Partido Libertário

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Declaração de Princípios
Pretendendo celebrar a diversidade e identidade de cada pessoa, os seus direitos inalienáveis à Vida, Liberdade e Propriedade e à sua legítima defesa, definidores do Homem enquanto ser moral e factor de ordem e prosperidade e, constatando a falta da sua defesa clara no espectro político vigente, associamo-nos no Partido Libertário:
I. Defendemos que à pessoa, famílias e co

munidades unidas geograficamente ou por comunhão de princípios, deve ser assegurada a sua esfera privada de consciência e acção autónoma. Acreditamos que protegendo a propriedade honestamente adquirida, as pessoas podem usufruir plenamente o fruto do seu trabalho e criatividade estimulando a cooperação voluntária sob a forma associativa, iniciativas empresariais e mercados. Reconhecemos nas freguesias e municípios a capacidade de assumir todas as competências dentro do princípio geral da subsidiariedade e cuja participação na ordem constitucional nacional se deve poder presumir como voluntária. Pretendemos promover a liberdade de escolha, a livre concorrência interna e internacional na procura e oferta de bens e serviços. Aplicamos os mesmos princípios à moeda e aos tribunais arbitrais. Identificamos que qualquer regime político tende a criar uma maioria de receptores directos e indirectos do seu orçamento geral do estado (financiado por impostos, emissão de dívida e moeda) pondo nessa medida em risco e de forma progressiva, uma capacidade decisória funcional sobre o bem comum, isenta de conflitos de interesse e grupos de pressão em concorrência maligna. A par da participação aberta na ordem política e económica europeia e internacional é necessário, a Portugal, preservar simultaneamente a capacidade última de prosseguir os seus próprios interesses e valores como Nação soberana.

05/09/2026

Ursula von der Leyen e o ataque russo que acabou numa ave!

Aparentemente, acabámos de descobrir a mais temível operação russa desde a Guerra Fria: drones de curto alcance lançados localmente, DNA deixado nos equipamentos, antenas e electrónica abandonadas, explosivos que não explodem, um Antonov vazio e uma temível “colisão com um drone” que, afinal, poderá ter sido uma ave.

É esta trapalhada que Ursula von der Leyen apresenta, perante câmaras e microfones, como “o ataque da Rússia em Leipzig”.

Há qualquer coisa de assustadoramente familiar nisto. Nos anos que antecederam a Primeira Guerra Mundial também abundavam dirigentes convencidos de que brincar com ultimatos, alianças, ameaças e escaladas militares era uma actividade sem grandes consequências. Depois descobriram que milhões de mortos não cabiam nos discursos inflamados.

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Von der Leyen pode ser muito valente diante de um púlpito. Há, contudo, uma aposta que fazemos sem hesitar: se esta gente conseguir transformar a Europa numa confrontação directa com a Rússia, não serão os seus filhos enviados para a frente da batalha. Esses lugares ficam reservados para os filhos dos outros – os pobres e estúpidos.

Quanto ao que não falha nunca, ao contrário dos explosivos de Leipzig, é a máquina fiscal. Os pagadores líquidos de impostos da União Europeia continuarão a ser extorquidos para financiar armas, burocracias e a guerra na Ucrânia, enquanto os dirigentes europeus cultivam poses sob os holofotes. É muito fácil fazer peito à Rússia quando o sangue, o dinheiro e o risco pertencem aos outros.

O Partido Libertário defende a saída imediata da União Europeia. Esta “casa europeia” transformou-se numa casa de horrores políticos, dirigida por uma elite não eleita directamente e perigosamente apaixonada pela escalada da guerra.

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04/09/2026

Gustavo Carona, Surf, dor e o Estado como árbitro da morte

A eutanásia levanta uma questão libertária bastante simples: uma coisa é um adulto dispor voluntariamente da própria vida; outra é transformar o Estado em certificador oficial de vidas que já “não vale a pena” prolongar.

Gustavo Carona diz que sempre foi favorável à eutanásia, “como cidadão, como médico, e depois como doente”, invocando uma doença crónica aparentemente incurável e crises de dor que, em finais de 2023, o terão colocado próximo do risco de suicídio.

