06/09/2026
Durante anos, Bruxelas preferiu fechar os olhos perante aquilo que todos vemos: fronteiras externas descontroladas, imigração ilegal em massa, redes de tráfico de seres humanos e uma pressão migratória crescente proveniente do Norte de África.
Não estamos perante um simples problema administrativo. Estamos perante uma questão de soberania, segurança e sobrevivência do modelo civilizacional europeu.
E Portugal não está imune.
Se a Europa continuar a ser incapaz de controlar as suas fronteiras, Portugal corre o risco de se transformar numa nova porta de entrada para fluxos migratórios provenientes do Norte de África, agravando uma pressão migratória que o nosso país já não tem capacidade para absorver de forma sustentável.
E o que faz o Governo?
Nada.
Continua a reagir tarde, continua a minimizar os riscos e continua sem apresentar uma verdadeira estratégia de defesa das fronteiras nacionais. Enquanto isso, a Europa discute declarações, cimeiras e burocracia, quando devia estar a discutir fronteiras, deportações, controlo migratório e defesa da soberania dos Estados.
Não podemos aceitar esta complacência.
Portugal não pode ser a sala de espera de uma Europa sem fronteiras.
Não podemos permitir que quem entra ilegalmente determine as regras de quem cá vive. Não podemos aceitar que a segurança dos portugueses seja sacrificada em nome de uma política migratória irresponsável. E não podemos assistir passivamente à transformação da identidade, da segurança e da coesão das nossas sociedades sem sequer discutir seriamente as consequências.
Defender Portugal não é odiar ninguém. É cumprir o primeiro dever de qualquer Estado: proteger os seus cidadãos, as suas fronteiras, a sua soberania e a sua civilização.
A Europa tem de acordar.
E Portugal também.
🇵🇹 Primeiro sempre Portugal e o Portugueses.