Arquivo Municipal Penafiel

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O Arquivo Municipal de Penafiel é um serviço da Câmara Municipal de Penafiel que compreende e unifica numa só estrutura o âmbito, funções e objetivos específicos dos vulgarmente chamados Arquivo Geral e Arquivo Histórico do Município. Acerca do Arquivo Municipal de Penafiel

O Arquivo Municipal de Penafiel è um serviço da Câmara Municipal de Penafiel dotado de atribuições e competências próprias n

a área da gestão arquivística, proteção e valorização patrimonial do Arquivo desta Câmara e de outros acervos documentais de âmbito concelhio. Compete-lhe, também, promover a preservação da memória coletiva institucional e local, fomentar a divulgação do acervo documental, disponibilizando a documentação para consulta à comunidade em geral. Assente numa estratégia de maior proximidade de acesso e transmissão de informação, a Página Oficial do Arquivo Municipal de Penafiel dá a conhecer tudo o que acontece no Arquivo Municipal, bem como toda a documentação histórica ao dispor do Município e dos nossos investigadores, apostando numa política de comunicação interativa direcionada aos cidadãos. Contribuindo para uma cidadania mais ativa pretendemos disponibilizar informação online, tendo em conta os interesses de todos os penafidelenses, bem como, dos investigadores que se interessam pela história e memória deste concelho e também daqueles que nos acompanham e visitam.
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Desafio...O Sr. António Guimarães, autor desta fotografia, encontrava-se na cidade de Penafiel!Quem consegue identificar...
06/09/2026

Desafio...

O Sr. António Guimarães, autor desta fotografia, encontrava-se na cidade de Penafiel!

Quem consegue identificar esta rua?

Reportagem n.º 3924, de setembro de 1974, pertencente ao espólio fotográfico da Casa Comercial FotoAntony.

Os livros de registo de reportagens do espólio fotográfico da Casa Comercial FotoAntony, já se encontram disponíveis para consulta online, no link:
https://arquivomunicipal.cm-penafiel.pt/LBWOPAC/search/results?q=reportagens&p=1B51C507-04AC-4882-96DB-2E201E49B6C7&s=&ClassificationPlanItemID=

Confraria de Santo António, na Capela de Santo António, o Velho, em Penafiel.Poucas informações chegaram até nós sobre a...
05/09/2026

Confraria de Santo António, na Capela de Santo António, o Velho, em Penafiel.

Poucas informações chegaram até nós sobre a antiga Confraria de Santo António, na antiga Capela de Santo António, o Velho. Contudo, um manuscrito de António de Vasconcelos Cirne "Apontamentos de algumas escrituras de notas do século XVII", disponível em: https://arquivomunicipal.cm-penafiel.pt/LBWOPAC/Register/Index/6aeb56cf-87aa-4f0a-a18e-9865fbe6919d refere um prazo feito em 10 de maio de 1634, pelos mordomos desta confraria, relativo a um olival junto à capela. Graças a este documento, sabemos que António Nunes, Manuel Nunes e Gaspar Gonçalves Monteiro eram, na altura, mordomos da mesma. Em 1782, já não se fazia a eleição de Juiz e Procurador da dita capela e a mesma já estava bastante danificada. Viria, mais tarde, a ser desmantelada para aí se construir a Igreja de Nossa Senhora do Carmo.

Para saber mais, poderá, também, aceder ao fundo documental da Capela de santo António, o Velho, disponível em: https://arquivomunicipal.cm-penafiel.pt/LBWOPAC/search/results?p=770BFAF1-DB09-43A1-AB30-86DA0EC32501

Fotografia do olival, junto à Igreja de Nossa Senhora do Carmo, pertencente ao nosso Arquivo Fotográfico Digital.

Continuando os nossos conselhos de leitura sobre Penafiel...Hoje, trazemos aqui a dissertação de mestrado em História Me...
04/09/2026

Continuando os nossos conselhos de leitura sobre Penafiel...

