CHEGA Angra do Heroísmo Açores

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29/08/2026
29/08/2026

O APODRECIMENTO DA DEMOCRACIA!
O caso do ministro da Administração Interna, Luís Neves, é grave não pelos factos isolados, mas pelo retrato que compõem: não declarou património nem rendimentos durante anos enquanto foi diretor nacional da Polícia Judiciária — ao ponto de o próprio Tribunal Constitucional o ter censurado, a ele e aos seus adjuntos, por essa omissão. Teve como "amigo" um empreiteiro, João dos Santos Carvalho, cuja empresa faturou a essa mesma PJ perto de 2 milhões de euros em contratos, obtidos enquanto Neves a dirigia. E esse mesmo empreiteiro, sediado em Barcelos, foi depois contratado a título pessoal por Neves para fazer obras na sua propriedade em Odemira — a mais de 500 km de distância. Não havia empreiteiros mais perto? Sobre as faturas e comprovativos de pagamento dessas obras, o ministro ainda hoje não os mostra: só os revelará "se entender que é necessário". Etc., etc., etc. Provavelmente, depois de publicado este texto, já haverá factos novos.

O caso é grave porque mostra o estado a que isto chegou: a falta de vergonha e o apodrecimento da democracia. E parece que foi Luís Montenegro quem normalizou este tipo de comportamento. Também ele nunca esclareceu por completo as contas da sua casa em Espinho — o Ministério Público tem hoje um inquérito aberto precisamente por causa da discrepância entre o valor que Montenegro diz ter gasto na construção e as faturas que foram apresentadas. E também nunca justificou com clareza que serviços, exatamente, o seu filho — então com 23 anos — prestava para gerar avenças que somaram centenas de milhares de euros à empresa da família, a Spinumviva, enquanto o pai era primeiro-ministro e cliente da mesma um grupo com interesses diretos junto do Estado.

E não é por terem ganho eleições que as dúvidas se dissipam. Também Isaltino Morais esteve preso e continuou a ganhar maiorias absolutas. Também José Sócrates ganhou eleições antes de ser constituído arguido. Vencer nas urnas não é certidão de idoneidade — é apenas isso: vencer nas urnas.

O pior de tudo isto é a normalização deste tipo de comportamento, que alimenta um pântano político indescritível. Se esta situação continuar, estaremos perante um verdadeiro apodrecimento da democracia — e este PSD de Montenegro deve ir embora. O Chega fará tudo o que estiver ao seu alcance para pôr esta gente a andar daqui para fora.

A democracia em Portugal está doente e em processo acelerado de putrefação.

Uma moção de censura a este governo da AD é, por isso, oportuna e urgente.

Francisco Lima
Deputado e Vice-Presidente do CHEGA Açores

29/08/2026

CHEGA QUER RESPOSTAS PARA IDOSOS COM ALTA CLÍNICA QUE CONTINUAM INTERNADOS POR FALTA DE APOIO SOCIAL
Depois das notícias que dão conta que há dezenas de idosos com alta clínica que permanecem internados no Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, ocupando camas de internamento sem dele necessitarem, o CHEGA Açores quer respostas para este problema que prejudica simultaneamente os idosos e o funcionamento do Serviço Regional de Saúde.

Os deputados enviaram um requerimento à Assembleia Legislativa Regional, onde questionam sobre os chamados “internamentos sociais”, depois de ter sido noticiada a existência de um número significativo de idosos no Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), em Ponta Delgada, que continuam hospitalizados apesar de já não necessitarem de internamento clínico.

Os deputados querem conhecer o número actual de utentes no HDES com alta clínica, mas impossibilitados de abandonar o hospital por falta de resposta social ou familiar, quantos têm 65 ou mais anos e qual o tempo médio que permanecem internados depois de receberem alta. O requerimento estende ainda estas questões ao Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira e ao Hospital da Horta, procurando ter uma visão global do problema nos três hospitais da Região.