Ora, nesse mesmo período temos imagens suas na praia, a sair do mar depois de fazer surf.

Isto prova que não tinha dores? Obviamente que não. Só um id**ta faria diagnóstico médico através de um vídeo. Prova, porém, uma coisa muito mais interessante: naquele momento tinha capacidade funcional para entrar no mar, praticar surf e sair pelos próprios meios.

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Eis o problema. Quem possui o “sofrómetro” que transforma uma experiência inevitavelmente subjectiva numa autorização jurídica para matar? O próprio? Um médico? Uma comissão? Um burocrata ministerial?

Se Carona quiser decidir sobre a sua própria vida, esse é um problema de Carona. O que um libertário não aceita é o salto seguinte: pegar nessa experiência subjectiva e construir em cima dela uma máquina estatal financiada coercivamente, com médicos, regulamentos e procedimentos para declarar determinadas vidas suficientemente intoleráveis para serem terminadas.

O Estado já decide quanto podemos conservar do nosso rendimento, o que podemos consumir, construir, contratar ou vender. Faltava-lhe agora uma nova competência: certificar quando já sofremos o suficiente para morrer.

Liberdade para decidir sobre a própria vida? Sim. Um Ministério do Sofrimento Intolerável? Não, obrigado.

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03/09/2026

Quem nos protege do artista Luís Neves?

Qual é exactamente o espanto? Os Estados são organizações assentes na coerção, no confisco e na ameaça. Chamam-lhe “lei” quando são os bandidos a fazê-lo e “crime” quando é um particular. A diferença essencial está no papel timbrado e no monopólio da violência.

A democracia? É o concurso periódico para descobrir quem promete mais com o dinheiro que assalta aos outros, quem mente melhor, quem é mais demagogo e quem possui menos escrúpulos em comprar votos à custa do património alheio. Qual é, novamente, o espanto?

O verdadeiramente surreal é isto: durante uma mera suspeita, um casal viu o seu património apreendido – chamemos-lhe pelo nome: ficou privado dele – sem condenação e sem sentença transitada em julgado. Depois, o tribunal determinou a restituição dos Bitcoins. Um ano depois, continuam à espera.

Agora, dizem que vão processar o “Estado português”. O Estado?

Dá quase a sensação de que o Estado é uma pessoa, alguém com quem se toma um café, a quem se telefona e que, um dia de manhã, decidiu ficar com os Bitcoins.

É precisamente aqui que a democracia produz um dos seus maiores embustes: ninguém rouba; foi o Estado. Ninguém confisca; foi a instituição. Ninguém responde pessoalmente; responde uma abstracção.

Se houver indemnização, quem paga? Naturalmente, os pagadores líquidos de impostos, como sempre. Ou seja, pessoas que nada tiveram que ver com o confisco pagam pelos actos concretos de bandidos que, esses sim, decidiram, executaram ou mantiveram a apreensão. É a despersonalização perfeita da responsabilidade.

Para o Partido Libertário, isto é inadmissível. Ninguém poderá ser privado da livre disposição do seu património – seja através da apreensão de Bitcoins, do congelamento de uma conta bancária ou de qualquer outro expediente – sem uma sentença condenatória transitada em julgado.

Até lá existe uma coisa aparentemente revolucionária chamada presunção de inocência. Confiscar primeiro, julgar depois e, no fim, processar uma fantasia chamada “Estado” não é Justiça. É uma fraude. É assim há mais de 50 anos.

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02/09/2026

Von der Leyen: os meus filhos não vão à guerra, não são estúpidos!

A tirana Ursula von der Leyen, então Ministra da Defesa alemã, explica que, se os seus filhos fossem militares, teriam de cumprir missões no estrangeiro. Perguntam-lhe então se algum deles está nas Forças Armadas. -NÃO! Afinal, não são estúpidos.

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A tirana Von der Leyen, mãe de 7 filhos, a tontinha Kaja Kallas e companhia exigem mais sanções, mais armamento, mais milhares de milhões e mais “pressão” sobre a Rússia. Entretanto, continuam a financiar militarmente o regime corrupto e n**i ucraniano.

