Junta de Freguesia da União de Freguesias Vale de Prazeres e Mata da Rainha

Junta de Freguesia da União de Freguesias Vale de Prazeres e Mata da Rainha Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Junta de Freguesia da União de Freguesias Vale de Prazeres e Mata da Rainha, Organização governamental, Rua Aurélio Pinto Castelo Branco, N. º57, Vale de Prazeres.

Sexta-feira, dia 4 de setembro, tivemos o prazer de receber o Sr. Presidente da Câmara Municipal, Dr. Miguel Gavinhos, n...
07/09/2026

Sexta-feira, dia 4 de setembro, tivemos o prazer de receber o Sr. Presidente da Câmara Municipal, Dr. Miguel Gavinhos, na nossa freguesia. Esta sessão de trabalho teve em vista o conhecimento in loco de várias situações que apresentamos, com o objetivo de melhorar as condições de segurança e qualidade de vida de todos nós.

ART'INArte sem barreiras Aproveite é GRATUITO Dia 17/9/2026 pelas 14.30Horas na sede do Grupo Desportivo Cultural e Recr...
04/09/2026

ART'IN
Arte sem barreiras Aproveite é GRATUITO Dia 17/9/2026 pelas 14.30Horas na sede do Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de Vale de Prazeres

Mais acessibilidade para todos. Continuamos a trabalhar na melhoria das nossos caminhos para garantir condições de acess...
29/08/2026

Mais acessibilidade para todos. Continuamos a trabalhar na melhoria das nossos caminhos para garantir condições de acessibilidade cada vez melhores.

O Executivo da Junta informa que está aberto o periodo para contributos para o Regulamento dos Cemitérios da Freguesia d...
19/08/2026

O Executivo da Junta informa que está aberto o periodo para contributos para o Regulamento dos Cemitérios da Freguesia da União das Freguesias de Vale de Prazeres e Mata da Rainha.

Mais um pequeno passo para Qualidade de Vida de todos.
18/08/2026

Mais um pequeno passo para Qualidade de Vida de todos.

Apelo á População
16/08/2026

Apelo á População

10/08/2026

Póvoa Palhaça
Que história conta este nome?

O topónimo de uma terra, ou seja, o nome de uma terra, é a certeza da sua continuidade.
Cada topónimo transporta um legado, que atravessa o tempo e projeta esse lugar para o futuro.
Os topónimos são testemunhos vivos da história e da relação entre as comunidades e o território.
Funcionam como um arquivo vivo da história.

A Beira Baixa TV parte numa aventura à redescoberta do significado, intrínseco, dos nomes das terras.
Lugares que conservam no seu nome, a memória da sua origem, construída ao longo dos séculos.

É considerado um nome incomum e peculiar.
Póvoa Palhaça é um lugar da antiga Freguesia de Vale de Prazeres, atualmente pertencente à União das Freguesias de Vale de Prazeres e Mata da Rainha, no Concelho do Fundão, Distrito de Castelo Branco.
Tem uma vista privilegiada e estratégica sobre a planície da Beira Baixa que permite avistar, ao longe, a icónica aldeia histórica de Monsanto.

A Beira Baixa TV recorreu ao Museu Arqueológico Municipal José Alves Monteiro, no Fundão, para saber a origem deste curioso topónimo.
Mas antes, Pedro Salvado, o seu diretor, começa por dar a conhecer que a toponímia é mais do que a ciência que estuda o nome dos lugares: "constitui um património que ainda hoje identifica os espaços do nosso quotidiano...contudo, os topónimos são também um registo do tempo e, muitas vezes, o seu significado original deixou de ser evidente ou passou a ser associado a imagens que não correspondem à realidade histórica que esteve na sua génese".