Hoje, trazemos aqui a dissertação de mestrado em História Medieval, apresentada na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, em 2001, pela Dra. Emília Albertina Sá Pereira de Vasconcelos, intitulada "Vereações na Câmara do Porto, no ano de 1548", e disponível online em: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/13054

Nesta tese, podemos encontrar várias informações sobre Arrifana de Sousa e sobre algumas freguesias que, mais tarde, vão fazer parte do concelho de Penafiel, uma vez que, nesta altura, faziam parte do termo da cidade do Porto.
Desta forma, podemos ficar a saber que, em 1548, um dos meirinhos juramentados na Vereação era João Eanes de Santo Estevão de Aldorães (Oldrões); Cristóvão Fernandes, de Arrifana de Sousa; Gonçalo Rodrigues, de Valpedre. Poderá, também, saber quem eram os quadrilheiros destas freguesias, bem como, os almotacés eleitos para os lugares da jurisdição do Porto, ficando, assim, a conhecer os de Arrifana de Sousa.

Boas leituras!!

Imagem meramente ilustrativa - Representação do Entre Douro e Minho, com indicação de Arrifana de Sousa, na carta de Fernando Alvares Seco [1600].

Os Barbosa da Casa da Figueira, em Baltar.Para quem pretender saber mais sobre os ascendentes de Gaspar Barbosa, que viv...
04/09/2026

Os Barbosa da Casa da Figueira, em Baltar.

Para quem pretender saber mais sobre os ascendentes de Gaspar Barbosa, que viveu nos inícios da centúria de 600, na Casa da Figueira e era Capitão de Baltar, filho de António Brás, Capitão da Honra de Baltar e Recebedor Mor das Sisas do concelho de Aguiar de Sousa, pode consultar a Genealogia dos Barbosas do Capitão de Baltar, Gaspar Barbosa, do fundo documental Família Monteiro Guedes de Vasconcelos Mourão, que já está disponível online, em: https://arquivomunicipal.cm-penafiel.pt/LBWOPAC/Register/Index/97635d35-7bb6-4551-9e5e-7fe1f166d966

Imagem meramente ilustrativa (vista sobre Baltar), retirada do site: https://aoencontrodopassado.blogs.sapo.pt/19465.html

Procissão de Nossa Senhora da Nazaré, na praia da Aguda.Partilhamos convosco algumas fotografias da Procissão de Nossa S...
03/09/2026

Procissão de Nossa Senhora da Nazaré, na praia da Aguda.

Partilhamos convosco algumas fotografias da Procissão de Nossa Senhora da Nazaré, na praia da Aguda, da autoria de António Guimarães, reportagem n.º 3685, de agosto de 1973, pertencentes ao espólio fotográfico da Casa Comercial FotoAntony.

Os livros de registo de reportagens do espólio fotográfico da Casa Comercial FotoAntony, já se encontram disponíveis para consulta online, no link:
https://arquivomunicipal.cm-penafiel.pt/LBWOPAC/search/results?q=reportagens&p=1B51C507-04AC-4882-96DB-2E201E49B6C7&s=&ClassificationPlanItemID=

Gomes Jannes de Barcelos e a Quinta de Moimenta, nas terras de Paiva, em 1391.Em um de julho de 1391, o Conde Dom Nuno A...
02/09/2026

Gomes Jannes de Barcelos e a Quinta de Moimenta, nas terras de Paiva, em 1391.

Em um de julho de 1391, o Conde Dom Nuno Alvares Pereira emprazou a Gomes Jannes, morador em Barcelos, a Quinta Grande de Moimenta, na freguesia de Fornos, Terras de Paiva, comarca de Barcelos, por 20 coroas, com todas as suas bouças, rocios, vinhas, casais, pertenças e herdades. Rui Jannes recebeu a dita Quinta de seu pai e, por sua vez, este passou a seu filho Brás Esteves.
Em 1487, quando Dom João II deu Foral a Paiva, a dita Quinta Grande de Moimenta foi mencionada no mesmo.
Brás Esteves vivia nessa Quinta quando a sua filha Dona Maria ou Mecia Gomes casou com Joane Mendes de Vasconcelos, o Velho, da Quinta de Gaia, perto de Amarante.

Para saber mais sobre estas quintas e esta família, pode consultar o documento disponível em: https://arquivomunicipal.cm-penafiel.pt/LBWOPAC/Register/Index/7b9bc04b-3545-45c5-b548-0f649f5eaedc

Imagem meramente ilustrativa, retirada de:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Nuno_%C3%81lvares_Pereira

As laranjas e outras frutas na Botica e Hospital da Misericórdia de Penafiel.A laranja e a flor de laranjeira tiveram se...
01/09/2026

As laranjas e outras frutas na Botica e Hospital da Misericórdia de Penafiel.