Mas, afinal, quem dá o coiro? Os filhos dos outros, obviamente. Eles não são estúpidos!

O jovem ucraniano e o jovem russo são enviados para a frente de guerra onde o melhor que pode acontecer é modesto: regressar inteiro a casa. Não há vitória que lhe devolva uma perna, um braço, a visão ou os anos perdidos; ou mesmo a vida, como parece estar a acontecer todos os dias.

Já os Costas, as Kallas e as Von der Leyen discursam em Bruxelas, rodeados de bandeiras, seguranças e câmaras de televisão, enchendo os bolsos com o sangue de jovens ucranianos e russos. Os seus? Esses ficam longe da guerra. Não são estúpidos, evidentemente.

O Partido Libertário defende a saída de Portugal da União Europeia e da NATO. A posição é simples: nenhum pagador líquido de impostos português deve ser coercivamente obrigado, através de impostos, a financiar guerras por procuração decididas por elites cujas famílias curiosamente nunca aparecem na primeira linha de combate.

A guerra é gloriosa - sobretudo quando quem morre é o filho de outra pessoa, pobres e estúpidos de preferência!

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01/09/2026

Assassinar seres humanos é a cura para uma “doença” das mulheres!

A novilíngua da propaganda estatal, a RTP, é extraordinária. Eliminar deliberadamente uma vida humana chama-se agora “procedimento”. A dificuldade em fazê-lo é um “duro golpe” na saúde das mulheres. A intervenção cirúrgica é apresentada como resposta em caso de “doença”. Doença? Desde quando é que uma gravidez é uma doença?

Em 2024 realizaram-se em Portugal 18.601 interrupções da gravidez - cerca de 51 por dia. Dessas, 18.079 foram por opção da mulher nas primeiras dez semanas. São números oficiais da DGS.

Mas a propaganda estatal, paga coercivamente através de uma contribuição metida na factura da electricidade - 191,1 milhões de euros em 2024 - prefere embrulhar tudo numa linguagem abjecta.

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Temos ainda o requinte final: quando o SNS encaminha mulheres para a Clínica dos Arcos, o pagador líquido de impostos é assaltado em 300 euros por “procedimento”, segundo a própria peça do esgoto de propaganda estatal.

Para nós, Partido Libertário, o princípio libertário começa onde tem de começar: a vida é sagrada. A vida humana não aparece magicamente aos dez dias, dez semanas ou no momento que um burocrata determine ser o “tempo útil”. Todos nós tivemos um dia, dois dias, dez semanas de existência. O contínuo biológico não depende das ordens destes bandidos.

Por isso defendemos a criminalização do ab**to, inclusive quando a concepção resulta de violação: o agressor deve ser severamente punido; uma segunda vida humana não deve pagar pelo crime da primeira pessoa. O resto é eufemismo pago coercivamente.

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31/08/2026

Montenegro, o parasita mentiroso compulsivo!

O Parasita Luís Montenegro garante que não quer “privatizar” a Segurança Social. Privatizar o quê? Para privatizar alguma coisa era conveniente que essa coisa existisse. Não existem contas individuais, não existe património correspondente aos “descontos”, não existem activos que pertençam aos trabalhadores.

Existem promessas futuras e uma gigantesca dívida implícita. Só as necessidades de financiamento futuro da CGA são da ordem de 500 mil milhões de euros. Apresentar dezenas de milhares de milhões do FEFSS como grande “almofada” também merece aplauso: uma parte relevante está investida em dívida do próprio Estado. É o Estado a guardar um papel onde escreve que deve dinheiro a si próprio.

Montenegro promete “garantir os direitos”, isto é, garantir que continuará a assaltar os trabalhadores de hoje e amanhã para pagar as promessas feitas aos pensionistas de hoje. O Partido Socialista 2 agradece: poucos negócios eleitorais são tão eficientes como prometer dinheiro a quem vota, deixando a factura para quem trabalha e produz.