No requerimento, os parlamentares querem também saber quantos destes idosos aguardam uma vaga numa Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI), quantos esperam por outro tipo de resposta social ou de cuidados continuados e quantos já se encontram sinalizados pelo Instituto da Segurança Social dos Açores, incluindo o tempo que levam à espera de colocação.

“Estamos perante um problema com duas faces. Temos idosos que já não precisam de estar num hospital, mas que continuam internados porque não têm uma resposta adequada para os receber. Ao mesmo tempo, temos camas hospitalares ocupadas que fazem falta a outros doentes. Isto demonstra que existe um problema de articulação entre a Saúde e a área social que tem de ser resolvido”, afirma o líder parlamentar do CHEGA Açores, José Pacheco.

O parlamentar entende que “um hospital não pode transformar-se numa resposta social por falta de alternativas. As camas devem ser usadas para tratar quem necessita efectivamente de cuidados hospitalares. Não basta dar alta clínica se depois não existe para onde encaminhar estas pessoas. O Governo tem de explicar o que está a fazer e, sobretudo, quando pretende resolver este problema”, conclui José Pacheco.

Ponta Delgada, 29 de Agosto de 2026
CHEGA I Comunicação

29/08/2026

CHEGA QUESTIONA GOVERNO SOBRE CONSTITUIÇÃO DE TURMAS DA ESCOLA DAS LAJES DAS FLORES
O problema já motivou uma petição pública e foi agora motivo de uma reunião entre o deputado do CHEGA, José Paulo Sousa, e um grupo de pais e encarregados de educação de crianças que frequentam o 1º ciclo da Escola Básica 1,2/JI das Lajes das Flores. Em causa está a decisão de constituir apenas duas turmas, juntando alunos do 1.º e 3.º anos, numa turma com 20 crianças, e do 2.º e 4.º anos, noutra com 19, apesar de o Conselho Pedagógico ter proposto a criação de três turmas, permitindo uma resposta pedagógica mais adequada.

Esta foi a solução encontrada no ano lectivo passado e que, no entender dos encarregados de educação, não teve os melhores resultados, já que os professores tiveram de assegurar simultaneamente diferentes anos de escolaridade. Uma situação que assume particular preocupação perante a existência de alunos com necessidades educativas específicas, com necessidade de acompanhamento próximo e individualizado.
No final da reunião, o deputado José Paulo Sousa referiu que “uma criança das Lajes das Flores tem exatamente o mesmo direito a condições adequadas de aprendizagem que qualquer outra criança dos Açores”.

O parlamentar deu ainda conta de denúncias de alegadas recomendações para que os encarregados de educação transfiram os seus filhos para outro estabelecimento de ensino. O deputado José Paulo Sousa refere que é necessário esclarecer se existe, ou não, qualquer intenção presente ou futura de reduzir progressivamente a resposta educativa nas Lajes das Flores ou de encerrar aquela unidade escolar.

“Numa ilha que enfrenta diariamente os efeitos da perda populacional e da dificuldade de fixação de famílias, retirar serviços ou degradar as respostas existentes apenas acelera o problema. A escola é um serviço essencial e constitui um dos principais factores para a fixação de famílias e para o desenvolvimento das comunidades locais”, salienta o parlamentar.
Na reunião foi também abordada a questão da falta de professores, e do eterno problema de professores pertencentes aos quadros de ilha que, através destes mecanismos, acabam sucessivamente colocados noutras ilhas sem chegarem a exercer funções nas escolas onde possuem vínculo. Esta realidade contribui para manter lugares formalmente ocupados, mas que, na prática, continuam sem professor disponível no respetivo estabelecimento.

No final da reunião, o deputado José Paulo Sousa anunciou que o CHEGA irá entregar na Assembleia Legislativa Regional um requerimento, pedindo esclarecimentos sobre todos os assuntos abordados com os pais e encarregados de educação.

