Arquivo Municipal de Pombal

Arquivo Municipal de Pombal O Arquivo Municipal de Pombal, faz a gestão do património arquivístico do Município.

O Arquivo Municipal de Pombal foi criado por deliberação camarária de 9 de Dezembro de 2002, no âmbito do Programa de Apoio à Rede Nacional de Arquivos Municipais (PARAM), do Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo, tendo sido comparticipado financeiramente para a sua instalação, em edifício construído de raiz. A primeira pedra foi lançada no dia 11 de Novembro de 2004, sendo inaugurado no

dia 29 de Julho de 2006. Constituído fundamentalmente pela massa documental produzida e recebida pelos diversos serviços municipais no decorrer das suas funções, desde o século XVIII, até aos nossos dias, para preservar a memória dos atos da administração para efeitos de testemunho, prova ou informação, como garantia dos direitos dos cidadãos. Muitos são os registos nas mais diversas formas: livros, pergaminhos, cartazes, fotografias, postais, entre outros, de extrema relevância para o estudo da história do nosso Concelho. O Arquivo cuja área total é de cerca de 1.077 m2, é composto por: receção; sala de leitura com capacidade para 8 lugares para consulta gratuita, sendo um espaço equipado com o sistema de "wireless", permitindo o acesso à internet, a partir dos computadores de uso pessoal, onde se encontra uma pequena biblioteca de apoio à investigação de livre acesso, e onde se podem consultar os instrumentos de descrição documental (IDD’S), inventários e catálogos; 3 gabinetes técnicos; sala de reuniões; 2 depósitos com capacidade para cerca de 3.400ml de documentação.

📜 𝐌𝐄𝐌𝐎́𝐑𝐈𝐀 𝐃𝐎 𝐌𝐄̂𝐒A propósito do seu cinquentenário, assinalado no dia 𝟏𝟑 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐥𝐡𝐨, este mês fazemos memória do 𝐓𝐞𝐚𝐭𝐫𝐨 𝐀...
18/08/2026

📜 𝐌𝐄𝐌𝐎́𝐑𝐈𝐀 𝐃𝐎 𝐌𝐄̂𝐒

A propósito do seu cinquentenário, assinalado no dia 𝟏𝟑 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐥𝐡𝐨, este mês fazemos memória do 𝐓𝐞𝐚𝐭𝐫𝐨 𝐀𝐦𝐚𝐝𝐨𝐫 𝐝𝐞 𝐏𝐨𝐦𝐛𝐚𝐥 (TAP). Ao longo do último meio século, o TAP afirmou-se como espaço de criação artística, formação cultural e participação cívica, deixando uma marca indelével na vida cultural pombalense.

𝐅𝐮𝐧𝐝𝐚𝐝𝐨 𝐞𝐦 𝟏𝟗𝟕𝟔, num período de grande renovação cultural e associativa após o 25 de Abril, o Teatro Amador de Pombal surgiu por iniciativa do Professor Joaquim Eusebio, que mobilizou os seus alunos da Escola Secundária de Pombal para a criação de um grupo de teatro. A partir desse impulso, nasceu um projeto dedicado à arte dramática e à promoção da cultura junto da comunidade.

Ao longo das décadas, o TAP levou à cena dezenas de produções, de autores portugueses e estrangeiros, textos clássicos, contemporâneos e criações originais. Representou Pombal em festivais nacionais e internacionais, acolheu companhias convidadas e formou sucessivas gerações de atores, encenadores e técnicos. Mais do que teatro, tornou-se uma verdadeira escola de cidadania, onde muitos jovens encontraram um espaço de expressão, criatividade e compromisso comunitário.

A história do Teatro Amador de Pombal confunde-se com a própria evolução cultural do concelho. Destacam-se, entre outros projetos, o Festival de Teatro de Pombal, iniciativa que tem trazido ao concelho companhias de teatro de todo o país, contribuindo para a formação de públicos e para a afirmação de Pombal como uma referência no panorama do teatro amador português.

