Jardim Fluvial sem drogas

Jardim Fluvial sem drogas 🌿 Por uma cidade mais segura para todos.
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Caros Vizinhos,O Porto está a atravessar um grave problema de segurança pública.Esta evidência não é uma mera percepção....
03/09/2026

Caros Vizinhos,
O Porto está a atravessar um grave problema de segurança pública.
Esta evidência não é uma mera percepção. É a realidade dos factos.
O Presidente da Câmara do Porto, em entrevista à CNN, fez um alerta muito oportuno sobre este problema, atribuindo parte do “caos” à falta de policiamento.
Penso que todos os munícipes estarão de acordo: a falta de policiamento é, de facto, uma das principais causas da insegurança que hoje se sente na cidade.
Mas há uma responsabilidade que não pode ser esquecida: a Câmara Municipal do Porto também tem competências na gestão e fiscalização do espaço público.
E é precisamente aqui que também esperamos ação.
🔹 A falta de limpeza de arruamentos, jardins e outros espaços públicos é evidente.
🔹 A falta de intervenção da Polícia Municipal perante situações de ocupação abusiva do espaço público, nomeadamente por pessoas que pernoitam na via pública, é igualmente preocupante.
Veja-se, por exemplo, a fotografia que acompanha esta publicação: mais de 20 viaturas da Polícia Municipal estacionadas, quando deveriam estar no terreno, a circular e a exercer uma função de fiscalização e dissuasão.
É difícil compreender esta realidade quando, ao mesmo tempo, ouvimos falar da necessidade de reforçar a segurança na cidade.
Não posso deixar de enaltecer a intervenção do Dr. Pedro Duarte e o alerta que tem feito relativamente à situação do Porto.
Mas o discurso tem de ser acompanhado por uma coerência prática.
Se queremos uma cidade mais segura, é fundamental que cada entidade faça aquilo que está dentro das suas competências.
Por isso, Sr. Presidente da Câmara, precisamos de:
➡️ Uma Polícia Municipal mais presente no espaço público, fiscalizando e fazendo cumprir a lei relativamente à utilização ilegal ou abusiva dos espaços públicos;
➡️ Um reforço efetivo das equipas de limpeza, particularmente nas zonas onde os problemas são mais evidentes;
➡️ Uma intervenção municipal mais firme, porque a gestão do espaço público também é responsabilidade da Câmara.
A população do Porto merece mais.
Os munícipes merecem uma cidade organizada, segura e limpa.
Sr. Presidente da Câmara, não lhe pedimos o impossível.
Pedimos apenas que faça a sua parte.
A defesa intransigente dos interesses do Porto deve estar sempre acima de qualquer interesse partidário.
falando…
https://cnnportugal.iol.pt/videos/vivo-numa-cidade-onde-ha-a-ceu-aberto-trafico-de-droga-todos-os-dias-aquilo-que-me-dizem-e-que-nao-ha-policias/6a1d37a40cf27f6588a6c23f

Caros Vizinhos,Hoje dirijo-me, em forma de “carta aberta”, directamente ao Sr. Presidente da Câmara Municipal do Porto.P...
29/08/2026

