Desatar Pessoas Idosas

Desatar Pessoas Idosas Mais de 60% das pessoas idosas em Lares está tem contenção física, está amarrada. Vamos combater esta situação

Por todo o mundo desenvolvido a situação alterou-se nos últimos anos mas continuamos em insistir que amarrar é cuidar.

PRECISAMOS DO EXERCICIO DE CIDADANIA PARA DEFENDERMOS O ENVELHECIMENTO
17/04/2024

PRECISAMOS DO EXERCICIO DE CIDADANIA PARA DEFENDERMOS O ENVELHECIMENTO

LEGALIZAR A SITUAÇÃO DAS PESSOAS IDOSAS INCAPACITADAS. OBRIGAÇÃO SOCIAL DE TODOS
17/04/2024

LEGALIZAR A SITUAÇÃO DAS PESSOAS IDOSAS INCAPACITADAS. OBRIGAÇÃO SOCIAL DE TODOS

12/04/2024

Envelhecimento digno e ativo. As propostas do Programa do Governo para os idosos: "Longevidade e Intergeracionalidade". A longevidade é uma das…

17/02/2024

SURPREENDENTE
Ontem fui surpreendido pelo candidato do Partido Socialista Pedro Nuno Santos no debate com o bloco de esquerda.
Num segundinho, que quase passou sem ninguém notar, o candidato falou em Estruturas residenciais para pessoas idosas quando se discutia o serviço nacional de saude, e disse que os médicos dos lares deviam poder prescrever exames, medicação e ter outra autoridade que evitasse deslocar pessoas idosas aos Hospitais.
Ao fim de quase 30 anos de trabalhar nesta área, de tentar contribuir para um envelhecimento institucionalizado mais digno, fui, pela primeira vez, surpreendido por uma ideia inteligente.
Ideia pela qual muitos andamos a lutar e a tentar fazer compreender às pessoas que num lar não conseguimos ter oxigénio para administrar às pessoas comparticipado se a pessoa não vier do Hospital com a prescrição do médico do Hospital, não temos soros nem medicação endovenosa, não conseguimos pedir análises requerendo a ida ao centro de saude ou ao hospital e o médico do lar não faz mais do que prescrever medicação habitual. Mas se for de neurologia para ter comparticipação temos que enviar au neurologista.
As limitações de um lar são imensas e impedem o contributo destas ofertas para uma melhor racionalização dos cuidados de saude. aliás se alguém percebesse que a existência e comparticipação de enfermeiros 24 horas em lares evitaríamos mais de 80% dos recursos aos hospitais de pessoas em lares e os consequentes dias de internamento.
Será que Pedro Nuno Santos percebeu definitivamente isto? Será que finalmente tem algum consultor para a área do envelhecimento que o afaste da obsessão em falar simplesmente do envelhecimento ativo, esse tema fácil e pouco interessante no quadro do envelhecimento em Portugal?
Tenhamos esperança. Sempre fui adepto do provérbio água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
Parabéns Pedro Nuno Santos

Novo ano. Novas oportunidades9672985909
09/12/2023

Novo ano. Novas oportunidades
9672985909

07/12/2022

COMO É NATAL VAMOS ALEGRAR UM BOCADO O PLANO DE FORMAÇÃO. TEMOS A HONRA DE RECEBER A DRA. ISABEL RODRIGUES NA NOSSA RESIDENCIA PARA PARTILHAR O SEU CONHECIMENTO, QUE É IMENSO, NA ÁREA DAS NOVAS TERAPIAS.
PODES PARTICIPAR

01/11/2022

Equipas de auxiliares, designadas em Portugal por vários nomes: auxiliares de ação médica, assistentes hospitalares, ajudantes de lar, ajudantes domiciliários, assistentes operacionais.
São o principal elemento de uma ERPI como agora também se chama. A alma, o coração, os pulmões e os outros órgãos todos essenciais para o normal funcionamento de um organismo. São as auxiliares, na grande maioria mulheres, que permanecem 24 horas sobre 24 horas nos lares, que cuidam, que tratam, que resolvem, que decidem, que trabalham.
Enquanto continuarmos a construir edifícios luxuosos para pessoas idosas e não nos preocuparmos verdadeiramente com estas equipas de auxiliares não teremos cuidados dignos em Portugal a pessoas idosas. Não podemos continuar a ouvir diretores e outros chefes a criticarem permanentemente as equipas de auxiliares que tem, a lamentar as dificuldades de recrutamento se depois dão mais importância aos atrasos na entrada e aos pequenos pormenores do que à formação destas equipas, ao seu bem-estar e às suas expectativas.
Este mês vamos investir nesta formação trazendo à nossa residência 3 nomes importantes na área do envelhecimento e da gestão de ERPIS. Começamos pela Professora Doutora Carla Ribeirinho, uma das poucas vozes com a capacidade de ligar o conhecimento cientifico e académico à realidade do dia-a-dia de um lar de idosos.
E porque não queremos nunca estar sós, não queremos deixar de partilhar aquilo que julgamos ser bom, abrimos as portas à participação de todos os que desejarem assistir a esta formação. Agradecemos que nos avisem para termos condições de receber bem todos os que nos visitarem.