Os documentos preservados no Arquivo Municipal de Pombal testemunham a riqueza deste percurso e permitem acompanhar a evolução de um projeto que continua a renovar-se.
Nas imagens, destacamos a folha de sala, o convite e o bilhete da peça “Ensaio. Hamlet”, de Nuno Pino Custódio, apresentada no Teatro-Cine de Pombal, a 22 de janeiro de 2005.

𝐄𝐬𝐭𝐞 𝐞𝐬𝐩𝐨́𝐥𝐢𝐨 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐠𝐫𝐚 𝐚 𝐯𝐚𝐬𝐭𝐚 𝐝𝐨𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐉𝐨𝐚𝐪𝐮𝐢𝐦 𝐄𝐮𝐬𝐞́𝐛𝐢𝐨 𝐟𝐞𝐳 𝐚𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥, 𝐞𝐦 𝟐𝟎𝟐𝟓.

29/07/2026

🎉𝟐𝟎 𝐀𝐍𝐎𝐒 𝐀 𝐃𝐀𝐑 𝐅𝐔𝐓𝐔𝐑𝐎 𝐀̀ 𝐍𝐎𝐒𝐒𝐀 𝐌𝐄𝐌𝐎́𝐑𝐈𝐀 | 𝟐𝟎𝟎𝟔-𝟐𝟎𝟐𝟔
𝐍𝐞𝐬𝐭𝐞 𝐝𝐢𝐚, 𝟐𝟗 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟎𝟔, 𝐚𝐛𝐫𝐢𝐫𝐚𝐦-𝐬𝐞 𝐚𝐬 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐚𝐬 𝐝𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐏𝐨𝐦𝐛𝐚𝐥, com a missão de preservar a memória coletiva do concelho, proteger o seu património documental e colocá-lo ao serviço de todos.
Ao longo destas duas décadas, tornou-se um espaço de memória, conhecimento, cultura, identidade e cidadania. Um lugar onde os documentos preservam direitos, testemunham histórias e aproximam as pessoas do seu passado para melhor compreenderem o presente e construírem o futuro.
Neste dia de celebração, o Arquivo Municipal de Pombal manifesta o seu
profundo 𝐚𝐠𝐫𝐚𝐝𝐞𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐚 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐥𝐚𝐛𝐨𝐫𝐚𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 que, ao longo destes vinte anos, aqui exerceram funções e àqueles que hoje continuam a dedicar o seu trabalho a esta missão de serviço público.
Uma palavra de sincero 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 é igualmente dirigida a 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐚̃𝐨𝐬, 𝐟𝐚𝐦𝐢́𝐥𝐢𝐚𝐬, 𝐚𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐞 𝐢𝐧𝐬𝐭𝐢𝐭𝐮𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐟𝐢𝐚𝐫𝐚𝐦 𝐚𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐮𝐬 𝐝𝐨𝐜𝐮𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬, 𝐟𝐨𝐭𝐨𝐠𝐫𝐚𝐟𝐢𝐚𝐬 𝐞 𝐦𝐞𝐦𝐨́𝐫𝐢𝐚𝐬. Com esse gesto generoso contribuíram para preservar um património que hoje pertence a toda a comunidade e que ficará ao serviço das gerações futuras.
𝐂𝐞𝐥𝐞𝐛𝐫𝐚𝐫 𝐞𝐬𝐭𝐞𝐬 𝟐𝟎 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐞́ 𝐫𝐞𝐧𝐨𝐯𝐚𝐫 𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐫𝐨𝐦𝐢𝐬𝐬𝐨 𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐮𝐚𝐫 𝐚 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐫𝐯𝐚𝐫, 𝐯𝐚𝐥𝐨𝐫𝐢𝐳𝐚𝐫 𝐞 𝐝𝐢𝐯𝐮𝐥𝐠𝐚𝐫 𝐮𝐦 𝐩𝐚𝐭𝐫𝐢𝐦𝐨́𝐧𝐢𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐞́ 𝐝𝐞 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐧𝐨́𝐬.
Arquivo Municipal de Pombal.
Textos e edição - Fernanda Pinto
Captura e ediçao imagem- Miguel Duarte
Voz Off - Fernanda Pinto e Miguel Duarte

