída como uma poderosa estrutura de defesa e domínio visual sobre o território.
As suas paredes espessas, as pequenas aberturas e a posição elevada não eram elementos meramente decorativos.
Eram uma resposta a um mundo em que uma vila fronteiriça podia ser atacada a qualquer momento.

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QUEM VIVIA NO CASTELO?
É fácil imaginar um castelo medieval como uma enorme residência onde viviam permanentemente cavaleiros e reis.
A realidade era bastante mais complexa.
O castelo era sobretudo uma estrutura militar e administrativa.
O poder estava representado pelo alcaide, responsável pela defesa da praça, pela organização da guarnição e pela autoridade sobre a fortificação.
Havia homens de armas, responsáveis pela vigilância das muralhas e das portas. Havia também trabalhadores, artesãos e pessoas encarregadas de assegurar o funcionamento quotidiano daquele pequeno mundo fortificado.
E, naturalmente, havia a população civil.
A vida acontecia ao ritmo das estações, das feiras, do comércio, da agricultura e das necessidades da defesa.
Os homens trabalhavam nos campos, nas oficinas e no comércio. As mulheres participavam intensamente na economia doméstica e artesanal. Crianças cresciam entre as casas, as ruas, os animais e o movimento constante da vila.
E quando soavam os sinais de perigo, todos sabiam que as muralhas deixavam de ser apenas o limite da cidade.
Passavam a ser a sua proteção.

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UMA VIDA MARCADA PELA FRONTEIRA
Ser flaviense na Idade Média significava viver numa região estratégica.
Chaves estava próxima da fronteira e numa zona de passagem entre diferentes territórios.
Isso trouxe comércio e riqueza, mas também trouxe insegurança.
As guerras entre Portugal e Castela fizeram parte da história da região.
E em tempos de conflito, a vida quotidiana mudava radicalmente.
Os portões eram controlados, as muralhas vigiadas e os homens capazes de combater podiam ser chamados para a defesa.
Dentro das casas armazenavam-se alimentos. Os animais tinham importância fundamental. O fogo, a água, o pão, o vinho e os cereais eram elementos essenciais para a sobrevivência.
Não existia a iluminação pública que hoje conhecemos.
Ao cair da noite, a escuridão dominava as ruas.
A luz vinha das velas, das candeias e das lareiras.
E, acima de tudo, havia a vigilância.
Do alto das muralhas era possível observar os caminhos de aproximação à vila e perceber, muito antes de qualquer combate, se alguma força inimiga se aproximava.

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1385–1386
QUANDO CHAVES FOI CERCADA
Um dos episódios mais dramáticos da história medieval de Chaves aconteceu durante a crise de 1383-1385.
Depois da batalha de Aljubarrota, a questão da sucessão portuguesa ainda estava longe de estar resolvida em todos os territórios.
Chaves tomou posição favorável a D. Beatriz e a D. João I de Castela.
Em 1386, as forças portuguesas comandadas pelo Condestável D. Nuno Álvares Pereira cercaram a vila.
O cerco prolongou-se durante meses.
Imagine-se a cidade naquele momento.
Portões fechados.
Muralhas ocupadas.
Homens armados nas ameias.
População confinada.
Falta de alimentos.
Medo.
Do lado de fora, o exército sitiador.
Do lado de dentro, o castelo e a vila dependiam da resistência das suas muralhas e daqueles que as defendiam.
Finalmente, o alcaide-mor Martim Gonçalves de Ataíde rendeu-se.
A história de Chaves entrava numa nova etapa.

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O CASTELO E OS BRAGANÇA
A ligação de Chaves à poderosa Casa de Bragança também marcou profundamente a história da fortificação.
No século XV, D. Afonso, primeiro Duque de Bragança, escolheu Chaves para fixar residência.
Em 1410, mandou construir junto à Torre de Menagem o Paço dos Duques de Bragança
O castelo deixava assim de ser apenas uma máquina de guerra.
Era também um espaço de poder senhorial.
Aqui cruzavam-se interesses militares, políticos e económicos.
O paço representava uma forma diferente de habitar o espaço fortificado: já não apenas o cavaleiro em tempo de guerra, mas também o nobre rodeado pela sua casa, servidores e dependentes.

