PSD Porto da Cruz

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01/09/2026
07/08/2026

Em contagem decrescente para mais uma grande Festa de Verão, é no Porto Santo que, daqui a dois dias, esperamos por si!

Elevemos, juntos e mais uma vez, a nossa Bandeira, honrando a nossa história e cumprindo a tradição que nos une, sempre de olhos postos no futuro!

Façamos deste convívio uma grande Festa!
Contamos com todos!

31/07/2026

Vereação do PSD acusa Executivo de Machico de falta de transparência e desrespeito pela oposição

Os Vereadores do PSD/M eleitos à Câmara Municipal de Machico manifestaram, ontem, o seu mais profundo repúdio pela forma como o executivo socialista continua a conduzir a elaboração e aprovação das atas das reuniões de Câmara, transformando documentos que devem refletir fielmente os acontecimentos “em meras formalidades ao serviço da maioria”, o que representa um grave desrespeito institucional e um ataque aos princípios democráticos.

“A ata da última reunião foi remetida aos vereadores da oposição apenas cerca de 24 horas antes da reunião seguinte, quando, por uma questão de respeito institucional e de boas práticas democráticas, deveria ter sido disponibilizada com a antecedência necessária, permitindo uma análise séria e ponderada do seu conteúdo mas, ainda assim, apresentamos dezenas de contributos destinados não apenas a corrigir erros gramaticais e de construção, mas sobretudo a garantir que a ata refletisse, com rigor e verdade, aquilo que efetivamente foi discutido na reunião. Para nossa surpresa, o Presidente da Câmara e a maioria socialista afirmaram não ter tido tempo para analisar esses contributos, optando por colocar imediatamente a ata à votação sem acolher qualquer das alterações propostas”, exemplificam os vereadores, sublinhando que esta postura constitui uma enorme falta de respeito institucional para com os princípios do contraditório e, acima de tudo, para com a população do concelho, que tem o direito de conhecer com exatidão o que é debatido nas reuniões do executivo municipal.

Vereação Social-democrata que garante que os contributos apresentados não alterava o sentido das intervenções, exemplificando:

No caso do acidente mortal ocorrido numa obra em Machico, o texto da ata referiu que a Câmara tinha obras em curso e perguntou se houve fiscalização e se cumpria com as regras de segurança e pediu o relatório da obra. O texto com o contributo dos vereadores do PSD acrescentava a solicitação do relatório da obra sobre a aplicação das regras de segurança, começam por referir.

Já no que toca às intervenções relativas ao Vale do Meio, o texto da ata dizia que o Vereador Luís Ferreira referiu que, neste local, estavam a ser realizadas obras na berma do caminho e as terras estavam a dirigir-se para junto das propriedades, deslizando para a vereda e perguntou se a Câmara fazia a fiscalização e se estava a acompanhar os trabalhos. O texto remetido pelo PSD esclarecia que as terras estavam a dirigir-se para as propriedades vizinhas e que podiam causar prejuízos.

Relativamente ao esclarecimento sobre a aquisição de areia para o Mercado Quinhentista, o texto da ata mencionava, por exemplo, que o Vereador Luís Ferreira perguntou quem adquiriu a areia e que o Presidente da Câmara, Hugo Marques, disse não ter ideia, mas talvez a Madeira Inertes. O Vereador Luís Ferreira disse que só parte da areia foi lá depositada e que foi transportada pelos carros da Câmara. O texto com o contributo do PSD acrescenta a empresa Obra Centímetro quando se refere à Madeira Inertes e também esclarece que aquilo que foi dito é que só parte da areia foi lá depositada, da quantidade que estava identificada nos documentos apresentados em reunião de Câmara e que essa areia foi transportada pelos carros da Câmara vinda do armazém da Câmara e que tinha sido recolhida nas piscinas do Porto da Cruz, areia adquirida por mais de 8.000,00€.

Outro exemplo diz respeito à reposição integral das intervenções relativas ao Regulamento Municipal de Apoio à Habitação. No texto da ata, o Vereador Luís Ferreira, perguntava se a Câmara atribuía o apoio de 10.000,00€ (dez mil euros), mesmo sabendo que a casa não é do candidato. O texto com o contributo dos vereadores do PSD, clarificava a pergunta, ou seja, questionava se o apoio seria atribuído mesmo sabendo que a casa não cumpre com os requisitos legais do licenciamento, ou seja, se vai apoiar casas ilegais feitas há pouco tempo.