29/07/2026

🎉𝟐𝟎 𝐀𝐍𝐎𝐒 𝐀 𝐃𝐀𝐑 𝐅𝐔𝐓𝐔𝐑𝐎 𝐀̀ 𝐍𝐎𝐒𝐒𝐀 𝐌𝐄𝐌𝐎́𝐑𝐈𝐀 | 𝟐𝟎𝟎𝟔-𝟐𝟎𝟐𝟔

𝐍𝐞𝐬𝐭𝐞 𝐝𝐢𝐚, 𝟐𝟗 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟎𝟔, 𝐚𝐛𝐫𝐢𝐫𝐚𝐦-𝐬𝐞 𝐚𝐬 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐚𝐬 𝐝𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐏𝐨𝐦𝐛𝐚𝐥, com a missão de preservar a memória coletiva do concelho, proteger o seu património documental e colocá-lo ao serviço de todos.

Ao longo destas duas décadas, tornou-se um espaço de memória, conhecimento, cultura, identidade e cidadania. Um lugar onde os documentos preservam direitos, testemunham histórias e aproximam as pessoas do seu passado para melhor compreenderem o presente e construírem o futuro.

Neste dia de celebração, o Arquivo Municipal de Pombal manifesta o seu
profundo 𝐚𝐠𝐫𝐚𝐝𝐞𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐚 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐥𝐚𝐛𝐨𝐫𝐚𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 que, ao longo destes vinte anos, aqui exerceram funções e àqueles que hoje continuam a dedicar o seu trabalho a esta missão de serviço público.

Uma palavra de sincero 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 é igualmente dirigida a 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐚̃𝐨𝐬, 𝐟𝐚𝐦𝐢́𝐥𝐢𝐚𝐬, 𝐚𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐞 𝐢𝐧𝐬𝐭𝐢𝐭𝐮𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐟𝐢𝐚𝐫𝐚𝐦 𝐚𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐮𝐬 𝐝𝐨𝐜𝐮𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬, 𝐟𝐨𝐭𝐨𝐠𝐫𝐚𝐟𝐢𝐚𝐬 𝐞 𝐦𝐞𝐦𝐨́𝐫𝐢𝐚𝐬. Com esse gesto generoso contribuíram para preservar um património que hoje pertence a toda a comunidade e que ficará ao serviço das gerações futuras.

𝐂𝐞𝐥𝐞𝐛𝐫𝐚𝐫 𝐞𝐬𝐭𝐞𝐬 𝟐𝟎 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐞́ 𝐫𝐞𝐧𝐨𝐯𝐚𝐫 𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐫𝐨𝐦𝐢𝐬𝐬𝐨 𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐮𝐚𝐫 𝐚 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐫𝐯𝐚𝐫, 𝐯𝐚𝐥𝐨𝐫𝐢𝐳𝐚𝐫 𝐞 𝐝𝐢𝐯𝐮𝐥𝐠𝐚𝐫 𝐮𝐦 𝐩𝐚𝐭𝐫𝐢𝐦𝐨́𝐧𝐢𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐞́ 𝐝𝐞 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐧𝐨́𝐬.

Arquivo Municipal de Pombal.

Textos e edição - Fernanda Pinto
Captura e ediçao imagem- Miguel Duarte
Voz Off - Fernanda Pinto e Miguel Duarte

📜𝐌𝐄𝐌𝐎́𝐑𝐈𝐀 𝐃𝐎 𝐌𝐄̂𝐒Julho é sinónimo das Festas do Bodo. Celebração religiosa, honrando a Senhora do Cardal - desde há muit...
24/07/2026

📜𝐌𝐄𝐌𝐎́𝐑𝐈𝐀 𝐃𝐎 𝐌𝐄̂𝐒

Julho é sinónimo das Festas do Bodo. Celebração religiosa, honrando a Senhora do Cardal - desde há muitos séculos extravasou essa faceta, assumindo-se como uma festa que envolve toda a comunidade, marcando a identidade pombalense.
A sua organização foi sempre um tema na ordem do dia. Para a levar a cabo, formava-se uma Comissão, habitualmente composta por membros da Câmara Municipal e por várias personalidades influentes.