Lajes das Flores, 28 de Agosto de 2026
CHEGA I Comunicação

29/08/2026

CHEGA QUER SABER QUANTO CUSTOU A RYANAIR AOS AÇORES E O QUE FALHOU NAS NEGOCIAÇÕES
O Grupo Parlamentar do CHEGA Açores quer conhecer todos os contornos que envolveram a saída da Ryanair da Região e exige ao Governo Regional explicações sobre os valores pagos à companhia aérea, as negociações realizadas para tentar manter a operação, a perda de lugares, o impacto no turismo e nos preços das passagens e a estratégia para recuperar a capacidade aérea perdida.

Num requerimento entregue na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, o CHEGA recorda que poucos meses antes da decisão da Ryanair de abandonar os Açores, tinha sido admitida publicamente a possibilidade de reabertura da base da companhia aérea em Ponta Delgada.

Além disso, em Março de 2025, a Visit Azores celebrou com a Ryanair um contrato no valor de 1,885 milhões de euros, acrescido de IVA, destinado à promoção dos Açores nos mercados externos.
O CHEGA quer agora saber qual foi o valor total pago, directa ou indirectamente, à Ryanair ou a empresas do mesmo grupo entre 2015 e 2026 pelo Governo Regional, Visit Azores/ATA ou outras entidades financiadas pela Região, bem como as propostas apresentadas pelo Executivo regional para evitar a saída da companhia e as razões que levaram ao fracasso das negociações.

“Os Açorianos têm o direito de saber quanto dinheiro público esteve envolvido nesta relação, quais eram as contrapartidas e que resultados foram obtidos”, afirma o líder parlamentar do CHEGA Açores, José Pacheco.

Embora ressalve que a evolução negativa do turismo nos Açores não pode ser exclusivamente atribuída à saída da Ryanair, o CHEGA recorda que o próprio Governo Regional reconheceu que a perda deste operador provocou uma redução da oferta de lugares e efeitos na procura.

“Não estamos a dizer que a saída da Ryanair explica, por si só, a evolução do turismo nos Açores. Isso seria simplificar uma realidade muito mais complexa. Mas quando desaparece um operador com este peso, reduz-se a oferta de lugares e diminui a concorrência, é obrigação do Governo avaliar concretamente as consequências e apresentar soluções”, salienta José Pacheco.

A evolução dos preços das passagens aéreas é outra das questões levantadas no requerimento e José Pacheco afirma que "para uma Região Ultraperiférica, as ligações aéreas não são um luxo. São fundamentais para os residentes, para as empresas e para o turismo. Menos oferta e menos concorrência podem significar passagens mais caras e menor capacidade para atrair visitantes. Queremos saber se isso está a acontecer e, sobretudo, o que está o Governo a fazer para contrariar essa situação”, acrescenta.

O CHEGA exige igualmente esclarecimentos sobre o Fundo de Desenvolvimento de Rotas Aéreas dos Açores, criado entretanto, pretendendo conhecer o seu estado actual, que companhias e novas rotas estão a ser negociadas e qual o prazo previsto pelo Governo Regional para recuperar a capacidade aérea perdida.

Para José Pacheco, mais do que discutir apenas as razões da saída da Ryanair, é necessário perceber qual é a estratégia que existe para o futuro das acessibilidades aéreas dos Açores.

“A Ryanair já saiu. Agora é preciso saber o que falhou, quanto custou aos Açores esta relação e quais foram as consequências da saída. Mas, acima de tudo, queremos saber qual é o plano do Governo para recuperar rotas, lugares e concorrência. Os Açores não podem ficar à espera que as companhias apareçam. Precisamos de uma estratégia clara para garantir mais ligações, preços competitivos e condições para que o nosso turismo continue a crescer”, conclui José Pacheco.

Ponta Delgada, 28 de Agosto de 2026
CHEGA I Comunicação

29/08/2026

QUANDO O ESTADO SUFOCA A ECONOMIA
Quando os sábios da Grécia Antiga conceberam a democracia, dificilmente poderiam imaginar que, séculos mais tarde, ela seria tantas vezes utilizada por pessoas politicamente habilidosas, mas pouco preparadas, por vezes mais focadas em servir interesses particulares do que o interesse coletivo.

