20/05/2026
Primeiro a culpa era do empreiteiro. Agora, segundo dizem, afinal foi a CM que decidiu meter e pagar o alcatrão. Em pouco tempo, a rua passou de pedra a asfalto com uma eficiência impressionante: construir, destruir e voltar a pagar, tudo às custas do “Zé Povinho”.
Mas claro, deve ter sido apenas mais uma daquelas “alterações ao projeto”. Talvez inspiradas por algum pseudo arquiteto/engenheiro paisagista, porque o importante parecia ser alimentar egos e não deixar fazer bem à primeira para evitar gastar duas vezes.
Ou então era só um teste ao conceito “medieval futurista”: primeiro faz-se em pedra para parecer histórico, depois cobre-se tudo de alcatrão para parecer moderno. O contribuinte paga as experiências e segue viagem.