Biblioteca-Museu do Jornal Avezinha

Biblioteca-Museu do Jornal Avezinha A Biblioteca-Museu do Jornal Avezinha é uma Associação Cultural. Visite-nos, leia connosco ou requisite um livro.

A Biblioteca-Museu do Jornal Avezinha é um espaço que poderá visitar de segunda a sexta-feira das 9:30h às 13h. Na Biblioteca pode ver a nossa coleção de livros (cada vez maior), jornais algarvios e nacionais de informação geral e desportiva, discos de vínil, filmes e revistas, que estão disponível para consulta no nosso espaço, ou poderá levar de empréstimo para usufruir dos mesmo na sua casa. O

museu está disponível para visita no mesmo horário, contudo para visitas guiadas é necessário marcar contactando-nos através de e-mail ou telefone. Esperamos por todos vós, para visitar o nosso novo espaço cultural em Paderne :)

O  POETA  MANUEL  NETO  DOS  SANTOS  APRESENTA  MAIS  UMA  OBRA  LITERÁRIA  EM  ALCANTARILHAPoeta de Alcantarilha, Manue...
30/08/2026

O POETA MANUEL NETO DOS SANTOS APRESENTA MAIS UMA OBRA LITERÁRIA EM ALCANTARILHA

Poeta de Alcantarilha, Manuel Neto dos Santos fez da palavra uma forma de celebrar a terra, a memória e as gentes do Algarve.
Uma voz reconhecida na literatura portuguesa, cuja poesia continua a levar o Sul para além das suas fronteiras.
Um poeta da nossa terra, da nossa cultura e da nossa identidade.

“ALBUFEIRA – HISTÓRIAS DA NOSSA GENTE”  É  O  NOVO  LIVRO  DE  ANA  SOFIA  BRITO  A Câmara Municipal de Albufeira promov...
25/08/2026

“ALBUFEIRA – HISTÓRIAS DA NOSSA GENTE” É O NOVO LIVRO DE ANA SOFIA BRITO

A Câmara Municipal de Albufeira promoveu, entre os dias 17 e 21 de agosto, um conjunto de apresentações do livro Albufeira – Histórias da Nossa Gente”, da autora albufeirense Ana Sofia Brito, com ilustrações de Guilherme Limão.

A iniciativa percorreu várias respostas sociais do concelho, onde foram entregues exemplares da obra e partilhadas histórias que recuperam as memórias, as vivências e a identidade de uma Albufeira de outros tempos.

O percurso começou no Centro de Dia e Estrutural e Residencial para Pessoas Idosas do Equipamento Social de Olhos d’Água. Seguiram-se visitas aos dois polos do Centro Paroquial de Paderne, em Paderne e na Quinta da Palmeira, ao Centro de Dia O Roseiral e à ERPI Roseiral.
A última apresentação decorreu na Fundação António Silva Leal, no Lar Nossa Senhora da Visitação, na Guia. Ao longo dos encontros, Ana Sofia Brito deu a conhecer a origem e o propósito de Albufeira – Histórias da Nossa Gente, num ambiente de proximidade que abriu o espaço à partilha de recordações entre a autora e os participantes.

As sessões assumiram um significado particular junto da população sénior, depositária de experiências, tradições e conhecimentos fundamentais para a preservação da memória coletiva do concelho.

O livro nasceu de uma conversa entre Ana Sofia Brito e o ilustrador Guilherme Limão, na qual ambos refletiram sobre o papel da memória e a importância de a preservar. Dessa conversa surgiu a vontade de revelar uma Albufeira muito diferente daquela que hoje conhecemos e de recuperar histórias ligadas às pessoas que ajudaram a construir a comunidade.

A obra reúne vinte e cinco narrativas acompanhadas pelas ilustrações de Guilherme Limão. Através de um olhar literário e poético, recupera a vida de uma comunidade que, perante as adversidades, encontrou na entreajuda a força necessária para preservar a dignidade das suas gentes.

Ao aproximar estas histórias daqueles que a guardam muitas memórias do território, a iniciativa promoveu o diálogo entre a literatura e as vivências pessoais, reforçou os laços com a identidade local e destacou a importância de transmitir este património humano às gerações futuras.