Caros Vizinhos,
Hoje dirijo-me, em forma de “carta aberta”, directamente ao Sr. Presidente da Câmara Municipal do Porto.
Parece que a tão anunciada acção “musculada” para retirar os toxicodependentes do espaço público já começou. Ao que tudo indica, as instruções dadas à Polícia Municipal foram claras.
Esqueceram-se, porém, de explicar que o espaço público não se resume ao Parque da Pasteleira.
E assim, aparentemente, temos a Polícia Municipal a encaminhar os toxicodependentes… do Parque da Pasteleira para o Jardim do Fluvial.
Diria como um conhecido slogan publicitário de um famoso supermercado português “Assim, também eu…”
Esta realidade foi-me transmitida pelos próprios toxicodependentes, quando tentei dissuadi-los de consumirem no jardim. A resposta foi clara:
“Não temos para onde ir. A sala de consumo está cheia. Foi a Polícia que nos disse para virmos para aqui.”
Mesmo que este relato não corresponda integralmente à realidade, ele demonstra, pelo menos, a consequência de uma abordagem sem solução de fundo: empurrar o problema de um lado para o outro.
Não permitir o consumo no Parque da Pasteleira, mas tolerar que ele aconteça 200 metros ao lado, no Jardim do Fluvial, não é resolver o problema.
É, simplesmente, varrer o problema para debaixo do tapete dos outros.
A realidade é que os moradores continuam sem a devida protecção. A intervenção da PSP e da Polícia Municipal não tem sido suficiente, séria ou eficaz para responder ao problema que se vive diariamente.
As medidas adoptadas são estéreis e não trazem benefícios reais — nem para os moradores, nem para os próprios toxicodependentes.
Dr. Pedro Duarte, se pretende efectivamente uma melhoria imediata e eficaz, capaz de reduzir o consumo de dr**as na rua e a presença de pessoas sem-abrigo toxicodependentes a deambular pelas zonas residenciais, deixo-lhe uma proposta concreta.
Avance com a abertura do terreno situado acima da Sala de Consumo Assistido.
A solução pode ser simples e de rápida execução:
• Colocar telas na vedação do espaço;
• Instalar um contentor com WC;
• Instalar outro contentor com chuveiros;
• Criar uma zona organizada para tendas;
• Garantir a limpeza diária do local.
São medidas com um custo relativamente reduzido para a Câmara Municipal e que, com vontade política, poderiam ser concretizadas em menos de 30 dias.
Esta solução poderia melhorar, simultaneamente, a realidade dos residentes e das pessoas que vivem nesta situação de extrema vulnerabilidade, reduzindo a pressão sobre a abertura urgente de outros equipamentos actualmente em projecto e que não contam com a aceitação da população residente.
Acima de tudo, permitiria ganhar tempo para que o Executivo Municipal pudesse reavaliar, em conjunto com os moradores, as melhores medidas a adoptar para minimizar o impacto negativo do consumo de dr**as na rua e da permanência de pessoas sem-abrigo toxicodependentes nas zonas residenciais.
Governar não é fácil.
Mas governar contra os munícipes, ignorando sistematicamente as suas preocupações e afastando-os das decisões que afectam directamente a sua qualidade de vida, é contra a própria natureza de uma governação democrática e de proximidade.
Estamos disponíveis para colaborar construtivamente, juntamente com o Presidente da Junta de Freguesia de Lordelo do Ouro e Massarelos, na procura das melhores soluções para enfrentar este grave problema.
Porque criticar é fácil.
Mais difícil — mas também mais importante — é apresentar soluções.
E nós estamos disponíveis para isso.
O repto está lançado.
Juntamos algumas evidências da realidade que diariamente preocupa os moradores:
• Consumo de dr**as na rua, com seringas e lixo resultante desse consumo;
• Pessoas sem-abrigo a pernoitar no jardim, perante a ausência de uma resposta eficaz;
• Lixo espalhado pelas ruas e jardins, que permanece por recolher e limpar.
Os moradores merecem respostas.
O Porto merece soluções.
E os problemas não desaparecem apenas porque são empurrados para 200 metros ao lado.
# Vamos falando…

Caros Vizinhos,Hoje voltamos a falar do famoso albergue nocturno, pomposamente chamado de “Centro de Pernoite” pela Câma...
27/08/2026