A democracia está longe de ser um sistema perfeito. Ainda assim, continua a ser a melhor forma de governação que a humanidade conseguiu construir. O problema nunca esteve na democracia; esteve sempre na forma como alguns a desvirtuam para preservar o poder, distribuir favores e perpetuar uma máquina cada vez mais virada para si própria e cada vez mais hostil à riqueza criada pelos cidadãos.

Numa região ultraperiférica, distante dos grandes mercados europeus e entre as menos ricas da União Europeia, criar riqueza deveria ser a prioridade absoluta de qualquer governo. Contudo, para quem pretende investir, produzir ou empreender, o maior adversário já não é a distância nem a dimensão do mercado: é, muitas vezes, o próprio Estado.

Os três grandes pilares da economia açoriana continuam a ser a agropecuária, as pescas e o turismo. Todos dependem da iniciativa privada, do investimento e do trabalho diário de milhares de pessoas. Paradoxalmente, são também os setores onde o peso da burocracia mais se faz sentir.

A agropecuária, cuja principal atividade continua a ser a produção de leite e de lacticínios, atravessa dificuldades desde o fim do regime das quotas leiteiras. Muitos produtores, habituados a uma vida de enorme sacrifício, viram-se confrontados com uma realidade que poderia ter sido antecipada e preparada através de políticas estruturais.

Em vez disso, os sucessivos governos preferiram a solução mais fácil: responder aos problemas com subsídios ocasionais e medidas avulsas, muitas vezes de natureza eleitoralista, adiando as reformas verdadeiramente necessárias.

Ao mesmo tempo, foi crescendo uma gigantesca máquina administrativa.
Chegámos ao ponto de existirem mais funcionários ligados à agricultura do que agricultores em atividade.

Por cada produtor que cria riqueza e produz alimentos essenciais para a economia regional existe um verdadeiro exército de técnicos, dirigentes e burocratas. Muitos, em vez de facilitarem a vida de quem trabalha, limitam-se a exigir formulários, declarações, mapas, candidaturas, inspeções e uma interminável sucessão de procedimentos administrativos.

Se um agricultor decidisse cumprir, sozinho, todas as obrigações burocráticas que lhe são impostas, dificilmente lhe sobraria tempo para aquilo que verdadeiramente interessa: produzir.
Enquanto muitos funcionários públicos cumprem horários de sete ou oito horas diárias, cinco dias por semana, o agricultor trabalha frequentemente doze ou catorze horas por dia, sem fins de semana nem feriados. Se trabalhasse apenas o horário de quem lhe exige toda essa papelada, muitas explorações agrícolas já teriam encerrado.

Nas pescas, o panorama não é muito diferente. Apesar de Portugal dispor, através dos Açores, de uma das maiores zonas marítimas da Europa, os recursos são limitados e exigem uma gestão responsável. Contudo, também aqui parece existir uma proliferação de organismos, departamentos e estruturas de controlo, dando, por vezes, a sensação de que há mais pessoas a decidir sobre a pesca do que pescadores efetivamente no mar.

O turismo representa uma das maiores oportunidades de desenvolvimento da Região. Mas o seu sucesso dependerá sempre da vitalidade dos restantes setores produtivos. Nenhum destino turístico sustentável vive apenas de hotéis e alojamentos. Vive da agricultura que abastece os restaurantes, das pescas que fornecem produto fresco, da paisagem moldada ao longo de séculos pelos agricultores e da autenticidade das comunidades locais.

Infelizmente, também neste setor a burocracia parece crescer a um ritmo superior ao do investimento.

Qualquer projeto que necessite de parecer dos serviços do turismo pode permanecer meses à espera de uma decisão. Não são raros os casos em que um parecer demora nove meses ou mais a ser emitido. Pior ainda, existem projetos rejeitados com base em interpretações subjetivas ou excessivamente restritivas da legislação.