Por fim, quanto ao reforço das intervenções sobre a política municipal de habitação, cooperativas de habitação, redução de taxas urbanísticas e acesso das famílias mais carenciadas à habitação, o texto da ata dizia que havia falta de disponibilidade de empreiteiros para construir e recordava que a Câmara concedia redução das taxas urbanísticas e das taxas de compensações. Já o texto com o contributo dos vereadores do PSD acrescentava a questão formulada pelo Vereador Luis Ferreira que, neste enquadramento, perguntou ao Presidente do Executivo se sabia quantas eram as famílias mais carenciadas que tinham adquirido habitação nos empreendimentos de habitação coletiva em Machico, a quem a Câmara tinha concedido redução de taxas de construção e de compensação.

“Não estamos perante meras correções de português ou ajustes de redação. Estamos perante omissões e simplificações de intervenções politicamente relevantes que impedem que a ata traduza, com fidelidade, o verdadeiro conteúdo do debate democrático”, fundamentam os Social-democratas, que votaram contra a aprovação da ata precisamente porque entendem que a mesma não representa, na sua totalidade, os acontecimentos ocorridos durante a reunião.

“A transparência não pode ser apenas um slogan de campanha e quem governa tem a obrigação de aceitar o escrutínio democrático, respeitar todas as forças políticas representadas no executivo e garantir que os documentos oficiais refletem integralmente o debate político, independentemente de esse debate ser mais ou menos incómodo para quem detém a maioria”, sublinham.

A outro nível, a vereação do PSD deixou claro, nesta reunião, que é preciso muito mais do que colocar placas na praça do Fórum, porque não é a propaganda que resolve os problemas do quotidiano de quem vive no concelho. Placas colocadas para homenagear os atletas do MIUT, numa empreitada que assume o custo total de 28 mil euros mais IVA.

Vereadores que esclarecem não estar “contra a valorização do património ou contra homenagens”, embora tenham deixado claro que essas iniciativas nunca podem servir para desviar atenções da incapacidade de resolver aquilo que é essencial.

“Primeiro garantem-se estradas seguras, passeios dignos e serviços de qualidade, depois investe-se no restante. Infelizmente, temos um executivo socialista que prefere o marketing à gestão, a fotografia à obra, o espetáculo à resolução dos problemas, numa governação mais preocupada com as redes sociais do que com a realidade vivida pelos machiquenses”, concluem.

Por fim, os Vereadores do PSD/M apresentaram um voto de protesto contra a persistente inação do Executivo Municipal face ao estado de degradação da Rua do Ribeirinho, da Praceta 25 de Abril e dos respetivos acessos, uma situação que, segundo sublinham, “já se arrasta há demasiado tempo”, para prejuízo direto das populações, que será discutido na próxima reunião.

16/07/2026

Social-democratas pedem esclarecimentos sobre a segurança da infraestrutura antes da realização do Trail Natura do Porto da Cruz

10/07/2026

No próximo domingo, todos os caminhos vão dar à Herdade do Chão da Lagoa!

E é na Herdade que, a pensar nas famílias, garantimos, mais uma vez, um espaço de Jardim de Infância gratuito para que as crianças também possam fazer parte deste convívio popular, divertindo-se em segurança!

Junte-se a nós e faça parte desta nossa grande Festa!
A Festa de todos os Madeirenses!

10/07/2026

PSD exige transparência, rigor e maior eficácia na política de habitação da Câmara de Machico

Os Vereadores eleitos pelo PSD/M à Câmara Municipal de Machico apresentaram, hoje, um requerimento ao Presidente do Executivo a exigir esclarecimentos detalhados sobre a política municipal de habitação e sobre os resultados das medidas anunciadas pela autarquia.

A iniciativa surge na sequência das declarações públicas que dão conta da duplicação do apoio municipal à reabilitação de habitações, passando o apoio máximo de cinco para dez mil euros, bem como da existência de 40 a 50 pedidos já sinalizados.

