Freguesia de Comporta

Freguesia de Comporta Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Freguesia de Comporta, Organização governamental, Rua 24 de Junho n. º13, Comporta.

NA COMPORTA, UM STOP NÃO É APENAS UM SINAL. PODE SER A DIFERENÇA ENTRE A VIDA E A MORTE.Ontem, dia 2 de setembro, por vo...
03/09/2026

NA COMPORTA, UM STOP NÃO É APENAS UM SINAL.
PODE SER A DIFERENÇA ENTRE A VIDA E A MORTE.

Ontem, dia 2 de setembro, por volta das 16h00, a Comporta voltou a assistir a uma situação que nenhum de nós deveria ter de testemunhar.

No cruzamento da Rua 24 de Junho com a Rua do Alecrim, junto ao novo Espaço Intermodal da Comporta, ocorreu um violento acidente de viação envolvendo uma viatura comercial e um pequeno motociclo elétrico.

De acordo com as informações de que dispomos, a viatura que circulava na Rua do Alecrim terá entrado no cruzamento sem respeitar o sinal de STOP, embatendo violentamente no motociclo que seguia em direção à Rua Zeca Afonso.

As fotografias que acompanham esta publicação dizem, talvez melhor do que quaisquer palavras, aquilo que aconteceu.
Um motociclo no chão.
Um capacete abandonado no asfalto.
Uma estrada transformada, por momentos, num cenário de emergência.
E uma pessoa que, naquele instante, viu a sua vida f**ar suspensa.

A vítima foi transportada de helicóptero, em coma induzido, para o Hospital Garcia de Orta. Temos, felizmente, conhecimento de que foi entretanto submetida a uma intervenção cirúrgica com sucesso e de que, neste momento, os seus dias parecem já
não estar em perigo.

A todos os que acompanharam esta situação, f**a o nosso desejo de uma recuperação plena e rápida.

Mas este acidente deve obrigar-nos a parar. Literalmente. E metaforicamente.

Porque aquilo que aconteceu ontem não pode ser tratado apenas como mais um acidente.

Na Comporta, assistimos diariamente a comportamentos que não podem ser normalizados: velocidades excessivas, desrespeito pela sinalização, ultrapassagens e manobras perigosas, falta de atenção nos cruzamentos e uma preocupante
desvalorização das regras mais elementares de circulação.

E é importante dizê-lo claramente:
O problema não são apenas os turistas.
O problema não são apenas os forasteiros.
O problema somos todos nós quando, ao volante, decidimos que as regras são para
os outros. Quem vive na Comporta conhece estas ruas.
Quem trabalha na Comporta conhece estas ruas.
Quem visita a Comporta conhece estas ruas.
E todos sabemos que são ruas onde circulam diariamente crianças, idosos, peões, bicicletas, motociclos e pessoas que simplesmente atravessam uma estrada para chegar a casa.

Um STOP não é uma sugestão.
Uma passadeira não é um obstáculo.
Um limite de velocidade não é uma recomendação.
São regras criadas para proteger vidas.

Ontem, uma pessoa ficou entre a vida e a morte porque, aparentemente, uma dessas regras terá sido ignorada.

Amanhã, pode ser um filho.
Um pai.
Uma mãe.
Um amigo.
Um vizinho.
Ou qualquer um de nós.

Não queremos uma Comporta onde seja preciso ter medo cada vez que atravessamos uma rua.

Queremos uma Comporta segura.
Uma Comporta onde se respeite a sinalização.
Onde se conduza com responsabilidade.

Onde quem anda a pé ou de duas rodas não tenha de disputar a estrada com quem conduz como se estivesse sozinho.

A Junta de Freguesia de Comporta apela, por isso, a todos os condutores (residentes e visitantes) para que respeitem rigorosamente a sinalização, moderem a velocidade e conduzam com a atenção e o respeito que os outros utilizadores da via merecem.

Porque chegar dois minutos mais cedo nunca pode valer mais do que a vida de uma pessoa.

Na estrada, não há pressa que justifique colocar uma vida em risco.
RESPEITE.
ABRANDE.
PARE.

A COMPORTA É A NOSSA CASA. E numa casa, as vidas das pessoas estão sempre primeiro.

02/09/2026

A Rede Expressos já chegou à Comporta!

A partir de ontem, 1 de setembro, a Comporta passa a contar com quatro carreiras diárias da Rede Expressos:

2 ligações diárias para Lisboa
2 ligações diárias para Sines

A paragem da Rede Expressos na Comporta situa-se na Rua 24 de Junho, junto ao edifício da Junta de Freguesia.