Há casos em que os promotores recorreram aos tribunais e obtiveram decisões favoráveis, precisamente porque os juízes concluíram que não existia fundamento legal para impedir esses projetos.

Num Estado de direito, um funcionário público não pode inviabilizar investimentos com base em perceções pessoais sem suporte legal. Quando tal acontece, deveria existir responsabilidade disciplinar, sobretudo quando dessas decisões resultam prejuízos económicos para os particulares e para a própria Região. Infelizmente, nem sempre é isso que sucede, e há casos em que até são promovidos na hierarquia da função publica.

Se queremos um turismo competitivo, talvez seja tempo de o Governo Regional repensar profundamente a organização destes serviços. A administração pública deve existir para apoiar quem investe, e não para transformar cada projeto num percurso de obstáculos.
Caso contrário, corremos o risco de comprometer um setor promissor antes mesmo de atingir a sua plena maturidade.

Perante este cenário, impõe-se uma pergunta simples: haverá alguém com coragem para defender que o Estado deve limitar-se a regular o essencial e deixar finalmente o mercado funcionar?

Porque, sempre que a burocracia se torna excessiva, surgem inevitavelmente aqueles que procuram contornar o sistema através de influências, favores ou relações privilegiadas. Como sabiamente diz o povo, «pai impertinente faz o filho desobediente».

Talvez tenha chegado o momento de inverter esta lógica.

Uma sociedade que dificulta a vida de quem produz, enquanto multiplica estruturas administrativas que pouco ou nenhum valor acrescentam, está inevitavelmente a hipotecar o seu futuro.

O Estado deve regular, fiscalizar e garantir o cumprimento das regras. Mas não pode transformar-se num obstáculo permanente à iniciativa, ao investimento e à criação de riqueza.

Num território como os Açores, onde a distância, a insularidade e os custos já constituem dificuldades naturais, acrescentar-lhes uma burocracia pesada e frequentemente imprevisível é impor aos empresários um obstáculo que não tem qualquer razão de existir e um incentivo a desmotivação.

É tempo de simplificar, responsabilizar e confiar mais em quem trabalha e investe. Porque uma economia não cresce à custa de pareceres, formulários e departamentos: cresce quando há pessoas dispostas a arriscar, produzir e criar emprego.

«Cava o poço antes de teres sede.»

José Bernardo
Deputado Municipal em Angra do Heroísmo e Presidente da Mesa do CHEGA Açores

29/08/2026

O CHEGA ESTÁ A INCOMODAR? ENTÃO HABITUEM-SE. PORQUE VAI INCOMODAR MUITO MAIS!
Quando começámos a denunciar aquilo que muitos preferiam esconder, disseram que estávamos a exagerar.

Quando questionámos privilégios, compadrios, desperdícios e decisões que ninguém queria explicar, disseram que fazíamos demasiado barulho.

Quando exigimos respeito pelo dinheiro dos contribuintes e respostas para os problemas reais dos Açores, começámos a incomodar.

E ainda bem.

Não fomos eleitos para ficar calados. Não estamos na política para agradar aos mesmos de sempre, nem para fazer parte do sistema.

Estamos aqui para fiscalizar, denunciar, questionar e exigir respostas.

Se isso incomoda quem estava habituado a não ser questionado, temos uma notícia:
HABITUEM-SE!

Vamos continuar a perguntar onde vai parar o dinheiro público.
Vamos continuar a denunciar aquilo que consideramos errado.
Vamos continuar a defender quem trabalha e paga impostos.
E vamos continuar a colocar os Açores e os Açorianos em primeiro lugar.

Podem criticar. Podem atacar. Podem tentar desacreditar.
Mas não nos vão calar.

Porque enquanto houver problemas para denunciar e Açorianos que sintam que ninguém os ouve, o CHEGA vai continuar a incomodar.

E vai incomodar muito mais!

Endereço

Rua Do Brun, 27
Ponta Delgada
9500

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