É o caso de Póvoa Palhaça, cujo topónimo é composto por dois elementos distintos: Póvoa e Palhaça, com o primeiro a vencer na antiguidade: "designa um pequeno núcleo de povoamento, estando frequentemente associado aos primeiros processos de ocupação e fixação das populações nesta região, muito provavelmente, durante os inícios da Idade Média", explica Pedro Salvado.

Já Palhaça, nada tem a ver com o universo circense. Preserva antes a memória de uma característica construtiva que, em tempos, terá marcado o lugar: "não se refere a qualquer figura ou personagem, como o uso atual da palavra poderia sugerir. O termo designava um tipo de cobertura de telhados feita com palha, uma técnica tradicional utilizada em construções rurais", esclarece o diretor do Museu Arqueológico Municipal do Fundão.

Póvoa Palhaça tem, atualmente, cerca de 50 habitantes recenseados, aos quais se juntam cerca de 20 habitantes não recenseados, entre cidadãos portugueses e membros da comunidade estrangeira que residem na serra e periferia da aldeia. Curiosamente, conta com um elevado número de crianças, cerca de 18, com idades compreendidas entre os 3 e os 17 anos de idade que vivem na Póvoa Palhaça.

Números que aumentam durante os fins-de-semana, com a chegada de muitos familiares, sobretudo de pessoas que trabalham ou residem fora do Concelho do Fundão, mas que mantêm uma forte ligação à terra e à sua comunidade.

Era o caso de Carmen Curralo Macedo, de 41 anos de idade, antes de ter decidido mudar-se "de armas e bagagens", naquele 31 de agosto, há oito anos atrás, chegada de França: "quando foi altura de decidir voltar, viemos para aqui ao invés de irmos para a confusão da cidade, já nos fazia muita confusão o trânsito, foi na altura em que o turismo começou a ser em massa, quando íamos de férias para o Porto, sentiamo-nos abafados".

A casa dos avós (o avô natural da Mata da Rainha e a avó, de Martianas, Orca), em Póvoa Palhaça, esperava Carmen e a família, que ali encontraram mais do que um lugar, um modo de vida: "paz, sossego, não há barulho, é tudo calminho, as pessoas conhecem-se bem umas às outras, nesta altura, as vizinhas vêm bater-me à porta para me darem uns tomatinhos fresquinhos, umas alfaces, a ajuda entre a comunidade funciona e as pessoas dão-se todas bem".

Quando regressou, Carmen encontrou um lugar onde o tempo parece não ter passado. E isso, não representa só vantagens: "desde que me lembro de ser gente, que a estrada é a mesma, não há saneamento básico ".

Do alto da sua casa, Carmen consegue avistar Monsanto: "subindo um bocadinho a serra, as vistas são muito bonitas". O isolamento provocado pelos pinhais e formações rochosas que rodeiam Póvoa Palhaça é, em simultâneo, um dos fatores que torna este lugar único.

Podem não saber a origem do lugar onde vivem, como é o caso de Carmen, que só sabe as histórias que o avô lhe contava acerca da origem do nome Mata da Rainha: "uma história de reis e rainhas e princesas degoladas".

Mas aqui, não há habitante que não conheça as Pedras dos Olhos, um conjunto de rochedos tradicionais que fazem parte da micro geografia local e da memória coletiva do povo.

Também não há habitante que não conheça José Belmiro e Maria Alice, proprietários do Café Central, o único café/supermercado deste lugar. Tal como o nome indica, situa-se no centro da Póvoa Palhaça, no Largo do Reduto. Ele tem 86 anos, nascido e criado na Póvoa Palhaça, ela tem 81 anos.

A filha, Glória Rocha, teme o dia em que, inevitavelmente, depois de cerca de 45 anos aberta, a porta terá de ser fechada porque, mais do que um estabelecimento, representa um importante espaço de encontro e de convívio entre os habitantes: "vão conversando, é tudo família nesta terrinha, um lugar tranquilo onde não se passa nada".