A chegada deste novo serviço representa um importante reforço da mobilidade na Comporta, criando novas alternativas de transporte para residentes, trabalhadores, estudantes e visitantes.

Mais do que uma nova ligação rodoviária, esta é uma oportunidade para aproximar a Comporta de dois importantes polos da região e facilitar as deslocações de quem vive, trabalha ou estuda na nossa Freguesia.

A Comporta está mais ligada. A mobilidade da nossa população também.

02/09/2026

A GNR - Guarda Nacional Republicana informa sobre o novo método que está a ser utilizado para burlas as pessoas.

Se receber uma carta, confirme sempre com o seu banco!

A partir de amanhã (1 de setembro), a Rede Expressos passa a ter paragem na Comporta.Uma nova ligação que reforça a mobi...
31/08/2026

A partir de amanhã (1 de setembro), a Rede Expressos passa a ter paragem na Comporta.

Uma nova ligação que reforça a mobilidade da nossa freguesia e aproxima a Comporta de Lisboa e de outros pontos da região. 🚌

ISTO NÃO É A COMPORTA. E NÃO PODE CONTINUAR.As imagens que hoje publicamos não são bonitas.Não são agradáveis.Não são aq...
22/08/2026

ISTO NÃO É A COMPORTA. E NÃO PODE CONTINUAR.

As imagens que hoje publicamos não são bonitas.
Não são agradáveis.
Não são aquilo que queremos mostrar da nossa terra.

Mas são reais.

E a Junta de Freguesia de Comporta entende que é preciso mostrar a realidade, sem filtros e sem desculpas, porque só enfrentando os problemas de frente podemos trabalhar para os resolver.

O que aqui vemos são resíduos de obras, móveis, madeiras, colchões, sofás, embalagens, cartão, restos de materiais e resíduos alimentares espalhados pelo espaço público.

E é preciso deixar uma coisa muito clara:

A RECOLHA REGULAR DE RESÍDUOS NÃO JUSTIFICA A DEPOSIÇÃO INADEQUADA

A recolha de resíduos urbanos na Comporta é realizada diariamente.

Por isso, situações como as que aqui mostramos não podem ser justif**adas pela existência de um serviço regular de recolha.

Quando alguém coloca resíduos fora dos contentores, abandona móveis, materiais de obras ou outros resíduos na via pública, o problema passa também pela forma como esses resíduos estão a ser depositados e encaminhados.

Quem produz resíduos tem responsabilidades.

Não basta pagar impostos.
Não basta ter um estabelecimento bonito.
Não basta apresentar uma imagem cuidada aos clientes.

Também é preciso ter responsabilidade pelo que acontece à porta desse estabelecimento e pelo correto encaminhamento dos resíduos produzidos pela sua atividade.

Não podemos defender uma Comporta bonita, cuidada, sustentável e de qualidade e, ao mesmo tempo, aceitar que os passeios, as ruas e os espaços junto aos contentores sejam utilizados como locais de deposição indiscriminada de resíduos.

Isso não pode ser normalizado.

É ESTA A COMPORTA QUE QUEREMOS?

É esta a Comporta que queremos deixar aos nossos filhos?

É esta a Comporta que queremos apresentar a quem nos visita?

É esta a Comporta que gostamos de fotografar e publicar nas redes sociais?

Porque é muito fácil publicar a praia, os arrozais, o pôr do sol, os restaurantes, os hotéis e os momentos bonitos.

Mas uma terra não se mede apenas pelas fotografias bonitas.

Mede-se também pela forma como tratamos o espaço público.

E há comportamentos que não podem continuar a ser encarados como normais.

ÀS EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL, UM APELO MUITO CLARO

Sabemos que uma parte signif**ativa dos resíduos volumosos que aparecem abandonados na nossa freguesia está relacionada com obras, remodelações e intervenções em imóveis.

A Junta de Freguesia deixa, por isso, uma mensagem clara às empresas e profissionais do setor:

A Comporta não é um estaleiro.

Os resíduos produzidos por uma obra devem ser devidamente acondicionados, transportados e encaminhados de acordo com as regras aplicáveis.

Não é aceitável que os resíduos sejam abandonados no espaço público e que o custo dessa situação acabe por ser suportado por toda a comunidade.

E há uma pergunta que também deve ser feita aos estabelecimentos comerciais:

O que pensarão os vossos clientes se encontrarem, nas imediações do vosso estabelecimento, resíduos abandonados ou uma utilização inadequada do espaço público?

A imagem de uma empresa não termina à porta do estabelecimento.

A responsabilidade também não.

E OS CONTENTORES?