A laranja e a flor de laranjeira tiveram sempre, ao longo dos séculos, um papel importantíssimo na medicina.
Nos finais do século XVIII e nos inícios do século XIX, o médico do partido da Câmara Municipal e da Santa Casa, António de Almeida, recomendava o sumo de laranja ou de moça, bem como, peras assadas e caldos de galinha com ervas, tais como azedas e borragens, para curar a febre tifoide.
Ainda o mesmo físico, para a cura da febre tifoide, referia a importância do "Cozimento" feito à base de chicória, escorcioneira, azedas, aleluia, entre outras, onde se infundiam tamarindos dissolvidos em cremor tártaro, adoçado com oximel simples ou xarope de casca de laranja, na quantidade de 4 onças.
António de Almeida sublinhou a importância, na 1.ª fase da febre tifoide, o uso de laranjas sobre diversas formas, para curar a dita doença.

Na Botica da Santa Casa era, assim, usual encontrar-se para venda o xarope de casca de laranja e a própria botica adquiria em quantidade laranjas azedas para confecionar xaropes e infusões, para tratamento de diversas maleitas.
Não só as laranjas, mas outras frutas eram muito utilizadas para a confeção de variadas mezinhas, nomeadamente as tâmaras da Índia.
Contudo, o consumo excessivo de fruta por parte dos penafidelenses, nos finais da centúria de 700, inícios da centúria de 800, levou, também, a reparos por parte deste médico. Segundo ele, esse consumo excessivo levava a doenças como as diarreias e a coqueluche, sobretudo, porque, muitas vezes, eram consumidas ainda verdes.

As árvores de fruta estendiam-se ao longo dos cursos de água, por todo o território, permitindo a sua colheita fácil. A existência de muitas árvores de fruta no concelho dever-se-ia, provavelmente, à obrigação imposta na 1.ª metade do século XVII, de plantarem essas árvores no concelho.
As Memórias Paroquiais de 1758, referem em várias freguesias essas frutas. Abragão, por exemplo, não era das mais produtivas em frutas, tendo algumas maçãs e peras. Por sua vez, a freguesia de Arrifana de Sousa, segundo o que o pároco da altura referiu, possuía muita fruta. Também Boelhe produzia muita fruta, como maçãs, peras, pêssegos, ameixas, laranjas, melões e melancias. Já em Entre-os-Rios, o padre referiu que havia fruta doce e de espinho. Em Luzim abundavam as castanhas, peras, maçãs, laranjas azedas, cultivadas para se vender a casca, e laranjas da china, bem como muitos limões doces e azedos. Milhundos também tinha muita fruta, essencialmente castanhas. Por sua vez, em Portela, o pároco referiu que a abundância de águas que vinham da serra do Mozinho, tornavam o vale bastante "frotiforo", produzindo, assim, muitas frutas de diversas qualidades. Rio de Moinhos era bastante fértil em fruta, bem como, Santiago de Subarrifana que tinha muitas maçãs, peras, cerejas, castanhas e nozes.
Esta vasta produção levava a que a população se alimentasse, facilmente, deste produto.

A leitura dos Tombos da Companhia de Jesus de 1593, que descrevem as propriedades da Mesa Abacial de Paço de Sousa, nesta zona do Vale do Sousa, mostram já uma relevante existência de árvores de fruta, como pode ver em:
https://arquivomunicipal.cm-penafiel.pt/LBWOPAC/search/results?q=tombo&p=7A6DD6B9-BA76-4EF6-A91F-F6E19EA78DAA&s=&ClassificationPlanItemID=
Mas se consultarmos o Tombo da Comenda da Ordem de Cristo de São Martinho de Arrifana de Sousa de 1718 - 1719, verifica-se a grande quantidade de laranjais e outras árvores de fruta na região. Pode consultar em: https://arquivomunicipal.cm-penafiel.pt/LBWOPAC/Register/Index/c8338b01-36f2-4ef6-b0a5-b5509631eb24
Também o Tombo da Igreja de São Mamede de Recesinhos, que descreve as propriedades em São Mamede Recesinhos, Castelões, Caíde, Bustelo; Boelhe, possui imensas referências a pomares. Veja em: https://arquivomunicipal.cm-penafiel.pt/LBWOPAC/Register/Index/6268e823-8556-485e-a6b0-5fba4581b053

Já agora, sugerimos a leitura do livro de Anabela Ramos "Laranjas de Portugal, Séculos de cultivo e consumo", da Ficta Editora, bem como, o artigo "O papel dos alimentos na cura dos corpos no Hospital de Penafiel (séculos XVIII - XIX), de Sofia Fernandes, disponível em: https://www.academia.edu/27092946/O_papel_dos_alimentos_na_cura_dos_corpos_no_hospital_de_Penafiel_s%C3%A9culos_XVIII_XIX_

Imagem meramente ilustrativa.