Caros Vizinhos,
Hoje voltamos a falar do famoso albergue nocturno, pomposamente chamado de “Centro de Pernoite” pela Câmara Municipal do Porto.
Este equipamento, a instalar na escola EB1 de Lordelo do Ouro, onde inicialmente estava previsto ser um complemento ao centro de saúde de Lordelo do Ouro, foi arbitrariamente transformado em albergue nocturno, por decisão puramente politica. O Sr Presidente da Câmara entendeu que a prioridade não são os moradores de Lordelo do Ouro e privilegiou uma comunidade que só tem trazido o caos a Lordelo do Ouro.
Segundo os valores apresentados pela Câmara Municipal, a adaptação da antiga EB1 de Lordelo do Ouro terá um custo de 185.053,89€, acrescido de 589.849,70€ para o seu funcionamento, num total de 774.903,59€.
Feitas as contas, estamos a falar de um investimento equivalente a cerca de 540€ mensais por cama.
É um valor que merece ser discutido e, sobretudo, devidamente justificado. Estamos perante um investimento público muito significativo, numa zona residencial consolidada, com impactos que não podem ser ignorados.
Entretanto, os problemas do dia a dia dos moradores continuam.
A limpeza urbana é extremamente deficiente. Falta manutenção dos espaços públicos, dos jardins e dos passeios. A Polícia Municipal não fiscaliza devidamente e raramente intervém perante a instalação de tendas no espaço público.
A obrigação da Câmara Municipal é criar as melhores condições de vida para os seus munícipes.
Não aceitamos que zonas residenciais sejam transformadas em “cobaias” de experiências negligentemente avaliadas.
O lema do executivo Camarário é simples: Se correr bem o Sr. Presidente da Câmara faz o seu brilharete político, se correr mal, quem paga a factura serão os moradores. Uma enorme irresponsabilidade e uma triste forma de fazer política.
Mas o problema não é apenas financeiro.
É também uma questão de localização, dimensão e modelo.
Estamos a falar de uma estrutura que poderá acolher cerca de 120 pessoas durante a noite, muitas delas com problemas de toxicodependência e outras situações sociais complexas.
Ninguém pode ignorar os desafios que uma concentração desta dimensão poderá trazer.
E há uma questão fundamental:
O que acontece durante o dia?
Os moradores continuarão a viver com problemas que já conhecemos: pessoas a permanecer junto às entradas das habitações, pequenos furtos, lixo, degradação do espaço público e situações de consumo de dr**as.
Será esta a realidade que a Câmara Municipal pretende implementar numa zona residencial consolidada e que sempre viveu com paz social?
E tudo isto sem que os moradores tenham sido verdadeiramente ouvidos.
Os moradores e as associações da área envolvente têm procurado apresentar alternativas e encontrar soluções que permitam apoiar a população sem-abrigo, mas que também respeitem a paz social, a segurança e a qualidade de vida de quem aqui vive.
A Câmara Municipal, porém, optou por decidir primeiro e ouvir depois.
Aliás, a população tomou conhecimento da instalação deste equipamento através da comunicação social.
Antes do anúncio público, nunca houve uma verdadeira consulta às associações de moradores directamente afectadas.
Isto é governar contra os moradores. Contra os munícipes do Porto.
Boa governação implica ouvir, discutir, avaliar alternativas e procurar consensos — sobretudo quando estamos perante uma decisão com um impacto tão significativo numa comunidade.
Não somos contra o apoio à população sem-abrigo.
Somos, sim, contra soluções impostas, sem diálogo, sem transparência e sem uma avaliação séria do impacto que esta decisão poderá ter sobre os moradores.
Defendemos respostas sociais eficazes, dignas e humanas.
Mas essas respostas têm de ser devidamente planeadas e têm de incluir as comunidades onde vão ser implementadas.
Os moradores e as associações locais não vão desistir.
Tudo faremos, dentro da lei, para tentar reverter esta decisão e exigir uma solução que tenha também em consideração a população residente.
Esperemos que, da próxima vez que falarmos sobre o “Centro de Pernoite”, seja para anunciar aquilo que muitos moradores desejam:
A suspensão e a revisão deste projecto.
Porque os moradores também têm direitos.
falando…