𝐅𝐚𝐳𝐞𝐦𝐨𝐬 𝐦𝐞𝐦𝐨́𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐚𝐬 𝐅𝐞𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝟏𝟗𝟑𝟓, 𝐫𝐞𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝟐𝟔 𝐞 𝟐𝟗 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐥𝐡𝐨.

A Comissão foi formada por Príamo Pessoa Cardoso e Amílcar Gil de Sousa, delegados da Câmara Municipal; Joaquim Ferreira Dâmaso e Francisco Alberto Óscar, da Comissão de Iniciativa e Turismo; José Simões Pinto, Aires dos Santos Sota, Homero Rodrigues Cardoso e Carlos de Figueiredo e Silva, da Associação Comercial e Industrial.

O documento apresentado é um 𝐨𝐟𝐢́𝐜𝐢𝐨 𝐞𝐧𝐯𝐢𝐚𝐝𝐨 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐂𝐨𝐦𝐢𝐬𝐬𝐚̃𝐨 𝐚𝐨 𝐏𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞 𝐦𝐞𝐦𝐛𝐫𝐨𝐬 𝐝𝐚 𝐂𝐨𝐦𝐢𝐬𝐬𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐈𝐧𝐢𝐜𝐢𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚 𝐞 𝐓𝐮𝐫𝐢𝐬𝐦𝐨, 𝐚𝐠𝐫𝐚𝐝𝐞𝐜𝐞𝐧𝐝𝐨 𝐨 𝐞𝐦𝐩𝐞𝐧𝐡𝐨 𝐞𝐦 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐞𝐠𝐮𝐢𝐫 𝐣𝐮𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐂𝐏 - 𝐂𝐨𝐦𝐛𝐨𝐢𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐚𝐥 𝐚 𝐫𝐞𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐮𝐦 𝐨𝐮 𝐝𝐨𝐢𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐛𝐨𝐢𝐨𝐬 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐜𝐢𝐚𝐢𝐬, 𝐝𝐢𝐭𝐨𝐬 "𝐩𝐨𝐩𝐮𝐥𝐚𝐫𝐞𝐬", 𝐝𝐞𝐬𝐝𝐞 𝐚𝐬 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐋𝐢𝐬𝐛𝐨𝐚 𝐞 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐨, 𝐝𝐮𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐚𝐬 𝐅𝐞𝐬𝐭𝐚𝐬.

Nesse ano, recuperou-se uma tradição então desaparecida há cerca de 30 anos - as cavalhadas que, desde a Idade Média, constituíam um dos momentos altos e se realizaram na tarde de sexta-feira, organizadas pela Filarmónica Vermoilense. Além das procissões, o programa evidencia outros elementos históricos, hoje perdidos: a distribuição do bodo, no sábado, e a chegada dos círios, provenientes de várias aldeias, na tarde de domingo. Sob ponto de vista cultural, as principais atrações foram as atuações da Banda-Orquestra do Ateneu Ferroviário de Lisboa, no sábado, e do Orfeão Tomarense e Banda Filarmónica Gualdim Pais, no domingo.

Podes consultar o documento na integra em:
🔎https://arquivomunicipal.cm-pombal.pt/descriptions/161534

𝐇𝐨𝐣𝐞 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐫𝐝𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐋𝐮𝐢́𝐬 𝐑𝐞𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚𝐬Na véspera do início de mais uma edição das Festas do Bodo, chega a notícia da partida de ...
22/07/2026

𝐇𝐨𝐣𝐞 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐫𝐝𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐋𝐮𝐢́𝐬 𝐑𝐞𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚𝐬

Na véspera do início de mais uma edição das Festas do Bodo, chega a notícia da partida de Luís Represas, um dos mais reconhecidos músicos portugueses, cuja obra marcou várias gerações e cujo percurso artístico ficou também ligado a causas de solidariedade e à defesa de valores humanos.