“Consideramos que apoiar a recuperação de habitações de famílias com comprovadas dificuldades económicas é uma medida positiva. No entanto, esta resposta, por si só, não resolve o principal problema habitacional que hoje afeta muitas famílias e jovens do concelho, a impossibilidade de adquirir ou arrendar uma casa” sublinham os Vereadores social-democratas que, por isso mesmo, querem conhecer a verdadeira dimensão das necessidades existentes, saber quantos dos pedidos identificados correspondem a situações de carência económica, quantas das habitações abrangidas estão legalmente edificadas - de modo a evitar eventuais apoios à construção ilegal - e qual a caracterização estatística dos processos, salvaguardando naturalmente a proteção dos dados pessoais.

O requerimento questiona igualmente o ponto de situação do projeto de habitação através de cooperativas, anunciado pelo Executivo Municipal como uma solução para aumentar a oferta de habitação acessível, já que, até ao momento, não são conhecidos desenvolvimentos concretos relativamente a esta promessa.

Os Vereadores do PSD pedem ainda que seja feita uma avaliação objetiva da redução das taxas de licenciamento para construção coletiva destinada ao mercado, medida aprovada pela Assembleia Municipal com o argumento de facilitar o acesso à habitação das famílias mais carenciadas.

“É tempo de avaliar os resultados das políticas adotadas e de perceber se os benefícios concedidos produziram o impacto que justificou a sua aprovação” reforça o PSD, questionando, ainda, se a Câmara Municipal tem prevista a criação de uma bolsa municipal de habitação acessível ou qualquer outra medida estrutural destinada às famílias e aos jovens que não possuem habitação própria e que, por esse motivo, ficam excluídos dos apoios à reabilitação.

Obras fundamentais não avançam

Também nesta reunião, os vereadores do PSD apresentaram uma proposta para que o Executivo Municipal avançasse, com carácter prioritário, na requalificação do Caminho da Fazenda, no troço compreendido entre a Rotunda Irmã Benvinda Sousa e a Rua da Ribeira, proposta essa chumbada pela maioria socialista.

Conforme reiteram, esta é uma obra há muito necessária, cuja concretização permitiria melhorar significativamente a segurança rodoviária e pedonal, reforçar a mobilidade e valorizar uma zona da cidade que tem conhecido um crescente desenvolvimento habitacional, comercial e de serviços.

A proposta apresentada pelo PSD previa a requalificação abrangente da via, incluindo a construção de passeios acessíveis e contínuos, a melhoria das condições de circulação pedonal e automóvel, a reorganização do estacionamento, o estudo de novas bolsas de estacionamento, a renovação da sinalização e das passadeiras, a repavimentação da estrada, o reforço da iluminação pública e a beneficiação das redes de drenagem, saneamento e comunicações.

Também chumbada pelo Executivo do PS foi a proposta apresentada pelo PSD para a requalificação da Rua Garcia Moniz e da Rua da Rocha, na freguesia do Caniçal, defendendo-se, neste caso, uma intervenção prioritária que permita melhorar a segurança rodoviária, a mobilidade pedonal e o ordenamento do estacionamento naquela zona.

Segundo os vereadores, ambas as vias apresentam há vários anos problemas estruturais e funcionais que comprometem a segurança de automobilistas e peões, sendo necessária uma intervenção integrada que responda às necessidades atuais e ao crescimento urbanístico que se verifica naquela área da freguesia.

Aliás, sublinham, estas intervenções deviam integrar o plano municipal de manutenção e investimento da rede viária, privilegiando uma política de manutenção preventiva que permita evitar a degradação das infraestruturas, reduzir custos futuros e reforçar a segurança dos utilizadores.

“O Município não pode continuar a adiar obras que são essenciais para proteger pessoas, melhorar a acessibilidade e acompanhar o crescimento do nosso concelho” concluem os vereadores, reforçando que “a necessidade de planear aquilo que já devia estar planeado há mais de doze anos não pode servir, sempre, de desculpa a uma atuação que prejudica, sobretudo, o bem-estar e a segurança da população que vive nestas localidades.”

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