Caros Vizinhos,Por aqui, na zona da Pasteleira, continua tudo igual.As tendas permanecem no Parque da Pasteleira, no Jar...
25/08/2026

Caros Vizinhos,
Por aqui, na zona da Pasteleira, continua tudo igual.
As tendas permanecem no Parque da Pasteleira, no Jardim do Fluvial e no cruzamento entre o Bairro da Pasteleira Nova e o Bairro Dr. Nuno Pinheiro Torres.
O consumo de droga na rua continua a ser feito às claras, indiferente a quem passa, às famílias, às crianças e aos moradores.
Afinal, está tudo igual.
Sr. Presidente da Câmara, onde está a tal “ação musculada”?
Onde está a firmeza tantas vezes anunciada?
A população até pode apreciar a clareza do seu discurso, mas espera, acima de tudo, que as palavras sejam acompanhadas por ações concretas.
Não fique à espera que o centro de pernoita abra para começar a agir. Os problemas existem hoje e exigem respostas hoje.
E volto a repetir: 250.000 Portuenses não podem ficar reféns de cerca de 500 pessoas em situação de sem-abrigo.
Uma cidade não pode aceitar que o espaço público seja progressivamente ocupado pelo consumo de droga, por tendas e por situações que comprometem a segurança, a limpeza e a qualidade de vida de quem aqui vive.
Precisamos de políticas sociais, naturalmente. Mas precisamos também de autoridade, regras, fiscalização e coragem política para as fazer cumprir.
Os moradores não querem mais discursos politicamente “corretos”.
Querem uma Câmara que defenda efetivamente quem vive no Porto.
Sr. Presidente, os moradores continuam à espera.
falando…

Caros Vizinhos,Hoje voltamos ao tema da transferência da Sala de Consumo Assistido para o Aleixo.Infelizmente, o Preside...
23/08/2026

Caros Vizinhos,
Hoje voltamos ao tema da transferência da Sala de Consumo Assistido para o Aleixo.
Infelizmente, o Presidente da Câmara Municipal do Porto mantém esta decisão, sem que tenha sido apresentado um parecer técnico que demonstre que a mudança de localização melhora a resposta aos consumidores, aos moradores ou à própria cidade.
É difícil não concluir que existem razões essencialmente políticas por detrás desta decisão, nomeadamente:
• afastar este equipamento do olhar da população e, com ele, uma realidade social que continua por resolver;
• responder às pressões e interesses de instituições e moradores de uma zona mais privilegiada da cidade.
Mas há uma questão fundamental: o problema desaparece quando mudamos a sala de lugar?
Naturalmente que não.
O actual local tem condições para ser melhor aproveitado, permitindo ampliar a sala, alargar horários e criar outros serviços sociais de apoio, incluindo estruturas de acolhimento e pernoita para pessoas sem-abrigo.
E existe uma questão prática que não pode ser ignorada: um consumidor que actualmente percorre poucos metros até à sala dificilmente passará a percorrer cerca de um quilómetro para utilizar o serviço no Aleixo.
Se isso acontecer, o resultado previsível será o aumento do consumo de droga na rua, particularmente nas zonas envolventes da Pasteleira Nova, Parque da Pasteleira e Jardim do Fluvial.
Ou seja, podemos estar simplesmente a transferir o problema — e a agravá-lo no espaço público.
Como poderão verificar pelo mapa anexo, é possível conciliar as diferentes respostas no actual local, melhorando o apoio social e, simultaneamente, criando melhores condições para controlar o consumo de droga na rua.
A Câmara Municipal do Porto ainda vai a tempo de rever esta decisão.
Ouça verdadeiramente os moradores. Avalie os factos. Analise as alternativas.
Uma política verdadeiramente inclusiva não pode limitar-se a falar de inclusão. Tem de ouvir quem vive diariamente com as consequências das decisões tomadas.
Falar de inclusão e, ao mesmo tempo, ignorar os moradores é, no mínimo, uma profunda contradição.
# Vamos falando…

22/08/2026

Era assim em 2024, o Presidente da Câmara prometeu que até final do mês de Agosto iremos ter ações musculadas para reterir tendas do espaço público. Asssim esperamos, principalmente na zona do Fluvial.