O bilhete de identidade atual e fidedigno de Póvoa Palhaça é feito à Beira Baixa TV por Paulo Boavida, Presidente da União das Freguesias de Vale de Prazeres e Mata da Rainha: "a população local está muito ligada às atividades tradicionais, sendo, predominantemente, agrícola e pecuária".

Pedro Boavida sublinha que se trata de uma comunidade com uma idade média bastante elevada, embora existam também alguns casais mais jovens, pertencentes à geração dos anos 80/90, que continuam ligados à aldeia.

Uma das principais celebrações da aldeia e que constitui também um importante momento de reencontro entre famílias e amigos, é a Festa em honra de Nossa Senhora das Dores: "este ano, a festa realizou-se nos dias 30 e 31 de maio, reunindo a população residente e muitos naturais da Póvoa Palhaça que vivem, atualmente, noutras localidades", realçou o Presidente sobre as tradições e a vida comunitária.

Relativamente ao património arqueológico, Paulo Boavida destaca o Castro da Covilhã Velha: "O Castro terá tido origem na Idade do Ferro, sendo atribuído aos povos lusitanos, tendo, posteriormente, sido reaproveitado e reocupado, durante a Idade Média, período em que terá sido erguida uma fortaleza militar, aproveitando parte das estruturas e pedras existentes. No local, podem ainda observar-se vestígios de uma dupla cintura de muralhas, de formato ovalado, bem como vários amontoados de cantaria e alvenaria".

Apesar da reduzida população e das dificuldades que ainda enfrenta, ao nível das infraestruturas e dos serviços essenciais, o Presidente da União das Freguesias de Vale de Prazeres e Mata da Rainha considera que Póvoa Palhaça "continua a preservar uma forte identidade, marcada pela agricultura, pela atividade pecuária, pelas tradições religiosas, pelo património histórico e arqueológico, mas sobretudo pela ligação das suas gentes à terra e à comunidade".

XI Passeio de Motorizadas – 15 de agosto, 8.30 concentração em Monte Leal (Associação de Caçadores)Está a chegar mais um...
04/08/2026

XI Passeio de Motorizadas – 15 de agosto, 8.30 concentração em Monte Leal (Associação de Caçadores)
Está a chegar mais uma edição daquele que é um evento a não perder!
A Organização Grupo Leais do Monte, de Monte Leal, com o apoio da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Vale de Prazeres e Mata da Rainha, convida todos a participar no XI Passeio de Motorizadas, que se realiza no próximo dia 15 de agosto.
Venham desfrutar de uma beleza rara, percorrendo paisagens únicas que só a Gardunha Sul tem para oferecer!
Tragam a vossa motorizada, a família e os amigos e venham viver connosco um dia de convívio, aventura e boa disposição.
Um passeio, uma paisagem, uma tradição e muitos momentos para recordar!

E ja este fim de semana
03/08/2026

E ja este fim de semana

Entrou em vigor uma alteração ao regime aplicável à utilização profissional de produtos fitofarmacêuticos, que prolonga ...
30/07/2026

Entrou em vigor uma alteração ao regime aplicável à utilização profissional de produtos fitofarmacêuticos, que prolonga de 10 para 15 anos o prazo de validade da habilitação dos aplicadores.
A alteração abrange também as habilitações que já se encontravam válidas à data da entrada em vigor da nova legislação, passando o respetivo prazo de validade para 15 anos. A alteração aplica-se também às licenças que já estavam válidas, pelo que é importante confirmar o novo prazo de validade da sua habilitação. Continua a ser obrigatória a formação de atualização para a renovação da licença.
Esta é uma informação particularmente relevante para os territórios rurais, onde as juntas de freguesia são frequentemente o primeiro ponto de contacto dos cidadãos para o esclarecimento de questões relacionadas com a atividade agrícola e a aplicação de produtos fitofarmacêuticos.

Endereço

Rua Aurélio Pinto Castelo Branco, N. º57
Vale De Prazeres
6230-788

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

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