15/09/2017
Paulo Gomes, candidato à junta de Freguesia da Vila de Prado, pelo - Movimento Independente Prado - mostra-se apreensivo quanto à resolução do problema do amianto existente na escola EB2,3 e às obras prometidas. Lembra que em Abril de 2015 na qualidade de Presidente de Junta levou à Assembleia Municipal uma moção que foi aprovada por unanimidade, sustentada e pareceres do quanto é nocivo este material, chamando a atenção de diversas entidades incluindo a Ministério da Educação, e a DGEST Norte e o Município de Vila Verde.
O candidato nestas eleições autárquicas pelo Movimento Independente Prado relembra que a escola tem placas de fibrocimento que estão diariamente sobre as centenas de alunos, professores e assistentes operacionais encontram-se em inúmeros pontos, num estado de degradação (rachadelas) pelas quais são libertadas as poeiras de amianto, um mineral cancerígeno que mata 30 pessoas por ano no nosso país (cancros pulmonares e gastrointestinais).
Paulo Gomes referiu à imprensa: “estou certo que o município de Vila Verde está atento a esta situação (…) não duvido que tenha também preocupação com este problema (…) acredito que há prazos concursais a cumprir” mas considero demasiado o tempo decorrido entre a constatação do problema, o alerta, e a remoção de tais placas, obras que estavam previstas durante o período de verão (férias escolares) e não o foram! Estamos a falar de um problema de saúde pública!
Serei reivindicativo e estarei como sempre atento a estas questões, ao lado dos Pradenes, e em particular de toda a comunidade escolar, alunos, professores, auxiliares, pais e encarregados de educação.
Considero este problema grave de premência resolução e será uma das minhas medidas caso seja novamente eleito presidente de junta, como espero, EXIGIR de imediato ao município o inicio das obras, bem como outras medidas estruturantes de forma a potenciar o bem-estar da comunidade educativa local e alertar imediatamente a entidades educativas centrais e entidades de saúde, caso não seja resolvido o problema em tempo útil e imputadas responsabilidades a quem assumiu o compromisso da obra.