Fundo documental da Casa das Mouras - Rio de MoinhosCaros utentes,Vimos, desta forma, lembrar que o Arquivo Municipal de...
31/08/2026

Fundo documental da Casa das Mouras - Rio de Moinhos

Caros utentes,

Vimos, desta forma, lembrar que o Arquivo Municipal de Penafiel continua a proceder à digitalização e disponibilização do fundo documental da Casa das Mouras.

Assim, são já centenas de documentos disponíveis online, referentes a alguns dos produtores deste fundo.

Hoje, damos-vos a conhecer um deles: Manuel Pinto Ribeiro de Castro

Manuel Pinto Ribeiro de Castro nasceu a 9 de Julho de 1715, na freguesia da Sé, no concelho do Porto, filho primogénito de Manuel Pinto Ribeiro Libório e de Teodósia Maria Teresa. Seu pai, Manuel Pinto Ribeiro Libório era filho de Manuel Ribeiro da Silva e de Mariana Pinto da Silva. Por sua vez, sua mãe, Teodósia Maria Teresa era filha de Manuel Tavares de Oliveira e de Teresa do Rosário.
A 16 de Janeiro de 1746, casou na freguesia de Cedofeita, com Ana Perpétua Saldanha, filha de Gervásio de Carvalho e Joana Batista Saldanha, moradores em Miragaia. Gervásio de Carvalho era filho de Francisco Domingues e de Maria Carvalho. E Joana Saldanha era filha de Manuel de Saldanha Marinho e de Maria Evangelista.
Manuel Pinto Ribeiro de Castro teve com a sua esposa sete filhos, sendo os últimos três religiosos: Columbano Pinto Ribeiro de Castro; Ana Leonor Saldanha de Castro; António Pinto Ribeiro de Castro; Joana Constantina Pinto Ribeiro de Castro; José Pinto da Guerra e Castro; Maria Irene Pinto Ribeiro de Castro; Teresa Pinto Ribeiro de Castro.
Formou-se Bacharel em Direito, pela Universidade de Coimbra, tendo-se matriculado nessa Universidade, em Cânones, em 1 de outubro de 1734 e tendo obtido a formatura em 28 de julho de 1738, exercendo ao longo da sua vida, os cargos de Juiz de Fora da Vila da Feira e Ouvidor em Vila Real, sendo graduado Corregedor com Beca.
Tornou-se familiar do Santo Ofício, no ano de 1750. Após a morte de seu pai, tornou-se o 3º administrador do vínculo instituído por seu bisavô, Belchior Ribeiro. Em 1741, tirou Carta de Brasão, alegando ser descendente de D. Inês de Castro.
Em 1775, anexou ao vínculo as legítimas de seus irmãos, Frei Francisco Pinto Ribeiro de Castro e Pe. João Pinto Ribeiro de Castro, fazendo nova instituição e consagrando o vínculo a Nossa Senhora da Vela, passando a ser conhecido o vínculo, como Morgado de Nossa Senhora da Vela.
Residiu sempre na Rua das Flores, na cidade do Porto, onde nasceu, e morreu no ano de 1783, com a provável idade de 68 anos.

Para saber mais, aceda aos seus documentos através do seguinte link:
https://arquivomunicipal.cm-penafiel.pt/LBWOPAC/Register/Index/7454d2fb-511d-46cc-97a8-221216d382fc

Endereço

Avenida Soares De Moura/Quelho Das Castanhas
Penafiel
4560-493

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:30 - 12:30
14:00 - 17:30
Terça-feira 09:30 - 12:30
14:00 - 17:30
Quarta-feira 09:30 - 12:30
14:00 - 17:30
Quinta-feira 09:30 - 12:30
14:00 - 17:30
Sexta-feira 09:30 - 12:30
14:00 - 17:30

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