08/06/2026
A Europa voltou a olhar para a lã. Não por saudosismo, mas porque, numa economia que fala de circularidade, sustentabilidade e materiais naturais, é absurdo que uma fibra natural, biodegradável, resistente, isolante e renovável continue a ser tratada como um resíduo incómodo.
A EU CAP Network tem vindo a discutir formas de reforçar o papel dos agricultores na revitalização da cadeia europeia da lã, unindo produtos tradicionais, inovação, indústria e consumidores.
Esta reflexão devia incomodar Portugal. Porque, poucos países têm, como nós, uma combinação tão evidente de pastoreio extensivo, raças autóctones, tradição laneira, indústria têxtil, design, turismo cultural e narrativa territorial
🗣️ Portugal não tem falta de lã. Tem falta de cadeia, estratégia, certificação, indústria e narrativa económica para transformar uma fibra natural num produto com valor.
A Europa voltou a olhar para a lã. Não por saudosismo, mas porque, numa economia que fala de circularidade, sustentabilidade e materiais naturais, é absurdo que uma fibra natural, biodegradável, resistente, isolante e renovável continue a ser tratada como um resíduo incómodo.
A EU CAP Network tem vindo a discutir formas de reforçar o papel dos agricultores na revitalização da cadeia europeia da lã, unindo produtos tradicionais, inovação, indústria e consumidores.
Esta reflexão devia incomodar Portugal. Porque, poucos países têm, como nós, uma combinação tão evidente de pastoreio extensivo, raças autóctones, tradição laneira, indústria têxtil, design, turismo cultural e narrativa territorial (...).
Leia o artigo completo publicado na edição de junho 2026: https://vozdocampo.pt/arquivo/57736