Real Associação do Centro e Alto Alentejo

Real Associação do Centro e Alto Alentejo A Real Associação do Alto Alentejo, com sede em Vila Viçosa, é o órgão local da Causa Real para os distritos de Évora e Portalegre.

A Real Associação do Alto Alentejo reconhece que os direitos dinásticos da Coroa Portuguesa pertencem à pessoa de Sua Alteza Real o Duque de Bragança e a quem legitimamente lhe vier a suceder como Chefe da Casa Real

02/09/2026

Complemento a "Regionalização, município e monarquia: Para uma reforma orgânica do Estado português"

28/08/2026

As monarquias têm a virtude de assegurar uma transmissão segura e tranquila da chefia do Estado, sem sobressaltos nem ruturas institucionais. A sucessão dinástica constitui, assim, um símbolo impressivo de continuidade histórica e de estabilidade, preservando a unidade e a identidade da Nação através das gerações.

18/08/2026
17/08/2026
30/07/2026

O problema de Portugal não é a falta de regiões, mas o excesso de centro. A regionalização falhou até hoje porque foi pensada como um projecto ideológico e não como uma reforma orgânica do Estado.

06/07/2026
29/06/2026

Comunicado

Suas Altezas Reais os Duques de Bragança têm o prazer de anunciar o noivado do seu filho, Sua Alteza o Infante D. Dinis de Bragança, Duque do Porto, e da Senhora Condessa Anna Schaffgotsch von und zu Kynast und Greiffenstein, Baronesa de Trachenberg.

Sua Alteza e a Senhora Condessa Anna Schaffgotsch ficaram noivos em Lisboa, este mês. O Infante D. Dinis informou Suas Altezas Reais os Duques de Bragança e outros membros próximos da sua família.

Mais detalhes sobre o dia do casamento serão anunciados oportunamente.

Sintra, 29 de Junho de 2026


Nota Biográfica
Condessa Anna Schaffgotsch

A Condessa Anna Schaffgotsch von und zu Kynast und Greiffenstein, Baronesa de Trachenberg, nasceu em Viena, na Áustria, a 17 de Fevereiro de 2002, e é filha de Marie e Maximilian, condes Schaffgotsch von und zu Kynast und Greiffenstein, Barões de Trachenberg. Tem três irmãos.

Anna Schaffgotsch é licenciada em Economia e Ciências Sociais pela Universidade de Economia e Gestão de Viena (WU), complementando a sua formação com certificações em Gestão Imobiliária e Gestão em Saúde. Actualmente, está a especializar-se na área da educação e vai prosseguir os seus estudos em Educação Comparativa na University College London..

Ao longo do seu percurso profissional, desempenhou funções administrativas como Office Assistant e Personal Assistant no Viennese Children’s Theatre, adquirindo experiência em comunicação, organização, contabilidade, investigação, gestão de eventos, redes sociais e apoio administrativo. Também colaborou em projetos europeus de educação e sustentabilidade.

Paralelamente, possui vasta experiência no acompanhamento de crianças e jovens, através de campos de férias, cuidados privados e trabalho voluntário com pessoas com deficiência na Roménia. Estas experiências reforçaram as suas competências interpessoais, capacidade de liderança e adaptação a diferentes contextos.

Anna destaca-se pela sua dedicação, resiliência e forte capacidade de organização, comunicação e resolução de problemas. É fluente em inglês, tem o alemão como língua materna, fala italiano e continua a desenvolver as suas competências linguísticas.

Actualmente está a realizar um estágio num programa de educação da ONG Lisbon Project Association, em Lisboa.

Nota Biográfica
Duque do Porto

S.A. o Infante D. Dinis de Bragança, Duque do Porto, nasceu em Lisboa, a 25 de Novembro de 1999. É estudante de Ciência Política e Relações Internacionais, com um percurso académico orientado para os Estudos Europeus e os Negócios Estrangeiros. A sua formação combina um percurso na licenciatura em Ciências Sociais pela Vrije Universiteit Brussel com posteriores estudos na Universidade Católica Portuguesa, refletindo um forte interesse pelas relações internacionais e pela política europeia.