Também não podemos ignorar aquilo que estas imagens mostram.

Restos alimentares espalhados pelo passeio e pela estrada.
Cartão e embalagens amontoados junto aos equipamentos.
Resíduos colocados no exterior quando existem equipamentos destinados à sua deposição.

Isto não é uma questão que se resolva apenas com mais contentores.

Os contentores destinam-se à colocação de resíduos no seu interior.

Não são para deixar o lixo ao lado.
Não são para abandonar resíduos comerciais de qualquer forma.
E não são, seguramente, para transformar o passeio num depósito de resíduos.

E AQUI PRECISAMOS DA AJUDA DE TODOS

A Junta de Freguesia não consegue estar em todos os lugares, a todas as horas.

Por isso, a colaboração da população é importante para identif**ar e comunicar situações de deposição ilegal ou inadequada de resíduos.

Sempre que uma situação desta natureza seja presenciada, os cidadãos poderão comunicar à Junta de Freguesia o local, a data, a hora e outros elementos que possam ajudar a identif**ar a ocorrência, incluindo, quando existam e possam ser obtidos de forma segura e adequada, registos fotográficos.

Não confronte ninguém. Não se coloque em risco.

A informação recebida será tratada com a necessária reserva e, sempre que se justifique, encaminhada para as entidades competentes para a respetiva averiguação.

A QUEM DIZ: “EU NÃO DENUNCIO PORQUE NÃO QUERO CHATICES”…

Compreendemos que ninguém queira problemas.

Mas é preciso perceber uma coisa:

Se ninguém comunicar as situações, será muito mais difícil atuar sobre elas.

Se uma situação de deposição ilegal não for comunicada, dificilmente poderá ser averiguada.

Por isso, se não quer confrontar, não confronte.

Comunique.

Deixe que as entidades competentes tratem da situação.

NÃO PODEMOS QUERER UMA COMPORTA BONITA APENAS NAS REDES SOCIAIS

Queremos uma Comporta bonita nas fotografias, sim.

Mas queremos, sobretudo, uma Comporta limpa, respeitada e cuidada na realidade.

Todos os dias.
Por todos.

E não podemos permitir que comportamentos irresponsáveis continuem a prejudicar toda uma comunidade.

A Comporta é de todos.

E quem vive, trabalha ou desenvolve a sua atividade na Comporta tem também a responsabilidade de contribuir para a sua preservação.

A Junta de Freguesia continuará a fazer a sua parte.

Continuará a acompanhar as situações, a reforçar a limpeza dentro das suas possibilidades e a procurar, junto das entidades responsáveis, melhores condições e meios para responder às necessidades da freguesia.

Mas a limpeza da nossa terra não se resolve apenas com mais homens, mais viaturas ou mais recolhas.

Resolve-se também com civismo.
Com responsabilidade.
E com o compromisso de todos em não fechar os olhos perante aquilo que está errado.

A Comporta é de todos nós.
Cuidar dela também.

Identif**ação de pequenos produtores hortícolas locais - Convite à participação 👉 http://dlvr.it/TTyl4s
11/08/2026

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Pesca no Estuário do Sado passa a ter novas regras a partir de 7 de agostoNova portaria atualiza as regras para a pesca ...
11/08/2026

Pesca no Estuário do Sado passa a ter novas regras a partir de 7 de agosto

Nova portaria atualiza as regras para a pesca comercial e lúdica no Estuário do Sado, fixa limites de captura e mantém restrições específ**as para algumas espécies.

A pesca no Estuário do Sado passa a estar sujeita a novas regras a partir de 7 de agosto, com a entrada em vigor de uma Portaria publicada esta quinta-feira, dia 6 de agosto, em Diário da República. O diploma substitui o regime que estava em vigor desde 1990 e estabelece novas condições para a pesca comercial, a apanha e a pesca lúdica.

A portaria aplica-se às águas interiores não marítimas do Estuário do Sado, aos leitos e margens integrados no domínio público hídrico sob jurisdição da Capitania do Porto de Setúbal. Não abrange todo o curso do rio Sado, os seus afluentes ou a totalidade da bacia hidrográf**a.

❗ Novos limites para a apanha no Estuário do Sado ❗
O diploma fixa limites diários de captura por apanhador licenciado. A amêijoa-boa passa a ter um limite de 10 quilos por dia, enquanto o lingueirão ou navalha f**a sujeito a um máximo de 70 quilos.

Para os anelídeos, o limite diário é de dois litros. Os restantes bivalves f**am sujeitos a um máximo de 40 quilos por apanhador.