22/08/2026

Caros Vizinhos,
Afinal, o que se tem feito no Porto pelas pessoas em situação de sem-abrigo desde 2021?
Os números disponíveis mostram uma evolução aparentemente positiva:
• 2021: 730 pessoas
• 2022: 647 pessoas
• 2023: 597 pessoas
• 2024: 553 pessoas
• 2025: 526 pessoas
Ou seja, entre 2021 e 2025, o número registado diminuiu cerca de 28%.
É uma evolução positiva e deve ser reconhecida.
Mas será que estes números significam que o problema está resolvido?
Naturalmente que não.
O Porto dispõe actualmente de cerca de 271 camas em estruturas de acolhimento temporário e comunidades de inserção, contando com respostas municipais e parcerias com instituições sociais.
Entre estas respostas está o Centro de Acolhimento Temporário Joaquim Urbano, em funcionamento 24 horas por dia, bem como estruturas de instituições como a Santa Casa da Misericórdia e os Albergues do Porto.
Entretanto, a Câmara Municipal anuncia mais 120 camas no novo centro de pernoita de Lordelo do Ouro, a que se somarão, segundo o Presidente da Câmara, mais dois projectos actualmente em preparação.
Se estes projectos se concretizarem, teremos um reforço muito significativo da capacidade instalada.
Mas há uma questão que continua por responder:
Estamos apenas a aumentar camas ou estamos efectivamente a resolver o problema?
Uma política para as pessoas em situação de sem-abrigo não pode limitar-se a criar lugares de pernoita. Tem de trabalhar as causas, a saúde mental, as dependências, a reinserção profissional, a habitação e, sobretudo, a autonomia das pessoas.
E há outra questão que considero fundamental: a participação das populações locais.
O novo centro de Lordelo do Ouro é um exemplo disso.
Independentemente da necessidade de criar respostas sociais — necessidade que ninguém de bom senso pode negar —, decisões desta dimensão, com impacto directo numa comunidade, não devem ser tomadas à revelia dos moradores.
Os cidadãos não podem ser chamados apenas para conhecer decisões que já estão tomadas.
Governar também é ouvir. Governar é explicar. Governar é procurar consensos.
Ao Presidente da Câmara deixo, por isso, um desafio simples:
mais transparência, mais diálogo e mais participação dos moradores nas decisões que afectam directamente as suas comunidades.
Não questiono a necessidade de responder às pessoas em situação de sem-abrigo. Pelo contrário.
Questiono uma política que possa transformar uma emergência social num problema permanente, sem uma estratégia clara de saída.
Precisamos de proteger quem está na rua, mas também de proteger as comunidades onde estas respostas são instaladas.
Precisamos de respostas sociais, mas também de segurança, limpeza e qualidade de vida para todos.
Os 526 registados em 2025 merecem uma resposta digna e eficaz.
250.000 Portuenses também merecem que as decisões que condicionam as suas comunidades sejam tomadas com eles, não contra eles.
Sr. Presidente da Câmara, os portuenses confiaram em si.
Não deixe de governar para todos, reforço, 0,2% da população não pode limitar os direitos dos restantes 99,8%
falando…

21/08/2026

A segurança no Porto devia ser um assunto sério. O impacto negativo que tem na comunidade e no turismo tem um custo brutal para a cidade. Até quando iremos tolerar esta triste realidade ?

21/08/2026

O Porto no seu melhor...até quando vamos aceitar esta realidade ?

20/08/2026

Sr Presidente da Câmara, assim tenha disponibilidade vamos limpar as tendas...começamos no parque da Pasteleira?

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Porto
4150

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