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CHAVES VISTA HÁ MAIS DE 500 ANOS
No início do século XVI, um homem percorreu as principais fortalezas portuguesas para as desenhar.
Chamava-se Duarte de Armas.
O seu Livro das Fortalezas constitui hoje uma das mais extraordinárias fontes visuais para compreender como eram as fortificações portuguesas.
E Chaves aparece nesse importante registo.
A imagem revela uma fortaleza muito diferente daquela que hoje vemos.
A Torre de Menagem dominava o conjunto e a vila encontrava-se protegida pela sua cintura de muralhas.
Era uma Chaves ainda medieval, mas já prestes a entrar numa nova época.

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QUANDO A PÓLVORA MUDOU AS MURALHAS
Durante a Idade Média, muralhas altas e torres elevadas eram fundamentais.
Mas a guerra mudou.
A artilharia tornou-se cada vez mais poderosa.
Uma parede vertical e alta, tão eficaz contra escadas e armas de assalto medievais, podia tornar-se um alvo perfeito para os canhões.
Depois de 1640, com a Guerra da Restauração e a guerra contra Espanha, Chaves voltou a assumir uma importância militar extraordinária.
Entre 1658 e 1662, as muralhas foram reconstruídas e adaptadas às novas exigências da guerra.
Surgiram estruturas mais baixas e resistentes, associadas a um sistema de defesa abaluartado.
Foram construídos o Revelim da Madalena e o Forte de São Francisco.
Poucos anos depois, entre 1664 e 1668, surgiu o Forte de São Neutel.
A velha fortificação medieval passava a integrar uma verdadeira praça-forte.

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AS MURALHAS QUE DESAPARECERAM
É talvez esta uma das histórias menos conhecidas do Castelo de Chaves.
Grande parte da fortificação que existiu já não existe.
As muralhas que outrora definiam os limites da vila foram sendo alteradas, reconstruídas, adaptadas e, posteriormente, destruídas ou absorvidas pelo crescimento urbano.
Com a perda progressiva da importância militar das fortificações, aquilo que durante séculos era indispensável passou a ser visto como obstáculo à expansão da cidade.
Troços de muralha desapareceram.
Portas foram demolidas.
Pedra foi reaproveitada.
Novas ruas e edifícios aproximaram-se das antigas estruturas defensivas.
E a cidade foi crescendo para além da velha cerca.
Hoje, alguns vestígios sobrevivem dispersos pela cidade, enquanto outros desapareceram completamente da paisagem.
O que resta é apenas uma parte de um sistema que, no passado, envolvia e protegia Chaves.

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DO CASTELO À MEMÓRIA
Quando as guerras deixaram de exigir as mesmas estruturas defensivas, o castelo perdeu progressivamente a sua função original.
A antiga fortaleza entrou em decadência.
A cidade continuou a crescer.
E as muralhas, outrora símbolo de segurança, tornaram-se pouco a pouco parte de uma paisagem urbana em transformação.
Foi sobretudo no século XX que começaram importantes trabalhos de conservação e restauro.
A Torre de Menagem foi preservada e tornou-se o principal símbolo monumental do antigo castelo.
Hoje alberga o Núcleo Militar, onde se encontram armas, uniformes, bandeiras, peças de artilharia e outros testemunhos da história militar portuguesa.