Depois surge a pérola: “tudo aquilo que nós fizermos” que crie riqueza dará sustentabilidade ao sistema. Nós quem, Luís? Um Governo não cria riqueza confiscando-a. Isso seria como um ladrão roubar a carteira à vítima e explicar-lhe que está a trabalhar para a sua prosperidade!

Montenegro diz ainda que as pensões são “sagradas” e que se demite antes de cortar um cêntimo. Promete solenemente não cortar aquilo que será pago com dinheiro que ainda não existe.

Este debate precisa de verdade. O sistema actual é um imposto brutal sobre o trabalho do sector privado, destinado a financiar transferências presentes. O Partido Libertário é o único que propõe acabar com esta ficção: entregar às pessoas o fruto do seu trabalho, para pouparem e investirem em activos reais, seus e transmissíveis, tornando a reforma independente das promessas de parasitas e mentirosos compulsivos como Montenegro.

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30/08/2026

A liberdade segundo o maior estado terrorista da história: os EUA

A propaganda envelhece particularmente mal. Em Dezembro de 2013, John McCain estava em Kiev, no meio dos manifestantes, a explicar à CNN que os EUA apenas pretendiam “ajudar” a promover uma “transição pacífica”, elogiando Victoria Nuland e admitindo a possibilidade de sanções.

McCain, recorde-se, era um dos mais entusiásticos promotores do terrorismo norte-americano: apoiou a guerra do Iraque e defendeu a intervenção na Líbia, entre outras.

Mas em Kiev estava, evidentemente, a “promover a democracia”. Pequeno pormenor: Viktor Yanukovych tinha sido democraticamente eleito em 2010, numa eleição que a própria OSCE considerou pluralista, transparente e conforme, em larga medida, com os padrões democráticos internacionais. Enquanto isso, McCain e Nuland apoiavam activamente a contestação que culminaria, meses depois, na sua queda. Democracia, pelos vistos, mas apenas quando ganha o candidato certo.

McCain esclarece-nos: não falava de guerra nem de bloqueios; apenas de sanções! Impedir as pessoas de negociar, fazer comércio, receber pagamentos ou movimentar património não é guerra - é só o Estado a praticar guerra económica com um nome mais bonito.

Depois veio 2014, a guerra no Donbass e milhares de mortos; antes da invasão russa de Fevereiro de 2022, a ONU estimava 14.200 a 14.400 mortos no conflito.

O Partido Libertário não precisa de escolher entre propagandas. Todos os Estados são organizações criminosas quando submetem inocentes aos seus jogos de poder. Washington não é inocente. Washington é capital do maior estado terrorista da história da humanidade. Moscovo muito menos, mas cabe aos libertários lá do sítio denunciar.

Por cá, são estes bandidos norte-americanos que nos fazem a vida negra: bancos centrais, inflação, branqueamento de capitais e combate ao terrorismo - entretanto foi de férias depois da psyop do vírus invisível.

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29/08/2026

A tirana Ursula quer decidir o destino do teu dinheiro!

Ursula von der Leyen, a presidente da Comissão Europeia que foi eleita tal como numa ditadura comunista, descobriu um “novo problema”: as famílias na Europa têm poupanças e algumas cometem a heresia de as investir onde muito bem entendem.

Segundo esta tirana, uma parte significativa da poupança europeia é investida fora do continente e é preciso colocá-la “ao serviço das nossas empresas”. Quais empresas? As fornecedores de equipamento militar que alimentam a criminosa guerra da Ucrânia?

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Talvez os europeus invistam nos Estados Unidos, na Ásia ou noutros mercados porque encontram maiores retornos, empresas mais dinâmicas e melhores oportunidades do que numa Europa sufocada por impostos, burocracia, regulação e directivas produzidas precisamente pela comissão liderada por esta inenarrável parasita.

A solução de Bruxelas? Naturalmente, mais Bruxelas. Chama-se agora “União da Poupança e dos Investimentos”. Porque, quando décadas de centralização não produzem crescimento suficiente, a resposta infalível é sempre centralizar mais, harmonizar mais, criar mais regras e mais mecanismos de controlo sobre o capital privado.

