A Natureza Explicada

A Natureza Explicada Explicar a Natureza de uma forma simples e acessível a todas as pessoas que se interessam pelo tema.

Rosa sp, será uma planta do género rosa, provavelmente será a rosa canina, mas não temos a certeza. Pelo mapa de distrib...
05/05/2026

Rosa sp, será uma planta do género rosa, provavelmente será a rosa canina, mas não temos a certeza. Pelo mapa de distribuição do site https://flora-on.pt é muito provável que o seja. Os nomes comuns da rosa canina são: roseira-brava, rosa-selvagem, rosa-canina, rosa-de-cão ou rosa-mosqueta.

É uma espécie nativa Europa e regiões temperadas da Ásia e África do Norte.

O genero rosa, de acordo com o site https://flora-on.pt, é composto por 16 espécies.

A sua floração ocorre na Primavera e o cheiro das suas flores é maravilhoso. Tem um fruto vermelho, com 1-2cm, tem um elevado teor em vitamina C e é tradicionalmente utilizado em xaropes, chás e até marmeladas.

Tem como propriedades medicinais antioxidante e diurética. As folhas de roseira brava na forma de cataplasma (aplicação sobre a pele de uma substância pastosa efectuada com a planta e geralmente quente) promovem a cicatrização de feridas.


Danaus plexippus, nome comum lagarta da borboleta monarca.Já falámos anteriormente desta espécie em forma de borboleta. ...
26/04/2026

Danaus plexippus, nome comum lagarta da borboleta monarca.

Já falámos anteriormente desta espécie em forma de borboleta. Desta vez, encontrámos a sua lagarta na planta hospedeira (ver segunda foto): o algodoeiro-falso (Gomphocarpus fruticosus).

Inicialmente mais comum no Algarve, atualmente já pode ser encontrada por todo o concelho de Oeiras.

Esta expansão em Oeiras explica-se, provavelmente, pela presença significativa da planta de que se alimenta.

Onobrychis humilis, nome comum safeno-bravo.Planta nativa na Penínusula Ibérica e Marrocos.Num artigo publicado no site ...
12/04/2026

Onobrychis humilis, nome comum safeno-bravo.

Planta nativa na Penínusula Ibérica e Marrocos.

Num artigo publicado no site https://acsess.onlinelibrary.wiley.com/, dizem o seguinte:

"As alterações climáticas estão a ameaçar a segurança ambiental e nutricional. Neste contexto, as culturas forrageiras e as suas espécies selvagens aparentadas podem contribuir para a preservação dos serviços ecossistémicos e para minimizar os efeitos do aquecimento global.[...]
As espécies selvagens do género Onobrychis apresentam algumas características agronómicas e ecológicas interessantes, tais como a perenidade, o sistema radicular profundo e a elevada tolerância ao stress, o que as torna adequadas para o cultivo futuro num contexto de alterações climáticas. As espécies selvagens de Onobrychis são espécies multifuncionais, que podem ser utilizadas para a produção de forragem e mel em condições ambientais adversas. Além disso, os extratos aquosos, de etanol e de metanol das espécies selvagens de Onobrychis exibem efeitos antioxidantes, antidiabéticos, anti-inflamatórios, antitumorais, antimicrobianos, anti-stress e muitos outros efeitos farmacológicos."


Ophrys fusca, nomes comuns moscardo-maior, moscardo-fusco-meia-lua, moscardo-fusco-maior, moscardo-fusco, erva-moscardo....
09/04/2026

Ophrys fusca, nomes comuns moscardo-maior, moscardo-fusco-meia-lua, moscardo-fusco-maior, moscardo-fusco, erva-moscardo.

Segundo o GUIA ORQUÍDEAS SILVESTRES DO SUL DE PORTUGAL, de Alfredo Franco:

"[...] A designação da espécie (fusca) significa escura. [...] Este grupo tem muitas sub-espécies ou variedades
também presentes em Portugal. [...]
Pétalas pequenas, erectas, com um comprimento de 8 a 9 mm, com os bordos, às vezes, ligeiramente ondulados, da mesma cor que as sépalas ou verde pardo tendo, por vezes uma banda longitudinal castanha escura. É uma das características variáveis nas variedades que se encontram neste território. Só
pelas pétalas pode-se constatar que estamos em presença de sub-espécies ou variedades diferentes. [...]

