30/07/2026
Neste vídeo, a médica e Conselheira do CNECV Margarida Silvestre explica a importância do alargamento da colheita de órgãos em contexto de morte cardiocirculatória controlada, um marco relevante para a transplantação em Portugal.
O CNECV contribuiu para este processo através do Parecer 138/CNECV sobre o Projeto de Despacho que “determina os requisitos necessários para a doação e colheita de órgãos e tecidos em dadores falecidos em paragem cardiocirculatória nas categorias I, II e III de Maastricht”, do qual Margarida Silvestre foi relatora.
A Conselheira destaca o potencial desta medida para aumentar o número de transplantes em adultos e crianças e permitir, pela primeira vez, a realização de transplantes neonatais, sublinhando a importância da literacia para uma decisão livre e esclarecida.