A tirana Leyen lamenta que 10 biliões de euros estejam em depósitos bancários, como se esse dinheiro estivesse parado. Ora, os bancos fazem precisamente intermediação financeira: recebem depósitos e canalizam financiamento para famílias e empresas. Qual o objectivo por detrás deste novo ataque dos parasitas de Bruxelas liderados por esta tirana?

O que pretende exactamente quando diz que é necessário pôr essas poupanças “ao serviço das nossas empresas”? O Partido Libertário propõe a saída imediata de Portugal da ditadura de Bruxelas liderada por esta inqualificável.

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28/08/2026

Os parasitas, entre os quais o inenarrável Luís Neves, passeiam-se com carros de pessoas inocentes!

Há momentos em que o Estado deixa cair a máscara. Pedro Santana Lopes acaba de nos oferecer um desses momentos.

Questionado sobre um carro apreendido num processo-crime que era utilizado por Luís Neves, Santana Lopes responde que já viu “dezenas” de carros apreendidos em gabinetes de membros do Governo, incluindo Porsches, e conclui tranquilamente: “eu acho muito bem”. Muito bem?

O artigo 178.º do Código de Processo Penal permite apreender, ainda durante a investigação, instrumentos, produtos ou vantagens relacionados com um alegado ilícito, bem como bens susceptíveis de servir de prova. As apreensões podem ser autorizadas, ordenadas ou validadas pela autoridade judiciária e, em determinadas circunstâncias, efectuadas pela própria polícia.

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Portanto, o Estado pode retirar bens a alguém antes de existir condenação. Depois o comum mortal pode assistir ao espectáculo grotesco de esses bens serem utilizados por estes parasitas.

Em termos de fluxo anual, as condenações em primeira instância equivalem a apenas cerca de 7 por cada 100 inquéritos entrados – não significa que os restantes 93 sejam inocentes, mas demonstra a monstruosa distância entre ser investigado e ser condenado.

Santana Lopes ainda reconhece o absurdo: os bens podem ficar apreendidos dez, onze, doze anos e, se a pessoa for inocente, pergunta se o Estado paga. Responde ele próprio: “não, não paga”.

O Estado moderno é uma organização criminosa sem freio. O Partido Libertário nunca irá permitir que algum bem seja apreendido ou arrestado pelas autoridades enquanto não existir sentença condenatória transitada em julgado que justifique tal prepotência.

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27/08/2026

O parasita Costa apoia os bandidos da Ucrânia, obviamente com o dinheiro que te rouba!

O parasita António Costa, num inglês próprio de um analfabeto, anunciou que descobriu agora o direito internacional. “A lei internacional deve prevalecer”, proclama, acrescentando que a União Europeia “não pode ser neutra”.

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Em 1999, a NATO bombardeou a Jugoslávia durante 78 dias sem autorização do Conselho de Segurança da ONU. Nessa altura, pelos vistos, o direito internacional estava de férias.

O Kosovo? Em 1991 realizou um referendo com a presença das tropas da NATO. Já a autodeterminação noutras paragens torna-se subitamente heresia.

Os acordos de Minsk? Foram repetidamente violados no terreno. A ingerência ocidental em 2014, com dirigentes americanos no Maidan e Nuland e Pyatt a discutir previamente a composição de um futuro Governo, o golpe de estado da praça Maidan? Isso também deve constar de algum anexo secreto do direito internacional.

Entretanto, UE e Estados-Membros contabilizam 220,3 mil milhões de euros de “apoio” – dinheiro que estes parasitas nos confiscam - relacionado com a Ucrânia, país com apenas 35/100 no índice de percepção da corrupção de 2025. Entretanto, estes parasitas são os primeiros interessados em que isto nunca acabe: estão a encher os bolsos com o dinheiro que nos roubam em nome da “democracia e “liberdade” na Ucrânia.

O Partido Libertário não escolhe bandidos: nem Putin, nem Zelensky. Todos os Estados vivem da coerção. Inocentes? Só os desgraçados que pagam os impostos de que vivem estes parasitas.

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