CDS.PP Concelhia de Coimbra

CDS.PP Concelhia de Coimbra Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de CDS.PP Concelhia de Coimbra, Organização política, Coimbra.

Página da Comissão Política do Concelho de Coimbra do CDS-PP, eleita no dia 8 de Fevereiro de 2025, cuja tomada de posse teve lugar em cerimónia pública no dia 14 de Março com a presença do presidente do CDS-PP Nacional, Dr. Nuno Melo.

30/08/2026

TRIBUNAL CONSTITUCIONAL DÁ RAZÃO AO CDS-PP: RECEIOS DO PRESIDENTE SEGURO ERAM INFUNDADOS!

O Tribunal Constitucional decidiu, por unanimidade, que a nova "Lei do Retorno" não viola a Constituição, deitando por terra as dúvidas levantadas pelo Presidente da República. António José Seguro tinha enviado o diploma para fiscalização por receio de que este não acautelasse os direitos dos menores e das famílias, mas os juízes foram claros: as garantias fundamentais das crianças estão totalmente salvaguardadas!

O CDS-PP SEMPRE NA DEFESA DAS FAMÍLIAS E DAS CRIANÇAS.
O CDS-PP, que votou a favor desta reforma essencial para o controlo das nossas fronteiras e regras de asilo, vê assim a sua posição validada. Para o CDS-PP, a responsabilidade e o rigor na imigração andam sempre de mãos dadas com o respeito intransigente pela dignidade humana, pelo direito das crianças e pela proteção das famílias. Esta decisão unânime prova que é possível ter uma política migratória séria, regulada e segura, sem nunca desproteger quem mais precisa. A lei avança e Portugal f**a a ganhar!


A Concelhia de Coimbra do CDS-PP recebeu com profundo pesar a notícia do falecimento do Professor Narana Coissoró, uma d...
29/08/2026

A Concelhia de Coimbra do CDS-PP recebeu com profundo pesar a notícia do falecimento do Professor Narana Coissoró, uma das figuras maiores da história do nosso Partido e da democracia portuguesa.

A Coimbra ligava-o uma etapa decisiva da sua vida. Vindo de Goa para Portugal ainda muito jovem, foi na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra que se formou e viveu anos determinantes da sua formação.

Jurista e Professor Catedrático, Deputado, histórico Líder Parlamentar do CDS e Vice-Presidente da Assembleia da República, Narana Coissoró marcou a vida pública portuguesa pelo rigor intelectual, pela força da palavra, pela firmeza das suas convicções e por uma extraordinária fidelidade ao CDS e aos valores humanistas e democrata-cristãos que sempre defendeu.

Partiu uma referência da nossa família política. Ficam o seu exemplo, o seu legado e uma profunda gratidão.

À sua família, a Concelhia de Coimbra do CDS-PP apresenta sentidos pêsames.

Obrigado, Professor Narana Coissoró.

20/08/2026

Coimbra não pode ser governada por atalhos.

O que se está a passar no urbanismo de Coimbra começa a revelar um padrão preocupante.
De um lado, a suspensão parcial do PDM, através de um mecanismo excecional, permitindo desde já maior flexibilidade construtiva em várias zonas da cidade.
Do outro, f**amos agora a saber que a Câmara adjudicou por ajuste direto a revisão do RMUE a uma empresa constituída exatamente um mês antes da celebração do contrato.
O CDS analisou esta matéria desde o início sem posições preconcebidas. Mas a informação entretanto conhecida obriga-nos hoje a colocar questões que não podiam ser colocadas quando a suspensão foi votada.
Nós não somos contra o desenvolvimento de Coimbra.
Não somos contra a densif**ação urbana quando ela faz sentido.
Não somos contra aproveitar o Metrobus para reorganizar e valorizar a cidade.
Mas há uma diferença entre modernizar o planeamento urbano e alterar primeiro as regras para só depois explicar que cidade queremos construir.
Quando uma decisão municipal permite construir mais, aumentar índices ou ultrapassar parâmetros anteriormente existentes, essa decisão cria valor imobiliário.
E quando o poder público cria valor privado através de uma alteração urbanística, tem uma obrigação acrescida de transparência, fundamentação e escrutínio.
Porquê 30%? Porque não 10, 25, ou 50%?
Com base em que estudos?
Que impacto terá essa densif**ação nas infraestruturas, no trânsito, no espaço público e na paisagem?
E que contrapartida recebe Coimbra pela valorização criada através de uma decisão administrativa?
Estas perguntas já seriam suficientes para justif**ar preocupação.
Mas há agora uma segunda matéria que exige explicações ainda mais claras.
A Câmara decidiu contratar externamente a revisão do Regulamento Municipal de Urbanização e Edif**ação.
Recorde-se que os serviços municipais tinham concluído uma revisão deste mesmo regulamento em 2025, que chegou a ser aprovada pelo anterior executivo e submetida a consulta pública.
Pode haver razões para rever esse trabalho.
Pode haver alterações legislativas que o justifiquem.
Pode até justif**ar-se recorrer a consultoria externa.
O que não pode passar como um episódio banal é que a sociedade Gil Leitão – Estudos e Consultoria em Habitação e Território, Unipessoal, Lda. foi constituída em 14 de julho de 2026.
Em 14 de agosto de 2026, exatamente um mês depois, recebeu por ajuste direto da Câmara Municipal de Coimbra um contrato de 20.295 euros com IVA para rever um dos regulamentos centrais da política urbanística do Município.
O seu proprietário é António Gil Leitão, antigo presidente do IHRU e antigo chefe de gabinete da ministra socialista da Habitação Marina Gonçalves.
Não estamos a afirmar que exista qualquer ilegalidade.
O valor do contrato permite juridicamente o ajuste direto.
E não é posta em causa a competência profissional do consultor.
Mas legalidade é o mínimo.
A política exige transparência, imparcialidade e confiança.
E uma empresa que nasce e, um mês depois, recebe por ajuste direto um contrato municipal desta natureza cria objetivamente uma aparência que tem de ser esclarecida.
Não afirmamos que a empresa tenha sido criada para este contrato.
Mas perante uma coincidência destas, é obrigação da Câmara demonstrar precisamente o contrário.
Queremos saber:
Quando começaram os contactos entre a Câmara e António Gil Leitão?
Foram anteriores ou posteriores à constituição da empresa?
Quem propôs a sua contratação?
Que outras entidades foram consideradas?
Houve alguma consulta ao mercado?
Porque foi escolhida precisamente esta empresa?
E porque está Coimbra a pagar uma nova revisão externa de um regulamento que os seus próprios serviços tinham revisto há menos de um ano?
Estas perguntas não são insinuações.
São fiscalização democrática.
E tornam-se ainda mais relevantes porque estamos perante dois movimentos simultâneos: flexibilizam-se regras através da suspensão do PDM e contrata-se externamente a revisão do principal regulamento municipal de urbanização e edif**ação.
É legítimo perguntar quem está, afinal, a desenhar a nova política urbanística de Coimbra.
O CDS não fará acusações sem provas.
Mas também não aceitará que nos respondam apenas: “é legal”.
Uma Câmara Municipal não deve limitar-se a cumprir a lei. Deve agir de forma a não deixar dúvidas sobre a forma como toma as suas decisões.
Por isso, a pergunta que deixamos hoje à Senhora Presidente da Câmara é muito simples:
Como explica que uma empresa constituída em 14 de julho tenha sido escolhida, exatamente um mês depois, por ajuste direto, para participar na definição das regras urbanísticas de Coimbra?
Coimbra merece uma resposta clara.
E merece recebê-la com documentos, datas e factos.