06/10/2022

OS DISPARATES DA DGS SOBREVIVEM AO COVID
As recentes medidas de controlo do COVID, emitidas pela DGS, insistem em tratar os lares de idosos como Hospitais e mantem a indicação de utilização de máscaras em Hospitais e ERPIS.
Esta é mais uma asneira da DGS.
Em primeiro lugar esquece-se dos centros de dia e dos cuidados domiciliários, reduzindo a indicação às ERPIS (Lares de idosos) mas mais grave que isso é insistir em tratar doa lares como se fossem hospitais. A DGS continua com uma grande confusão e das duas uma: ou considera mesmo os lares unidades hospitalares, altera a tutela sobre os lares e exige cuidados de enfermagem e de médicos a esse nível ou esquece que tem alguma coisa a ver com lares de idosos, como devia, desde o início ter feito, evitando especulações e situações graves que só poderiam ser da responsabilidade das autoridades e das tutelas (Lar Reguengos de Monsaraz, Lar dos Inválidos do Comércio do Porto).
Os lares são espaços de convivência social nos quais prometemos substituir a vida que tem no domicílio e na comunidade, oferecendo segurança e apoio nos cuidados de vida diária e nas necessidades básicas. São espaços onde o afeto, o toque, a interação são aspetos desenvolvidos e motivados.
Durante dois anos estiveram privados de tudo isto e de muito mais, dados alguns disparates das autoridades.
Os residentes de lares nesta altura retomaram, na maioria dos casos, a sua vida de sempre e muitos saem com frequência dos lares e frequentam os espaços coletivos no exterior, participando em festas, em passeios, em grupos de outros idosos.
Qual a justificação desta regra das máscaras? Que evidencia suporta esta exigência?
Sabe-se que a sonegação de informação por parte da DGSD mantém-se. Até hoje nada foi publicado sobre a origem onde ocorreram os falecimentos por COVID. Parece que a diabolização que foi feita sobre os lares pariu um rato: Será que foi nos lares que faleceram mais pessoas por COVID? Provavelmente não e estamos a referir-nos a pessoas com mais de 65 anos e com avaliação percentual. Mas nada nos dizem a este respeito. Se calhar teríamos depois de verificar quantas dessas pessoas acabaram por falecer em consequência do desprezo dado inicialmente aos lares e do desprezo que a própria legislação tem em relação às pessoas idosas.
Não é confortável apresentar esses números.
Mas atualmente a situação ainda se agrava sobre a inexistência de informação: quantos lares tem surtos de COVID? Quantas pessoas tem recorrido a serviços de saúde oriundas de lares? Aliás insistir nesta fragilidade dos lares que justifica uso de máscara é desacreditar a vacinação e, acima de tudo, desacreditar o trabalho que se desenvolve nos lares com todas as dificuldades conhecidas.
Diretores técnicos existem que já acabaram com estas restrições sem sentido, abriram as visitas normais, permitiram a circulação de pessoas do exterior, motivam a saída de residentes para estarem com as suas famílias, descontraem os trabalhadores e tentam compensá-los pelos dois medonhos anos que passaram. Diretores Técnicos que cumprem a sua principal obrigação: defender as pessoas idosas institucionalizadas e as suas equipas de trabalho.
A manutenção da obrigatoriedade de máscaras nas ERPIS é ridícula, discrimina as pessoas idosas institucionalizadas, diferenciando-as de todas as outras, trata-as como doentes partindo do principio que a idade avançada é uma doença.
Os dispartes não morreram com o COVID como infelizmente aconteceu com muitas pessoas, algumas também devido a disparates.

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