Distribuição: distribuição expandida em toda a região Mediterrânica Ocidental.

Época de floração: de Janeiro a Maio.

Ocorrência: em Portugal (e de um modo geral em toda a Península Ibérica) é, localmente
abundante.

Ecologia: vive em arvoredos, pastagens, clareiras de florestas, em todos os tipos de substratos,
mas preferencialmente em solos arenosos básicos.

Polinização: polinizador confirmado: Andrena (Melandrena) nigroaenea (Hymenoptera, Andrenidae)."

Iris subbiflora, nomes comuns lírio-de-poupa, lírio-roxo, lírio-cardeno.É uma espécie endémica da Península Ibérica.Enco...
08/04/2026

Iris subbiflora, nomes comuns lírio-de-poupa, lírio-roxo, lírio-cardeno.

É uma espécie endémica da Península Ibérica.

Encontramos vários exemplares no Vale da Terrugem.

O site https://en.wikipedia.org/wiki/Iris_subbiflora diz o seguinte:

"A Iris subbiflora é uma espécie vegetal do género Iris, pertencente também ao subgénero Iris. Trata-se de uma planta perene com rizoma, originária de Portugal e Espanha, na Europa. Possui folhas largas perenes, formando aglomerados densos, e caules anões no final da primavera (entre abril e maio), com uma flor ereta e perfumada, em tons de roxo, vermelho-púrpura claro, azul-acinzentado, azul-violeta ou violeta escuro. Possui uma barba que é geralmente azul, roxa ou violeta, mas que pode desvanecer-se para branco, amarelo opaco ou amarelo escuro. Após ter sido descoberta em 1804, foi considerada uma espécie separada até ao final dos anos 70, altura em que foi reclassificada como subespécie de Iris lutescens e renomeada como Iris lutescens subsp. subbiflora. No entanto, na década de 80, voltou a ser considerada uma espécie independente, embora alguns autores e referências ainda classifiquem a espécie como sinónimo ou subespécie. É cultivada como planta ornamental em regiões temperadas. [...]
O epíteto específico latino «subbiflora» remete para «subbiflorus», ou seja, «principalmente com duas flores». Isto deve-se ao facto de a planta, ocasionalmente, produzir duas flores em vez da habitual flor única. Embora «Subbifera» parecesse ser um nome específico mais adequado, uma vez que, por vezes, produz caules floridos em diferentes estações do ano (como na primavera e no outono)."

Thomisus onustus, nome comum ar**ha-florícola-de-tubérculos.Segundo o site https://ambiente.cm-viana-castelo.pt/bioregis...
07/04/2026

Thomisus onustus, nome comum ar**ha-florícola-de-tubérculos.

Segundo o site https://ambiente.cm-viana-castelo.pt/bioregisto/:

"Ar**ha que se caracteriza por apresentar duas protuberâncias onde se inserem os olhos laterais e um abdómen triangular, que se alarga posteriormente. Os machos podem alcançar os 3,6 mm de comprimento, enquanto que as fêmeas são maiores, chegando aos 10 mm. A coloração é muito variável, sobretudo nas fêmeas, com várias combinações de amarelo, branco, rosa ou castanho. Vive em arbustos e vegetação rasteira, e pode ser encontrada nas corolas de flores onde espera a chegada de insetos como abelhas, borboletas ou moscas, dos quais se alimenta. Tem capacidade de mudar de cor de acordo com o meio envolvente, permitindo-lhe assim passar despercebida a predadores e presas. É mais abundante na primavera, mas pode também ser observada no verão. Comum por todo o país."

Já aqui publicamos fotos da Synema globosum (Ar**ha-caranguejo-de-Napoleão) que tem o mesmo comportamento, escondendo-se debaixo das flores e não fazendo teia de ar**ha.

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Ranunculus peltatus, nomes comuns ranúnculo-aquático e borboleta-d´água.Segundo o GUIA ILUSTRADO DOS CHARCOS TEMPORÁRIOS...
06/04/2026

Ranunculus peltatus, nomes comuns ranúnculo-aquático e borboleta-d´água.