Há 24 anos, a 𝟐𝟗 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟎𝟐, 𝐋𝐮𝐢́𝐬 𝐑𝐞𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚𝐬 𝐬𝐮𝐛𝐢𝐮 𝐚𝐨 𝐩𝐚𝐥𝐜𝐨 𝐝𝐚𝐬 𝐅𝐞𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐝𝐨 𝐁𝐨𝐝𝐨, 𝐢𝐧𝐬𝐭𝐚𝐥𝐚𝐝𝐨 𝐣𝐮𝐧𝐭𝐨 𝐚𝐨 𝐋𝐚𝐫𝐠𝐨 𝐝𝐚 𝐁𝐢𝐛𝐥𝐢𝐨𝐭𝐞𝐜𝐚 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥, 𝐩𝐫𝐨𝐩𝐨𝐫𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐮𝐦 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐫𝐭𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐞𝐫𝐦𝐚𝐧𝐞𝐜𝐞 𝐧𝐚 𝐦𝐞𝐦𝐨́𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨𝐬 𝐩𝐨𝐦𝐛𝐚𝐥𝐞𝐧𝐬𝐞𝐬.

As fotografias que hoje partilhamos, preservadas no acervo do Arquivo Municipal de Pombal, documentam esse momento e recordam a importância dos arquivos enquanto guardiões da memória coletiva. Através destes registos, preservam-se não apenas acontecimentos, mas também as pessoas e as emoções que fazem parte da história da comunidade.

Ao evocar este concerto, o 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐏𝐨𝐦𝐛𝐚𝐥 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐭𝐚 𝐮𝐦𝐚 𝐬𝐞𝐧𝐭𝐢𝐝𝐚 𝐡𝐨𝐦𝐞𝐧𝐚𝐠𝐞𝐦 𝐚 𝐋𝐮𝐢́𝐬 𝐑𝐞𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚𝐬, 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐫𝐝𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐨 𝐬𝐞𝐮 𝐥𝐞𝐠𝐚𝐝𝐨 𝐚𝐫𝐭𝐢́𝐬𝐭𝐢𝐜𝐨 𝐞 𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐢𝐛𝐮𝐭𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐝𝐞𝐢𝐱𝐨𝐮 𝐧𝐚 𝐜𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞𝐬𝐚.

📸 Arquivo Municipal de Pombal

O Arquivo Municipal de Pombal está representado no 15.º Congresso Nacional da BAD, reforçando o seu compromisso com a va...
17/06/2026

O Arquivo Municipal de Pombal está representado no 15.º Congresso Nacional da BAD, reforçando o seu compromisso com a valorização do património documental, a atualização profissional e a partilha de boas práticas no setor dos arquivos e da informação.


📜 𝐌𝐄𝐌𝐎́𝐑𝐈𝐀 𝐃𝐎 𝐌𝐄̂𝐒A propósito da exposição “𝐴 𝐷𝑖𝑎́𝑠𝑝𝑜𝑟𝑎 𝑇𝑟𝑎𝑛𝑠𝑎𝑡𝑙𝑎̂𝑛𝑡𝑖𝑐𝑎 𝑑𝑎 𝑅𝑒𝑔𝑖𝑎̃𝑜 𝑑𝑒 𝐿𝑒𝑖𝑟𝑖𝑎”, que, por estes dias, pode...
16/06/2026

📜 𝐌𝐄𝐌𝐎́𝐑𝐈𝐀 𝐃𝐎 𝐌𝐄̂𝐒

A propósito da exposição “𝐴 𝐷𝑖𝑎́𝑠𝑝𝑜𝑟𝑎 𝑇𝑟𝑎𝑛𝑠𝑎𝑡𝑙𝑎̂𝑛𝑡𝑖𝑐𝑎 𝑑𝑎 𝑅𝑒𝑔𝑖𝑎̃𝑜 𝑑𝑒 𝐿𝑒𝑖𝑟𝑖𝑎”, que, por estes dias, pode ser visitada no Arquivo Municipal, damos destaque ao processo de emigração de 𝐉𝐮́𝐥𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐎𝐥𝐢𝐯𝐞𝐢𝐫𝐚 e 𝐄𝐦𝐢́𝐥𝐢𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐨𝐬.