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HOJE
Hoje podemos caminhar por Chaves sem ouvir o toque dos sinos que anunciava o fecho das portas.
Não vemos os soldados nas ameias.
Não ouvimos o movimento dos carros de bois junto às portas da vila.
Não vemos os habitantes recolherem-se atrás das muralhas quando a ameaça se aproximava.
Mas a pedra permanece.
A Torre de Menagem continua a erguer-se sobre a cidade.
E, junto dela, sobrevivem troços da antiga fortificação, como fragmentos de uma história muito maior.
Cada pedra é uma pequena página.
Cada muralha desaparecida é uma página que já não podemos tocar.
E cada rua que hoje atravessamos pode esconder o traçado de uma Chaves que existiu há centenas de anos.

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UMA CIDADE QUE AINDA GUARDA O SEU CASTELO
O Castelo de Chaves não é apenas uma torre medieval.
É a memória de uma cidade de fronteira.
É a história dos reis que a defenderam, dos nobres que aqui exerceram poder, dos soldados que vigiaram as muralhas e das famílias que viveram à sua sombra.
É também a história de uma cidade que mudou.
As muralhas foram construídas para proteger Chaves.
Mais tarde, algumas foram reforçadas para resistir à artilharia.
Depois perderam a sua função.
E finalmente desapareceram, dando lugar à cidade moderna.
Mas a memória ficou.
E talvez seja essa a verdadeira força de um castelo:
não permanecer intacto,
mas continuar a contar a sua história mesmo depois de muitas das suas pedras terem desaparecido.

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SANTA MARIA MAIOR MAGAZINE
Especial História — Castelo de Chaves
Da pedra medieval à cidade contemporânea, uma viagem pela história, pelas muralhas e pelas pessoas que fizeram de Chaves uma das grandes cidades de fronteira de Portugal.
Chaves — onde cada pedra tem uma história.



Edição de imagens e textos retocados/revistos em IA

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22/08/2026

A Rua Direita em Chaves
É um eixo viário central do centro histórico medieval, alinhado com o antigo traçado da Via Romana XVII, que ligava Bracara Augusta (Braga) a Asturica Augusta (Astorga). O seu nome original significava "rua directa", por conduzir de forma mais direta ao núcleo fortificado e ao castelo.

Origem e Evolução

Época Romana:
O eixo acompanha a herança viária de Aquae Flaviae, servindo de ligação estrutural na área urbana.

Período Medieval:
Afirmou-se como a artéria principal da vila dentro das muralhas, estendendo-se desde uma das portas de entrada defensivas até à zona superior do castelo.

Idade Moderna e Contemporânea:
Ao longo dos séculos, concentrou residências nobres de comerciantes abastados — como os antigos solares setecentistas e oitocentistas — e manteve uma forte vocação comercial que persiste até à atualidade.

Caraterísticas Principais

Traçado e Arquitetura:
Apesar de manter a designação tradicional de "direta", apresenta um perfil pitoresco e sinuoso na malha urbana antiga, conservando edifícios tradicionais com ferros forjados e varandas de traço histórico.

Dinâmica Local:
Funciona como um dos pontos de passagem obrigatória no coração da cidade, unindo a memória arqueológica romana às vivências do comércio tradicional flaviense.

20/08/2026

Há lugares onde o tempo parece desacelerar, e a margem do Rio Tâmega é, sem dúvida, um deles.

​Convidamo-lo a fazer uma pausa e a percorrer um caminho onde a serenidade, o verde suave dos jardins que acolhem a margem e observar o deslizar tranquilo das águas do Tâmega; cada passo é um convite ao desapego e ao descanso da mente.

​É o espaço perfeito para um passeio sem pressas, e nestes dias de calor, sentir a brisa fresca, ouvir o sussurro da natureza e deixar-se envolver pela beleza simples de quem apenas contempla. Assista, respire fundo e venha caminhar connosco na nossa freguesia, em Santa Maria Maior 🌿🌊

Endereço

Avenida Tenente Valadim
Chaves

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 16:00
Terça-feira 09:00 - 16:00
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Sexta-feira 09:00 - 16:00

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