29/09/2026
𝐂𝐨𝐦𝐚𝐧𝐝𝐚𝐧𝐭𝐞-𝐆𝐞𝐫𝐚𝐥 𝐝𝐚 𝐏𝐑𝐌 𝐚𝐩𝐞𝐥𝐚 à 𝐞𝐧𝐭𝐫𝐞𝐠𝐚 𝐯𝐨𝐥𝐮𝐧𝐭á𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐚𝐫𝐦𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐟𝐨𝐠𝐨 𝐞𝐦 𝐬𝐢𝐭𝐮𝐚çã𝐨 𝐢𝐥𝐞𝐠𝐚𝐥 𝐨𝐮 𝐢𝐫𝐫𝐞𝐠𝐮𝐥𝐚𝐫
Perante a persistência da circulação ilegal de armas de fogo no País, incluindo armas artesanais frequentemente utilizadas em actos criminais, o Inspector-Geral da Polícia e Comandante-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), Joaquim Adriano Sive, fez, nesta terça-feira (29), na Escola Comercial e Industrial Eduardo Mondlane em Inhambane, o lançamento oficial do Plano Operativo “Amnistia II – 2026”, com vista a incentivar a entrega voluntária e regularização de armas de fogo, sem penalização criminal durante o período de vigência da campanha.
No seu discurso de ocasião, o Comandante-Geral da PRM apresentou os resultados alcançados no âmbito do Plano Operativo “Amnistia I”, implementado em 2025, que, conforme referiu, “permitiu a recolha de 849 armas de fogo de diversos tipos e calibres, bem como de 3.572 munições, retiradas de circulação em todo o território nacional”.
Relativamente a esta campanha, o dirigente alertou que “a circulação de armas fora do controlo do Estado continua a representar uma ameaça à segurança pública, estabilidade social e integridade física dos cidadãos”, tendo reiterado que o Plano “Amnistia II – 2026” visa promover a entrega voluntária de armas de fogo que se encontrem na posse de cidadãos e empresas de segurança privada em situação ilegal ou irregular.
A encerrar, Sive assegurou que a campanha, desde já, “decorrerá sem responsabilização criminal até 15 de Dezembro de 2026”, apelando à população, de todos os estratos sociais, para colaborar na sensibilização das pessoas que possuam armas em situação ilegal ou irregular.