O limite de 70 quilos para o lingueirão já tinha sido definido pela DGRM em janeiro de 2026, através do Despacho n.º 5/DG/2026. A nova portaria integra agora essa medida no regime aplicável ao estuário.

❗Amêijoa-japonesa continua proibida ❗
Apesar de a classif**ação sanitária do IPMA identif**ar a amêijoa-japonesa como classe B no Canal de Alcácer, mantém-se a proibição específ**a determinada pela DGRM.

Desde setembro de 2025 estão proibidas a captura, a manutenção a bordo, o desembarque, o transporte, a detenção e a comercialização de amêijoa-japonesa nas águas sob jurisdição da Autoridade Marítima do Rio Sado.

A classif**ação sanitária não substitui as regras de gestão dos recursos. Segundo o IPMA, os bivalves classif**ados como classe B podem ser capturados, mas têm de ser encaminhados para depuração, transposição ou transformação industrial. Nas zonas classif**adas como classe C, é necessária transposição prolongada ou transformação industrial.

❗Artes de pesca passam a ter limites específicos ❗
A atividade comercial f**a limitada a embarcações de pesca local com potência de motor até 75 kW. Também podem exercer a atividade os apanhadores e pescadores apeados devidamente autorizados e licenciados pela DGRM.

A portaria define regras para a utilização de várias artes, incluindo:

⚠️ linha de mão, com um máximo de três anzóis;
⚠️ palangre fundeado, até 900 metros, 250 anzóis e quatro aparelhos;
⚠️ piteira, com um máximo de nove anzóis e duas unidades por pescador;
⚠️ alcatruzes, até 300 por embarcação;
⚠️ armadilhas de gaiola, até 50 por embarcação;
⚠️ redes de tresmalho, com malhagem mínima de 65 milímetros;
⚠️ s**o de boca fixa, até 20 unidades por embarcação.

A inclusão de uma arte na lista não signif**a autorização automática. A sua utilização continua dependente de licença e do cumprimento das restantes regras aplicáveis.

❗Períodos de defeso entram em vigor❗
A apanha de anelídeos f**a proibida entre 1 de novembro e 31 de março. As armadilhas de gaiola não podem ser utilizadas durante os meses de dezembro e janeiro.

Durante os períodos de defeso também não é permitido manter a bordo, descarregar ou comercializar exemplares das espécies abrangidas.

A DGRM poderá ainda estabelecer novos períodos de defeso, alterar os já existentes ou restringir a utilização de determinadas artes, depois de ouvir o IPMA e a Comissão de Acompanhamento da Pesca do Rio Sado.

❗Pesca lúdica com novas restrições❗
A pesca lúdica passa a estar sujeita a várias regras previstas para a atividade comercial. Cada pescador pode utilizar, no máximo, duas canas ou linhas.

F**a proibida a pesca a partir de embarcações entre o pôr e o nascer do sol, bem como a pesca lúdica na modalidade de apanha durante esse período. A pesca submarina também não é permitida no âmbito deste regime.

Os praticantes devem ainda garantir que a atividade não impede nem condiciona a pesca profissional.

❗Proibições aplicam-se a zonas específ**as❗
A portaria proíbe a utilização ou manutenção a bordo de artes não autorizadas ou não licenciadas. Também não é permitido abandonar artes nas margens, fixá-las a terra, pontes, pontões, aquedutos ou balizas, nem utilizar luzes para atrair espécies.

As redes de tresmalho não podem permanecer caladas por mais de 24 horas em cada período de 36 horas. A utilização de piteira está proibida dentro da Reserva Natural do Estuário do Sado.

Existem ainda interdições próprias em canais de navegação, docas, zonas portuárias, junto a cais, nas proximidades de aquiculturas e a menos de 200 metros das praias durante a época balnear.

❗Obrigação de comunicar perda de artes❗
Em caso de avaria, sinistro, força maior ou perda de artes de pesca, a Capitania deve ser informada no prazo de duas horas após a chegada da embarcação a uma zona sob jurisdição da autoridade marítima.

Quando ocorra perda total da embarcação, o prazo começa a contar a partir da chegada do mestre ou do seu substituto.

❗Comissão vai acompanhar atividade no estuário❗
A nova portaria cria uma Comissão de Acompanhamento da Pesca do Rio Sado, com representantes da DGRM, das comunidades piscatórias, do IPMA, da Direção-Geral da Autoridade Marítima e do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

O órgão terá funções consultivas e poderá propor alterações aos limites de captura, novos planos de gestão, medidas de proteção de bivalves e restrições destinadas a proteger pradarias marinhas e outros habitats.

As alterações só produzirão efeitos depois de aprovadas através de despacho da DGRM.