Natural de Albufeira, Ana Sofia Brito é atriz e malabarista. Publica regularmente crónicas no jornal 7MARGENS e no Jornal do Algarve e assina a rubrica E por falar em livros… no Sul Informação. É também autora do podcast Direito ao Grito, da FNAC, e do programa Zona d’Embarque, na Rádio Lagoa, que integra o espaço de poesia Palavra Corrente.

HÁ LUGARES QUE O TEMPO NÃO CONSEGUE APAGAR…Permanecem dentro de nós, feitos de memórias, afetos e rostos que a passagem ...
24/08/2026

HÁ LUGARES QUE O TEMPO NÃO CONSEGUE APAGAR…

Permanecem dentro de nós, feitos de memórias, afetos e rostos que a passagem dos anos vai tornando mais distantes, mas nunca esquecidos. Paderne é, para muitos dos seus filhos, uma dessas terras onde a infância continua a morar e onde cada regresso se transforma num reencontro com as raízes.
É desse sentimento de pertença, cada vez mais profundo apesar das mudanças e das ausências, que nasce este testemunho de Margarida Mealha. Um olhar sobre a terra que a viu crescer, sobre o passado que permanece vivo e, sobretudo, sobre a esperança de que Paderne continue a ter um amanhã.

“Voltei ontem à minha terra, onde volto sempre mesmo quando “ lá não vou”.
Assistir à eucaristia e à saída da igreja aproveitar os poucos momentos de encontro com os que lá restam é cada vez mais gratificante.
Ali, naquele lugar, entre a igreja e a casa que me viu nascer, ali, onde se cruzam os tempos…
Que “ fenómeno “ é este que acontece em mim que me predispõe a pisar as pedras da minha terra mesmo quando sei que restam poucas almas dos meus tempos de menina?!
Parece que a raiz ao invés de ir minguando como eu, vai crescendo e ficando mais funda.
Parece que o sentimento de pertença é cada vez mais profundo mesmo quando os alicerces escasseiam.
Embora fixe o olhar na janela do meu advento já não é o cenário de criança que me convoca, mas sim a própria aldeia que me chama.
Ali fiquei à conversa com dois amigos, a Feliciana e o Arménio sem dar pelo passar das horas, vasculhando o ontem e o hoje e até o amanhã. Porque Paderne merece um “amanhã.”
Não há dúvida “somos a essência dos anos,
O que vem e o que foi.”
Como disse Torga:
“Não tens preço na terra dos humanos,
Nem o tempo te rói.
És a essência dos anos. O que vem e o que foi.”

Margarida Mealha

Há lugares que não são apenas espaços onde nascemos: são parte de nós, das nossas memórias, dos nossos afetos e daquilo ...
11/08/2026

Há lugares que não são apenas espaços onde nascemos: são parte de nós, das nossas memórias, dos nossos afetos e daquilo que somos. É assim que Ida Santos recorda as suas Almeijoafras, a “Aldeia Grande” onde nasceu, cresceu e se fez mulher. Um regresso às raízes, vivido através das recordações da infância, das tradições, da família, das amizades e das brincadeiras que marcaram os primeiros anos de uma vida. Um testemunho carregado de emoção, onde o passado se reencontra com o presente e onde cada memória guarda um pedaço da sua história.