Em março de 1949, este casal, 𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞𝐦 𝐁𝐨𝐚 𝐕𝐢𝐬𝐭𝐚, 𝐟𝐫𝐞𝐠𝐮𝐞𝐬𝐢𝐚 𝐝𝐚 𝐑𝐞𝐝𝐢𝐧𝐡𝐚, solicita autorização para cruzar o Atlântico. Não eram dois jovens em busca de melhores condições de vida: tinham 69 e 67 anos e 45 de casados. Estavam na fase final de uma vida dura, dedicada ao amanho da terra e ao sustento do lar.
Podemos descortinar as razões que os levam a querer rumar a S. Paulo: os laços familiares falavam mais alto. Manuel de Oliveira, seu filho, ali residente, gozando de “uma situação desafogada” e possuindo “bens avultados”, procurava ter os pais junto de si, na derradeira etapa das suas vidas.

O processo de emigração, que inclui bilhetes de identidade, certidões de nascimento e casamento, registos criminais, certificados de conduta política, atestados de profissão e a “𝑐𝑎𝑟𝑡𝑎 𝑑𝑒 𝑐ℎ𝑎𝑚𝑎𝑑𝑎”, permaneceu inacabado - os pedidos de visto, as fichas consulares e as declarações, preenchidas e com as respetivas fotografias apostas, permanecem incompletas, faltando a assinatura da autoridade competente.

Da correspondência trocada entre a Câmara Municipal de Pombal e a Junta da Emigração, perpassava uma certa urgência diante de um processo lento e burocrático, dando-se nota que os pretensos emigrantes se haviam desfeito “dos seus haveres”. É a mesma documentação que dá conta, a 26 de julho, que os requerentes tinham “desistido, por agora, de seguir para o Brasil”.

Também é este o nosso papel. Fazer memória de pessoas concretas, aparentemente anónimas. Fazer eco de percursos de vida e de trajetórias singulares. Resgatar do silêncio. Homenagear uma diáspora longa, ao mesmo tempo passada e atual.

🔎Consulte o documento na integra :
https://arquivomunicipal.cm-pombal.pt/descriptions/47916

09/06/2026

𝐃𝐢𝐚 𝐈𝐧𝐭𝐞𝐫𝐧𝐚𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨𝐬 | 𝐁𝐚𝐥𝐜𝐚̃𝐨 𝐄𝐥𝐞𝐭𝐫𝐨́𝐧𝐢𝐜𝐨 𝐝𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐏𝐨𝐦𝐛𝐚𝐥

🔶Assinala-se hoje o Dia Internacional dos Arquivos, celebrado em 2026 sob o tema “𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚 𝐉𝐮𝐬𝐭𝐢𝐜̧𝐚: 𝐃𝐢𝐫𝐞𝐢𝐭𝐨𝐬, 𝐌𝐞𝐦𝐨́𝐫𝐢𝐚 𝐞 𝐅𝐮𝐭𝐮𝐫𝐨𝐬”, uma reflexão que sublinha a importância dos arquivos enquanto pilares da cidadania, da transparência e da preservação da memória coletiva.

🔶Mais do que depositários de documentos, os arquivos constituem espaços de conhecimento e de garantia de direitos, preservando evidências, testemunhos e informações essenciais para compreender o passado, apoiar o presente e construir o futuro.

🔶Associando-se a esta celebração, o Arquivo Municipal de Pombal reforça o seu compromisso com a proximidade aos cidadãos e com a democratização do acesso à informação, através da divulgação do seu 𝐁𝐚𝐥𝐜𝐚̃𝐨 𝐄𝐥𝐞𝐭𝐫𝐨́𝐧𝐢𝐜𝐨, uma plataforma que permite solicitar serviços e aceder a recursos de forma simples, rápida e segura.

Convidamo-lo a descobrir o Arquivo Municipal de Pombal e a efetuar o seu registo no Balcão Eletrónico:
🔎https://arquivomunicipal.cm-pombal.pt/

🔶Porque preservar a memória é também promover o conhecimento, garantir direitos e fortalecer a cidadania.

𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐏𝐨𝐦𝐛𝐚𝐥 - 𝐔𝐦 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐚𝐥 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚 𝐦𝐞𝐦𝐨́𝐫𝐢𝐚, 𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐞 𝐚 𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐚𝐧𝐢𝐚.

