ENCERRADO ÀS QUARTAS FEIRAS
O Palácio Nacional da Ajuda, edifício neoclássico da primeira metade do séc. Luís I até ao final da Monarquia . Aberto ao público como instituição museológica, conserva ainda hoje a disposição e decoração dos aposentos de um modo fidedigno e possui importantes colecções de artes decorativas, essencialmente do séc. XVIII e XIX: têxteis, mobiliário, cerâmica, ourivesaria
e joalharia, e interessantes colecções de pintura e escultura. A Presidência da República realiza aqui as cerimónias de Estado. Em 1968 abriu ao público como museu, e desde a década de oitenta, o Palácio Nacional da Ajuda, tem vindo a destacar-se como instituição museológica no panorama nacional e internacional. A partir 1996, tem vindo a proceder-se à reconstituição, tão aproximada quanto possível, desta residência real, alicerçada em rigorosa investigação histórica. Contudo, o edifício do Palácio Nacional da Ajuda não é apenas a antiga residência real. Na ala norte do palácio estão instalados a Biblioteca da Ajuda (antiga biblioteca régia), a Galeria de Pintura do rei D. Luís I (concebida para a apresentação da coleção privada de pintura do soberano). Na ala poente está instalado o Museu do Tesouro Real. Cenário dignificante das cerimónias protocolares de representação de Estado, o Palácio da Ajuda desempenhou sempre essa função desde os primeiros tempos até aos dias de hoje. É nessa condição que o Palácio Nacional da Ajuda continua a emprestar o seu brilho às cerimónias da Presidência da República, para além de constituir um dos mais importantes museus de artes decorativas do país.