ALMEIJOAFRAS - ALDEIA ONDE NASCI
OLHANDO PARA TRÁS, E MUITO ATRÁS…
VEJO ASSIM A MINHA ALDEIA
Não é de ânimo leve que tentarei conseguir fazer um recuo às minhas Almeijoafras, (Aldeia Grande) onde nasci, cresci e fiz-me mulher!
Aldeia onde construí as minhas primeiras vivências;
Onde tentei sorver todos os hábitos e Tradições;
Onde segui a educação dada por minha Mãe e toda a minha família;
Onde fiz Amizades com toda a vizinhança, tendo criado laços de sangue com alguma dela, como de família se tratasse;
Aldeia, onde brinquei muito na meninice com as minhas amigas, e continuei a descer à brincadeira com todas as crianças, sempre… até a vida, me fazer dar um salto, para chegar a meta proposta, por mim e minha Mãe.
Aldeia, onde ainda hoje, me ressoa a maneira de falar de muita gente que tanto considerei e considero e que hoje revivo, aqueles falares que me tocam no coração, falares que se usaram por força das circunstâncias; essas mesmas pessoas, não tinham outra maneira de falar. Não sabiam ler nem escrever.
Aldeia, onde a maioria de sua gente, trabalhava no campo do nascer ao Pôr do Sol!Onde o rumor começava com a aurora da manhã.Onde os galos, eram despertadores andantes, e pela minha rua desciam os rebanhos acompanhados de ´moiral` e cães.Onde os burricos e carroças, começavam cedo a levantar em cachoeira o pó das ruas e a passarada, começava o seu chilreio!
Aldeia onde acordava ao som do zunzum do Moinho do Cerro grande;
Aldeia onde portas, se abriam de par em par até à noite, à luz do candeeiro a petróleo;
Aldeia onde havia duas ´vendolas` sendo uma delas, a Venda da Deta, uma mercearia, com uma cabine telefónica, onde chegava o carteiro que levava, distribuía e deixava a correspondência.
Aldeia onde havia uma Escola; onde fiz as antigas 1ª e 2ª classes;
Aldeia onde havia sapateiros, um barbeiro e, pertinho na Aldeia Pequena, uma padaria;
Aldeia onde, todos os dias iam os arrieiros ou peixeiros para vender o peixinho fresco, vindo de Albufeira e dos Olhos de Água.
Aldeia onde nos tempos vagos, as mulheres ainda faziam empreita de esparto para fazer alcofas e os alcofões, os quais vendiam para ajudar na sobrevivência da família;
Uma Aldeia onde havia uma parteira ( minha avó Paterna) que trazia os bebés à luz do dia e a quem toda aquela gente, chamava Comadre Emília Cordeiro.
Aldeia onde, nas noites de Inverno, se faziam serões à lareira, (se a havia…) e se confraternizava.
Aldeia onde se ajudavam e viviam em união;
Aldeia onde se ia à ribeira lavar a roupa, e também usá-la, em jeito de praia;
Uma Aldeia cheia de tradições, a saber: Rezar o terço na Quaresma numa casa habitual! Contratos pela Quaresma entre a garotada e adultos. Onde sempre se cantaram as Janeiras, de porta em porta, à noite ao luar.Onde se faziam alguidares de filhós polvilhadas de açúcar e canela. Onde havia a matança do porco, que era uma festa! As descamisadas do milho se faziam de noite, à luz duma lanterna. Onde havia a festa da “Adiafa” quando terminavam uma tarefa, em que a vizinhança colaborava… Onde estalavam as fogueiras de alecrim dos Santos Populares e se faziam os mastros.Onde se festejava com belos doces e licores caseiros, o dia 1º de Maio.`Onde pela Páscoa, se faziam os belos folares.Onde era hábito os netos ao Domingo, visitar para seus avós.Onde nós raparigas, aprendíamos a ajudar as mães, na tarefa da casa e outras coisinhas mais, tais como: crochet ( renda), malha, bordados de ponto russo, ponto cruz… e outros mais.
-Aldeia onde a criançada, brincava na rua, aos mais diversos jogos:Raparigas às rodas, ao talarão, ao jogo de esconder e tantos outros…Os rapazes ao pião, ao berlinde, ao eixo, à bola de trapos…
Aldeia onde, enfim, hoje penso que era Feliz, embora não o suficiente, para chegar onde ambiciona, pois com tristeza o digo a vida na Aldeia, não chegava para sair daquela forma de vida, dos nossos progenitores.

A CERTA ALTURA DEU-SE A REVIRAVOLTA

Aldeãs e Aldeãos, começaram a sentir que algo faltava e ganharam “asas” para sair e procurar uma vida diferente.
Começou a debandada para Lisboa e para a emigração: os primeiros para a Venezuela a seguir para a França, outros, a caminhar para a capital, para se aventurarem a uma vida diferente da dos pais. Outros ainda, a tentarem chegar onde ambicionaram, um dia, e foram obrigados a se ausentar também. Este foi o meu caso.

A pouco e pouco, o tempo, começou a ceifar a vida dos nossos progenitores e amigos, e assim a Aldeia começou a ficar vazia, fria, sem calor das nossas gentes… Já sem crianças, ouve-se na Aldeia agora, uma mistura de línguas, na qual a nossa parece estar em minoria… Vicissitudes da nossa vida!