A 19 de julho de 1974, quando Portugal procurava construir uma democracia pluralista e livre, nasceu o Centro Democrátic...
20/07/2026

A 19 de julho de 1974, quando Portugal procurava construir uma democracia pluralista e livre, nasceu o Centro Democrático Social.

Cinquenta e dois anos depois, o CDS continua a afirmar uma ideia própria de Portugal: uma sociedade fundada na dignidade da pessoa humana, na liberdade, na responsabilidade, na justiça social e na subsidiariedade; um Estado que respeite as famílias, as comunidades e os corpos intermédios, em vez de querer dirigir toda a vida dos cidadãos; uma economia livre, dinâmica e socialmente responsável, ao serviço das pessoas e do bem comum.

Somos conservadores porque sabemos que nem tudo o que recebemos deve ser destruído ou substituído. Defendemos a nossa identidade, a nossa história, a nossa cultura, a família e as instituições que dão coesão à sociedade.

Somos democratas-cristãos porque colocamos a pessoa antes do Estado, recusamos todos os totalitarismos e sabemos que a liberdade só é verdadeira quando é acompanhada pela responsabilidade e pela solidariedade.

E somos um partido de governo. Em diferentes momentos da nossa história, o CDS foi chamado a integrar governos que tiveram de recuperar Portugal depois de governações socialistas que deixaram o país desequilibrado, endividado e sem confiança. Não fugimos às dificuldades nem às decisões impopulares. Assumimos responsabilidades quando foi necessário restaurar as contas públicas, a credibilidade externa e a esperança no futuro.

Coimbra esteve presente desde a primeira hora, com conimbricenses entre os subscritores da Declaração de Princípios fundadora. Nesta cidade de liberdade, conhecimento e serviço público, continuamos a acreditar que a política deve ser feita com convicções, competência e sentido de responsabilidade.

O CDS atravessou vitórias, derrotas e momentos difíceis. Mas nunca deixou de representar um espaço político indispensável: o da direita democrática, humanista, europeísta, patriótica e social.

Aos 52 anos, renovamos o compromisso de sempre: conservar o que merece ser preservado, reformar o que precisa de ser melhorado e servir Portugal com coragem, responsabilidade e sentido de Estado.

Viva o CDS. Viva Portugal. 🇵🇹

10/07/2026
18/05/2026

O presidente do CDS anunciou que o partido vai avançar com propostas próprias de revisão constitucional, sem o PSD.

Discurso final do presidente reeleito do CDS-PP. Casa cheia. Viva o CDS. Viva Coimbra. Viva Portugal!
17/05/2026

Discurso final do presidente reeleito do CDS-PP.
Casa cheia.
Viva o CDS.
Viva Coimbra.
Viva Portugal!




A Comissão Política Concelhia de Coimbra do CDS-PP felicita a Académica pelo regresso à II Liga.Quatro anos depois, a Br...
17/05/2026

A Comissão Política Concelhia de Coimbra do CDS-PP felicita a Académica pelo regresso à II Liga.
Quatro anos depois, a Briosa regressa ao lugar onde a sua história, a sua dimensão e o nome de Coimbra exigem que esteja.
A Académica é património vivo da cidade, símbolo de identidade, tradição, espírito académico e paixão popular. O que hoje se vive no Estádio Cidade de Coimbra e nas ruas em festa mostra que a Briosa continua a unir Coimbra como poucas instituições conseguem.
Parabéns aos jogadores, equipa técnica, direção e, de forma muito especial, aos adeptos que nunca deixaram de acreditar.
Coimbra está em festa. A Briosa está de volta. 🖤🤍 �

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