Profissionalmente, foi cofundador e sócio da Caravela Consulting, onde prestou consultoria estratégica a entidades públicas e privadas, com especial enfoque em comércio internacional, investimento, relações institucionais e formulação de políticas. Desenvolveu também experiência na gestão de clientes e na promoção de parcerias internacionais.

Realizou ainda estágios em organizações internacionais e no Parlamento Europeu, participando em projetos de cooperação internacional, desenvolvimento sustentável, preparação de candidaturas a financiamentos e apoio à atividade legislativa. Estas experiências permitiram-lhe trabalhar com entidades governamentais e organizações multilaterais em diversos contextos internacionais.

Destaca-se pelas competências em análise de políticas públicas, comunicação intercultural e coordenação institucional, complementadas pela fluência em português e inglês, bem como conhecimentos de francês, espanhol e italiano.


Sintra, 29 de Junho de 2026

25/06/2026

♔ | Do Poder Moderador do Rei

A Monarquia em Portugal desempenhou um papel crucial na formação da identidade do país. Durante o processo histórico de formação de Portugal, a instituição régia foi o elemento unificador que conferiu identidade a uma nação emergente. O Rei era o elemento que conferia unidade e identidade a uma nação diversa, dividida por clima, geografia, organização social, povos e influências de diferentes civilizações.
Quando à Monarquia orgânica sucedeu o sistema da Monarquia Constitucional esta passou a combinar o sistema parlamentarista e constitucional, em que os poderes do soberano são limitados ou estão correlacionados com outras instituições de Estado.
A monarquia, não só era muito mais limitada, como também era mais pacífica, não absoluta e propensa à igualdade: os súbditos dão lugar aos cidadãos.
Os reis portugueses ainda tinham grande influência no parlamento devido ao poder moderador, mas não podiam decretar leis sem a aprovação parlamentar. Nesse sistema, o monarca possuía o poder moderador, acima dos demais poderes. O Poder Moderador, idealizado por Benjamin Constant, é uma prerrogativa do monarca dentro do regime de monarquia parlamentar. Ele foi incorporado na Carta Magna de Portugal em 1826, por D. Pedro IV.
Benjamin Constant, um político e intelectual suíço, partiu do esquema de Montesquieu, que dividiu os três poderes em Executivo, Legislativo e Judiciário, mas acrescentou mais um: o Poder Moderador. Esse poder real tinha a função de moderar os embates entre os três poderes. O monarca não deveria seguir o modelo inglês de ser uma simples representação da nação, mas sim ter uma posição especial, sempre limitada pela Constituição, o Parlamento e/ou Conselho de Ministros.
O Poder Moderador não era autoritarismo, pois todos os assuntos deveriam passar antes pelo Parlamento e o Conselho de Ministros, evitando que o rei se transformasse em um monarca absoluto, até porque durante esse período, o país adoptou um sistema parlamentar e pluralista, com liberdade de imprensa, respeito pela separação de poderes e garantias individuais.
Na Monarquia Constitucional em Portugal, o rei era o chefe de Estado, mas suas funções estavam descritas na Constituição. Ele exercia o poder executivo e era auxiliado na tarefa pelos Secretários de Estado. A autoridade do monarca provinha da Nação e fundava-se na Constituição, não mais no direito divino ou no princípio hereditário. O rei perdeu o carácter sagrado que antes lhe era atribuído.
Na Monarquia Constitucional em Portugal, o rei tinha influência no parlamento devido ao poder moderador. No entanto, ele não podia decretar leis sem a aprovação parlamentar. O sistema era caracterizado pelo parlamentarismo, onde o papel do rei era principalmente cerimonial e representativo. Ele desempenhava funções simbólicas, como a abertura do Parlamento e a assinatura de leis aprovadas pelos parlamentares. Além disso, o rei podia atuar como um árbitro neutro em momentos de crise política. Quanto aos ministros do governo, eles atuavam sob os conselhos do monarca, e o primeiro-ministro era o responsável por chefiar o governo, de acordo com a constituição.

Miguel Villas-Boas | Plataforma de Cidadania Monárquica

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Vila Viçosa
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Telefone

938963013

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