Ainda assim, as nossas gentes, espalhadas por aqui e acolá, trazem o seu ´Torrão no coração, embora lhes vão faltando as raízes…
Recua-se e revive-se, Mas dói, ver que continua uma Aldeia bonita, embora tão diferente daquela que foi a nossa, um dia!...
Serei sempre uma aldeã ferrenha. Outrora, uma ´montanheira`…

Ida Maria Vieira dos Santos Guia

in ( Um Pedacinho de mim na aldeia onde nasci)
FOTOS DA AUTORA

ALGARVE Velas presas nos moinhos,  Velas à solta, no mar…És a província – meninaDos olhos de Portugal, O mar te canta em...
30/07/2026

ALGARVE

Velas presas nos moinhos,
Velas à solta, no mar…

És a província – menina
Dos olhos de Portugal,
O mar te canta em surdina
Tua luz não tem igual.

Anda o sol, por brincadeira,
Doirando com alegria,
O rosto de cor trigueira
Da nossa gente algarvia.

Tens o murmúrio das fontes
E dos moinhos de vento,
As capelinhas dos montes
Por graça do pensamento.

Tens o Oceano altivo
Que te abraça a toda a hora,
Montanhas onde, cativo,
O Algarve canta e chora.

Algarve risonho
Cheio de poesia,
Ó terra de sonho
De santa Maria.

São lindos e belos
Teus contos de fadas
Terra de castelos,
Moiras encantadas.

“Meu lindo Algarve, nas velas
Constantemente a velar:”
Velas presas nos moinhos,
Velas à solta, no mar…

Maria da Conceição Elói ( Madressilva) in “ O Amor em Quadras de Inspiração Popular)

O  LIVRO “ANTES  QUE  ME ESQUEÇA”, DE MARGARIDA  MEALHA, JÁ  DISPONÍVEL  NA  BIBLIOTECA“Antes que me esqueça…”, da escri...
20/07/2026

O LIVRO “ANTES QUE ME ESQUEÇA”, DE MARGARIDA MEALHA, JÁ DISPONÍVEL NA BIBLIOTECA

“Antes que me esqueça…”, da escritora padernense Margarida Mealha, já pode ser requisitado.
Nesta obra, a autora convida-nos a viajar pelas memórias, pelos afetos e pela saudade, lembrando-nos de que há sentimentos que o tempo nunca consegue apagar.

Uma leitura sensível e inspiradora, que celebra o amor, a esperança e a força das ligações que permanecem para além do tempo.
Venha descobrir Antes que me esqueça… e deixe-se envolver por esta emocionante viagem literária.

RECORDAÇÕES  DO  ALGARVE  ANTIGO  NA  PENA  DE  ALBERTINA  RODRIGUESCada quadra deste poema guarda um pedaço da alma alg...
11/07/2026

RECORDAÇÕES DO ALGARVE ANTIGO NA PENA DE ALBERTINA RODRIGUES

Cada quadra deste poema guarda um pedaço da alma algarvia, homenageando as gerações que viveram da terra, preservaram as tradições e deixaram um legado de trabalho, simplicidade e alegria.

No Algarve antigamente
Que lindo, ouvia-se cantar
Era muita da nossa gente
Feliz no campo a lidar.

Cantava-se a varejar
A mondar, a ceifar o trigo
Era um encanto sem par
Tudo isto que eu lhes digo.

E para apanhar o figo
Iam de chapéu e lenço
Era assim no tempo antigo
No passado a que pertenço.

Nas alegres desfolhadas
Feitas à luz do luar
Maçarocas encarnadas
Davam direito a abraçar.

As alegres lavadeiras
Iam à ribeira lavar
Nas moitas das aroeiras
Punham a roupa a secar.

Os homens iam lavrando
Com o arado na mão
Alegres, sempre cantando
A mais bonita canção.

Quando chegava o verão
E iam às hortas regar
Quantas vezes ao serão
P´ro trabalho adiantar.

E o chiar das carroças
Puxadas pelos animais
Eram coisas muito nossas
Já não voltam nunca mais.

Hoje recordo sorrindo
Tudo o que vi em criança
Desse Algarve, que era lindo
Resta apenas a lembrança.

Albertina Coelho Rodrigues
In “ Do Sonho à Realidade”

ISABEL  DO  VALLE  REGRESSA  AO  JORNAL  ONDE  FOI  FELIZHá memórias que permanecem intactas no lugar onde verdadeiramen...
01/07/2026

ISABEL DO VALLE REGRESSA AO JORNAL ONDE FOI FELIZ

Há memórias que permanecem intactas no lugar onde verdadeiramente habitam: o coração.
Nesta evocação, Isabel do Valle convida-nos a percorrer os caminhos da infância, onde as pequenas descobertas se transformam em eternidade e onde a felicidade se media pela simplicidade dos dias. Porque há um passado que não pesa nem dói: permanece apenas como a mais pura expressão do amor.