Edição | Miguel Duarte - GPC
Captura de imagem | Carmen Gameiro

📜 1 de junho de 1512 — O Foral Manuelino de PombalApós a sua visita a Pombal, em 1509, D. Manuel I, o Venturoso, terá re...
01/06/2026

📜 1 de junho de 1512 — O Foral Manuelino de Pombal

Após a sua visita a Pombal, em 1509, D. Manuel I, o Venturoso, terá reconhecido a importância estratégica e económica desta vila da Ordem de Cristo, integrada então no Bispado de Coimbra. Dessa passagem resultaram importantes beneficiações em alguns dos seus mais emblemáticos monumentos: a Torre do Relógio, o Castelo e a Igreja de Santa Maria do Castelo.

Três anos mais tarde, a 1 de junho de 1512, o monarca concede à vila um novo foral, integrando Pombal no vasto programa reformador que procurava uniformizar e modernizar a administração do reino. O Foral Manuelino estabelecia regras e direitos, sobretudo em matéria fiscal e tributária, reforçando a organização jurídica e administrativa das comunidades locais.

Enquanto comendatária de Pombal, a Ordem de Cristo viu igualmente reafirmados neste diploma os seus direitos senhoriais, testemunhando a relevância da instituição na vida política, económica e social da vila.

Mais de cinco séculos depois, o Foral Manuelino permanece como um marco fundamental da história pombalense e da construção do poder local em Portugal.

Código de Referência: PT/CMPBL-AMPBL/AAL/CPBL/A/01/02

🎙𝐂𝐨𝐧𝐟𝐞𝐫𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐥𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐞𝐱𝐩𝐨𝐬𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐢𝐭𝐢𝐧𝐞𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 - "𝐀 𝐃𝐈𝐀́𝐒𝐏𝐎𝐑𝐀 𝐓𝐑𝐀𝐍𝐒𝐀𝐓𝐋𝐀̂𝐍𝐓𝐈𝐂𝐀 𝐃𝐀 𝐑𝐄𝐆𝐈𝐀̃𝐎 𝐃𝐄 𝐋𝐄𝐈𝐑𝐈𝐀"Aqui deixamos...
20/05/2026

🎙𝐂𝐨𝐧𝐟𝐞𝐫𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐥𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐞𝐱𝐩𝐨𝐬𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐢𝐭𝐢𝐧𝐞𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 - "𝐀 𝐃𝐈𝐀́𝐒𝐏𝐎𝐑𝐀 𝐓𝐑𝐀𝐍𝐒𝐀𝐓𝐋𝐀̂𝐍𝐓𝐈𝐂𝐀 𝐃𝐀 𝐑𝐄𝐆𝐈𝐀̃𝐎 𝐃𝐄 𝐋𝐄𝐈𝐑𝐈𝐀"

Aqui deixamos alguns registos fotográficos da sessão de ontem, realizada no Teatro-Cine de Pombal, no âmbito da inauguração da exposição “A Diáspora Transatlântica na Região de Leiria”, numa iniciativa promovida pela Comunidade Intermunicipal de Leiria e pela Rede de Arquivos da Região de Leiria.

A sessão de abertura contou com a intervenção de Pedro Pimpão, Presidente da Câmara Municipal de Pombal e Vice-Presidente da CIMRL, seguindo-se a conferência proferida pelo Professor Doutor Jorge Arroteia, cuja intervenção, marcada pela profundidade do conhecimento, pela clareza da análise e pela excelência da reflexão apresentada, proporcionou um momento verdadeiramente enriquecedor para todos os presentes.

Um momento de partilha, reflexão e valorização da memória histórica e migratória da nossa região.

📌A exposição poderá ser visitada até ao dia 31 de maio, na Galeria do Teatro-Cine de Pombal, transitando posteriormente para o Arquivo Municipal de Pombal, onde estará patente de 1 a 15 de junho.

📸Anselmo Câmara | GAP

Endereço

Praça Marquês De Pombal
Pombal
3100-449

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 12:00
14:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 12:00
14:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 12:00
14:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 12:00
14:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 12:00
14:00 - 17:00

Telefone

+351236210585

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