08/13/2026
A Organização dos Estados Americanos (OEA) e o Governo do assinaram um acordo sobre as garantias e imunidades da Missão de Observação Eleitoral (MOE) da , que acompanhará as eleições gerais marcadas para 4 de outubro de 2026 — com um eventual segundo turno, se necessário, a ser realizado em 25 de outubro.
O acordo foi assinado na sede da Organización de los Estados Americanos (OEA), em Washington, D.C, pelo Secretário-Geral da OEA, Albert R. Ramdin, e pelo Representante Permanente do Brasil junto à OEA, Benoni Belli.
O Embaixador Belli reconheceu "a importância e o profissionalismo do Departamento de OEA - Cooperación y Observación Electoral da OEA - Democracia e elogiou seu trabalho "em campo, observando, mas também após as eleições, fornecendo a todos os governos da região recomendações valiosas para aprimorar todo o processo; não apenas o sistema eleitoral em si ou a forma como as eleições são organizadas e a votação ocorre, mas também o sistema de apuração dos votos".
O Secretário-Geral Ramdin afirmou que o Brasil possui "um dos maiores eleitorados do hemisfério a comparecer às urnas — quase 160 milhões de pessoas. Não é uma tarefa simples, e isso exige uma equipe sólida em campo".
O Secretário-Geral Albert R. Ramdin nomeou o ex-senador e ex-ministro das Relações Exteriores do Chile, e também ex-Secretário-Geral da OEA, José Miguel Insulza, como Chefe da Missão para as eleições de outubro.
Desde 2018, a OEA observou quatro processos eleitorais no Brasil. Esta será a quinta Missão de Observação Eleitoral da Organização no país.
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