O TEMPO PASSA E AS MEMÓRIAS FICAM

Veloz, é assim que sinto a passagem do tempo. Num de repente tudo já foi. Tudo partiu. Em passo propositadamente lento, percorro as memórias de um longínquo passado. A casa da praia. A baía onde pela primeira vez conheci a liberdade. … Os meus primeiros passos, o meu primeiro contacto com o mar, o encantamento pela caixa dos bolos e dos barquilhos, a tenda dos robertos… Procuro os rostos embevecidos pelas minhas audazes aventuras e descobertas… a mãe, a avó, as tias, os tios, os primos, os amigos… Santo Deus! Como fui feliz nessa altura em que não possuindo nada, tinha tudo!
Deitei fora as imagens mas está tudo cá dentro, ciosamente guardado dentro do peito. Nada do meu passado é saudade. Todo o meu passado é apenas amor.

Isabel do Valle

ATELIER CRIATIVO NA JUNTA DE FREGUESIA DE PADERNE
28/06/2026

ATELIER CRIATIVO NA JUNTA DE FREGUESIA DE PADERNE

🎨🐟 Atelier Criativo “Vamos Pintar um Peixe” 🐟🎨

A Junta de Freguesia de Paderne recebe o atelier criativo “Vamos Pintar um Peixe”, dinamizado por Marie Cores Vivas.

Uma atividade cheia de cor, imaginação e criatividade, onde os participantes poderão criar o seu próprio peixe em tela e levar a sua obra para casa! ✨

📅 8 de julho
🕥 10h30 às 12h00
📍 Edifício da Junta de Freguesia de Paderne
💶 15€ por criança
🎨 Material incluído

⚠️ Vagas limitadas!

Reservas e informações:
📞 289 367 168
📧 [[email protected]](mailto:[email protected])

Reserva já o teu lugar e vem mergulhar num mundo de criatividade! 🌊🐠

“ANTES QUE  ME  ESQUEÇA”  É  O  TERCERO  LIVRO  DE  MARGARIDA  MEALHAMargarida Mealha publicou o seu terceiro livro,” An...
24/06/2026

“ANTES QUE ME ESQUEÇA” É O TERCERO LIVRO DE MARGARIDA MEALHA

Margarida Mealha publicou o seu terceiro livro,” Antes que me esqueça”, uma obra de cerca de trezentas páginas onde deixa entrever fragmentos da sua alma e regressa, pela memória, aos dias luminosos da infância em Paderne.

Particularmente significativas são as palavras do seu amigo de infância, Arménio, que acompanham esta viagem íntima pelas raízes, pelos afetos e pelo tempo que permanece.

“Escrever um livro, seja em prosa ou em verso, é sempre um ato de amor, uma oferenda silenciosa ao tempo e à memória. É assim que se revela o mais recente livro de Margarida Mealha,” Antes que me esqueça…”
Como já acontecia em “Caminho no Tempo” e “Ainda há Caminho”, a autora regressa às raízes com a delicadeza de quem sabe que o essencial nunca se perde. Apesar das vicissitudes de uma vida intensa e plena de movimento, a sua memória permaneceu ancorada em Paderne, terra natal onde repousam as saudades luminosas de uma infância feliz.
Em “Antes que me esqueça…”, livro esperado com a serenidade de quem aguarda um reencontro, Margarida Mealha convoca a saudade como forma de permanência. As ruas, a Rua Miguel Bombarda, os gestos simples, os convívios fraternos feitos de amor e amizade emergem como fragmentos vivos de um tempo que não se apaga. Tudo isso permanece inscrito no coração coletivo, devolvido ao lugar mais íntimo da alma.
Assim, a autora devolve-nos aquilo que o tempo insiste em testar, mas nunca consegue destruir: a beleza do afeto, a paz dos laços verdadeiros, a esperança que resiste e o amor que, mesmo antes do esquecimento, já é eternidade.”

Arménio Aleluia Martins

Endereço

Rua Miguel Bombarda, 67-69
Paderne
8200-495

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Quarta-feira 09:30 - 13:00
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