A entrada em vigor do novo regime obriga pescadores comerciais, apanhadores e praticantes de pesca lúdica a consultar as regras aplicáveis às artes, espécies e zonas onde pretendem exercer a atividade no Estuário do Sado.

Pesca no Estuário do Sado passa a ter novas regras a partir de 7 de agosto

A um dia do eclipse solar, reveja as recomendações da Direção-Geral da Saúde e Unidade Local de Saúde do Litoral Alentej...
11/08/2026

A um dia do eclipse solar, reveja as recomendações da Direção-Geral da Saúde e Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano.

🌘 12 de agosto - O eclipse solar está quase aí!
👁️ A DGS e a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano recomendam:
✅ Utilize apenas óculos certif**ados para observação solar (ISO 12312-2).
✅Supervisione sempre as crianças durante a observação.
✅Recorra a métodos de proteção indireta.
❌ Nunca olhe diretamente para o Sol.
❌ Óculos de sol comuns ou soluções improvisadas não são seguros.
⚠️ A exposição inadequada pode causar lesões irreversíveis na retina.
Cuidar de si é a nossa missão.

👉Mais informação nos guias da DGS, disponíveis aqui https://www.dgs.pt/.../eclipse-solar-recomendacoes-dgs....

Rede Expressos reforça ligações à Comporta a partir de setembro 👉 http://dlvr.it/TTxj2W
10/08/2026

Rede Expressos reforça ligações à Comporta a partir de setembro 👉 http://dlvr.it/TTxj2W

RESÍDUOS NO ESPAÇO PÚBLICO: UM APELO À RESPONSABILIDADE DE TODOSA Junta de Freguesia de Comporta tem vindo a acompan...
09/08/2026

RESÍDUOS NO ESPAÇO PÚBLICO: UM APELO À RESPONSABILIDADE DE TODOS

A Junta de Freguesia de Comporta tem vindo a acompanhar com preocupação o aumento de situações de deposição inadequada de resíduos no espaço público, nomeadamente junto aos contentores, passeios e vias públicas.

As imagens que acompanham esta publicação são um exemplo de situações que têm sido verif**adas na freguesia, com resíduos orgânicos, cartão, embalagens, esferovite e outros materiais deixados fora dos locais e equipamentos destinados à sua deposição.

A Junta de Freguesia tem procurado reforçar, dentro das suas possibilidades, as ações de limpeza e manutenção do espaço público. No entanto, a limpeza da freguesia é uma responsabilidade partilhada por toda a comunidade e não pode depender exclusivamente do trabalho dos serviços de limpeza.

É particularmente importante que os estabelecimentos comerciais e restantes atividades económicas assegurem uma correta gestão dos resíduos produzidos no âmbito da sua atividade, utilizando adequadamente os equipamentos disponíveis e procurando soluções próprias sempre que a quantidade ou natureza dos resíduos o justifique.

O espaço público é de todos e a sua preservação depende do contributo de todos.

Cada situação de deposição indevida representa trabalho adicional para as equipas de limpeza e recursos que poderiam estar a ser utilizados na manutenção e melhoria de outros espaços da freguesia.

A Junta de Freguesia apela, por isso, à colaboração de 𝗺𝗼𝗿𝗮𝗱𝗼𝗿𝗲𝘀, 𝗰𝗼𝗺𝗲𝗿𝗰𝗶𝗮𝗻𝘁𝗲𝘀, 𝘁𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗮𝗱𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗲 𝘃𝗶𝘀𝗶𝘁𝗮𝗻𝘁𝗲𝘀, para que adotem comportamentos responsáveis e contribuam para uma Comporta mais limpa, cuidada e sustentável.

Também os cidadãos podem ter um papel importante. Sempre que sejam identif**adas situações de deposição indevida de resíduos, estas poderão ser comunicadas à Junta de Freguesia, permitindo que sejam encaminhadas para as entidades e serviços competentes.

A Junta de Freguesia continuará a fazer a sua parte, reforçando a limpeza dentro das suas possibilidades, acompanhando as necessidades do território e procurando, junto das entidades responsáveis, melhores condições e meios para a gestão dos resíduos.

Mas nenhum reforço dos serviços será suficiente sem a colaboração de todos!

MANTER A FREGUESIA LIMPA É UMA RESPONSABILIDADE COLETIVA. O ESPAÇO PÚBLICO É DE TODOS NÓS.

Endereço

Rua 24 De Junho N. º13
Comporta
7580-613

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Segunda-feira 09:00 - 16:00
Terça-feira 09:00 - 16:00
Quarta-feira 09:00 - 16:00
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