Segundo o GUIA ILUSTRADO DOS CHARCOS TEMPORÁRIOS MEDITERRÂNICOS DA COSTA SUDOESTE:

"[...] Estas espécies geralmente desenvolvem dois tipos de folhas: umas submersas reduzidas a filamentos muito finos, que fazem lembrar um pincel, e outras laminares, com 3 lobos, que flutuam à superfície. No fim do inverno, início da primavera, quando os charcos ainda se encontram inundados, as suas flores, que são das primeiras a abrir, podem cobrir toda
a superfície, conferindo ao charco
uma tonalidade branca lindíssima."

Estes exemplares foram encontrados num charco temporário da Serra de Carnaxide, planta líndissima não acham?

26/03/2026

Upupa Epops, nomes comuns poupa, poupa-euroasiática ou boubela.

Segundo o site, https://biodiversidade.com.pt/:

"[...] Mas não é só do salão de beleza da natureza que a poupa vive, esta ave de silhueta londrina dos anos 60, não tem pudor em manifestar um poderoso odor para se defender dos perigos à espreita. [...]
Concebem entre sete a oito ovos que são chocados pela fêmea ao longo de dezasseis dias nos ninhos feitos em cavidades, tanto de árvores como de edifícios em ruínas, muros de pedra ou caixas-ninho. O macho tem a responsabilidade de alimentar a família e, por vezes, ajuda a chocar no processo final. [...]
As poupas fêmeas e as crias possuem uma tática para desmantelar predadores muito específica, digna da sua consumada individualidade: tomam partido de uma glândula, chamada uropigial, que lança um líquido de cheiro tenebroso, semelhante a carne podre, que expelem exaltadas e certeiras para cima das criaturas que ousam aproximar-se dos seus ninhos. Outra das suas famosas táticas de defesa é lançar esguichos de fezes para os predadores cuscos e sedentos de alimento.[...]
A sua dieta consiste de insetos grandes como os gafanhotos, grilos, ralos, ar**has ou minhocas. E como tudo na vida destas aves ganha uma proporção de espetáculo, a forma como consomem estes bichinhos é também algo performático e peculiar: procuram alimento pelos solos com a ajuda do longo bico e ao encontrarem a presa, beliscam-na para a incapacitar e atiram-na ao ar para a receber com habilidade no bico, deixando-a depois escorregar pela garganta abaixo."

Segundo o mesmo site esta ave pode viver 11 anos em estado selvagem.

O som deste pequeno filme foi tirado do site xeno-canto.org: "XC76893 - Eurasian Hoopoe - Upupa epops".

Fumaria capreolata, nomes comuns catarinas-queimadas, erva-moleirinha-maior, erva-das-candeias, erva-moleirinha-maior e ...
03/03/2026

Fumaria capreolata, nomes comuns catarinas-queimadas, erva-moleirinha-maior, erva-das-candeias, erva-moleirinha-maior e fumária-maior.

Segundo o site https://www.sciencedirect.com/:

"O género Fumaria L., pertencente à família das papoilas (Papaveraceae), possui cerca de 60 espécies. A maioria delas são plantas anuais ligeiramente flexíveis, delicadas e sem pêlos, com folhas finamente divididas e flores pequenas, tubulares, vermelhas a rosadas ou esbranquiçadas .[...]
As espécies Fumaria são chamadas de fumária, fumo da terra, vapores ou bonecas de cera, aludindo ao odor semelhante a fumo e outras características morfológicas.[...]
Embora sejam frequentemente consideradas ervas daninhas, várias delas são utilizadas há muito tempo na medicina popular, tais como F. capreolata, F. densiflora, F. indica, F. officinalis, F. parviflora e F. vaillantii. Estas ervas têm sido utilizadas medicinalmente na medicina popular como anti-hipertensivas, diuréticas, hepatoprotetoras e no tratamento de erupções cutâneas, artrite e cálculos biliares."

Blackstonia sp., os nomes comuns do género Blackstonia incluem principalmente centáurea-menor-perfolhada, centáurea-pequ...
26/02/2026

Blackstonia sp., os nomes comuns do género Blackstonia incluem principalmente centáurea-menor-perfolhada, centáurea-pequena-frondosa e sempre-viva.

Não tiramos fotos ao cálice e por isso não podemos identificar a espécie.

Diz o site https://flora-on.pt/ :

"[...] É muito importante observar as características do cálice, já que o porte pode ser semelhante, embora, geralmente, as inflorescências sejam bem mais compactas em B.perfoliata."

Ver na segunda foto as imagens do flora-on para distinguir as duas espécies Blackstonia acuminata e a Blackstonia perfoliata.


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